SUB-MO recebe oficinas gratuitas de qualificação empreendedora

A Ade Sampa – Agência São Paulo de Desenvolvimento, em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), realiza entre os próximos dias 12 e 16 oficinas de orientação e qualificação gratuitas para empreendedores. As atividades, que serão realizadas na Subprefeitura da Mooca, têm o objetivo de ajudar os empreendedores a alavancarem os seus negócios.

“O empreendedorismo está cada vez mais em alta. As pessoas estão encontrando novas formas de gerar renda, além da carteira assinada. No entanto, o que muitos não sabem é que para empreender com sucesso não basta apenas uma boa ideia. É preciso se preparar buscando a qualificação profissional que dará embasamento para tirar uma ideia do papel e colocá-la em prática”, destaca a secretária de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, Aline Cardoso.

Os cursos foram divididos em cinco temas, um para cada dia da semana: Começar Bem – Formalização, dia 12; Fluxo de Caixa, dia 13; Ganhe Mercado, dia 14; Equipe Motivada, dia 15; e Pitch, dia 16. As oficinas acontecem das 9h às 13h.

Para se inscrever é necessário preencher o formulário no link http://bit.ly/oficinasadesampa. A Subprefeitura da Mooca fica na rua Taquari, 549.

Saiba mais os temas abordados:

Começar bem – Formalização
Muitas pessoas querem começar um negócio, mas não sabem como. Durante a oficina, os participantes aprenderão como formalizar sua empresa, quais são os direitos e as obrigações do seu negócio.

Fluxo de caixa
O fluxo de caixa é um instrumento de controle financeiro que permite acompanhar as movimentações financeiras de uma empresa, por meio de uma relação das entradas, receitas e despesas realizadas em determinados período. Os participantes receberão dicas sobre o funcionamento do fluxo de caixa, como controlar movimentações financeiras e tomar decisões com mais segurança.

Ganhe mercado
O público-alvo é o nicho dos consumidores que se identificam com a marca e que são possíveis clientes dos seus produtos ou serviços. Nesta oficina, os participantes aprenderão o caminho para ganhar o mercado conhecendo melhor o seu público-alvo e assim oferecer produtos e serviços para atender seu cliente e ampliar seu negócio.

Equipe motivada
Para um negócio ter bom funcionamento é preciso que os funcionários tenham comprometimento e cooperem mutuamente. Para isso, é preciso ter uma equipe sempre motivada. Neste encontro, os participantes aprenderão a motivar a sua equipe.

Pitch
O ‘pitch’ é a apresentação da sua empresa. Aprimorar o pitch, portanto, é essencial para que o empreendedor saiba vender a sua ideia de negócio. A atividade ensinará maneiras inovadoras de apresentar um projeto e atrair parceiros para o seu negócio com uma curta apresentação.

Prefeitura inicia reforma das piscinas do Friedenreich

Depois de permanecerem quatro verões interditadas e em situação de abandono, as piscinas do Clube Escola Vila Alpina, mais conhecido na região como CEE Arthur Friedenreich, finalmente estão sendo reformadas pela Prefeitura. O complexo aquático foi anexado às obras de construção do Centro Educacional Unificado (CEU) Vila Prudente, que seguem em ritmo intenso e, segundo a administração municipal, têm previsão de conclusão para dezembro deste ano.

Na quinta-feira, dia 8, a reportagem da Folha teve acesso, com exclusividade, ao interior da construção e constatou as intervenções nas piscinas. Segundo um dos engenheiros do consórcio que realiza a obra, cerca de 25 operários trabalham na recuperação do complexo aquático, o qual tem previsão de ser entregue também em dezembro.

Segundo a Prefeitura, os serviços nas piscinas contemplam a troca de piso e de todo sistema hidráulico. Foi ressaltado que, além dos equipamentos externos, o CEU Vila Prudente contará também com uma nova piscina coberta que está sendo construída em um dos pavimentos do prédio. A administração municipal esclareceu que os equipamentos estarão em funcionamento após a inauguração do Centro Educacional.

Histórico

O CEU Vila Prudente começou a ser construído nas dependências do Arthur Friedenreich em dezembro de 2015, na gestão de Fernando Haddad (PT). A promessa é que seria entregue no final de 2016. Também houve o compromisso de revitalizar o clube, mas passados quatro anos, as piscinas continuam interditadas e um campo de futebol foi destruído. Haddad chegou ao fim do mandato sem atingir metade da construção do CEU. A administração de João Dória (PSDB) não tocou a obra e alegou que a paralisação ocorreu porque o governo anterior não deixou recursos financeiros para a execução.

Em outubro do ano passado o atual prefeito Bruno Covas (PSDB) anunciou que a administração municipal conseguiu R$ 456 milhões para retomar as obras de 12 CEUs que estavam paradas na cidade, entre elas a de Vila Prudente.

Prefeitura prevê para dezembro término do CEU VP

As obras do Centro Educacional Unificado (CEU) Vila Prudente, que foram retomadas em outubro do ano passado após permanecerem paradas por mais de um ano, seguem em ritmo intenso. Questionada pela Folha, a Prefeitura informou nesta semana que 62% dos serviços já foram executados e a previsão de conclusão foi encurtada. O novo prazo divulgado foi dezembro deste ano.

Há cerca de dois meses a administração municipal esclareceu que 50 funcionários trabalhavam na construção, a qual estava recebendo os serviços de instalações elétricas e hidráulicas, além da montagem de estrutura metálica (coberturas e escadas). Na época foi informado que, vencida aquela etapa seriam realizados serviços de acabamento e revestimento e a previsão de conclusão era junho de 2020.

Nesta semana a Prefeitura esclareceu que quadriplicou o número de operários na obra – atualmente são 198 funcionários – e a construção já está na fase dos acabamentos, restando ainda a conclusão do sistema de drenagem na área externa, o calçamento, o paisagismo e a finalização das piscinas. Foi ressaltado que a atual previsão de conclusão dos trabalhos é dezembro deste ano.

Histórico

O CEU Vila Prudente começou a ser construído nas dependências do Clube Escola Vila Alpina em dezembro de 2015, na gestão de Fernando Haddad (PT), e a promessa é que seria entregue no final de 2016. Também houve o compromisso de revitalizar o clube que continua até agora com as piscinas interditadas e um campo de futebol destruído.   O ex-prefeito chegou ao fim do mandato deixando mais da metade da construção para o governo seguinte. A administração de João Dória (PSDB) não tocou a obra e alegou que a paralisação ocorreu porque o governo anterior não deixou recursos para a execução.

Em outubro do ano passado o atual prefeito Bruno Covas (PSDB), sucessor de João Dória na Prefeitura, anunciou que a administração municipal conseguiu R$ 456 milhões para retomar as obras de 12 CEUs que estavam paradas na cidade, entre elas a do CEU Vila Prudente. Na ocasião o prefeito conversou com exclusividade com a Folha e criticou o projeto. “Os 12 CEUs iniciados foram um erro no ponto de vista administrativo. Focaram no ensino fundamental, onde não temos fila na cidade. Deveriam ter priorizado a construção de creches e não de CEUs. No entanto, a pior obra é aquela que está parada. Não poderíamos enterrar o que já foi gasto na construção dessas 12 unidades. A decisão foi errada no passado, mas muito pior seria se deixássemos pela metade”, afirmou o prefeito na época. (Gerson Rodrigues)

Histórica passarela removida em 2016 ainda não foi recuperada

Com grande valor histórico, cultural e de mobilidade, a passarela que existia sobre os trilhos ligando a rua Visconde de Parnaíba, na Mooca, ao bairro do Brás, foi desativada em março de 2016. Segundo a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), o equipamento seria restaurado e colocado em uso novamente. No entanto, a passagem de ferro inglês importada no final do século 19 foi removida, ainda não foi recuperada e nem reimplantada no local. Outro problema é a situação do acesso à passarela, também desativado, que está abandonado, repleto de lixo e servindo de abrigo para moradores em situação de rua.

Há um ano, questionada pela reportagem, a CPTM informou que a antiga passagem não possuía acessibilidade e nem condições de segurança aos usuários e, por isso, foi desativada. Foi ressaltado na época que no local seria implantada uma nova passarela com os itens de acessibilidade, como rampa, piso tátil, entre outros. A Companhia acrescentou na ocasião que aguardava aprovação prévia do projeto de requalificação da travessia pelos órgãos de preservação de patrimônio histórico e cultural, e, após aprovação, o projeto deveria ser concluído em seis meses e, posteriormente, seria contratada a obra. Sobre a antiga e histórica passagem metálica, foi esclarecido que estavam sendo discutidos os procedimentos para a realização do restauro por empresa especializada.

A CPTM informou que o projeto para a implantação de uma nova passarela no local está em elaboração e depois de pronto terá que ser aprovado pelos órgãos de preservação. Foi ressaltado que, somente depois desta etapa, é que a obra poderá ser contratada e o valor do investimento será definido após a conclusão do projeto. A CPTM esclareceu ainda que a passarela antiga foi removida e a intenção é realoca-la nas dependências do Museu da Imigração, próximo ao local original, após a contratação de um projeto de restauro e recuperação estrutural.

A Subprefeitura Mooca informou que realizará serviços de limpeza no entorno e acesso da passarela até o final desta semana. (Gerson Rodrigues)

Acesso à passarela está abandonado e repleto de lixo

 

Subprefeitura utiliza terreno no São Lucas para despejo de entulho

Um terreno municipal ao lado de inúmeras casas no Parque São Lucas tornou-se fonte de problemas aos moradores do entorno. Os vizinhos denunciam que há quase um ano o local, que fica na altura do número 4530 da avenida Anhaia Mello, não para de receber sucatas e muito entulho, o que tem atraído ratos e insetos para dentro dos imóveis. Outros problemas relatados são o mau cheiro e a poeira causada no momento do despejo da sujeira.

“Temos consciência que o trabalho da Prefeitura é difícil e que precisa remover muito entulho das ruas, mas depositar neste terreno, que fica ao lado de muitas casas, é apenas transferir o problema de lugar. Muitas famílias estão sendo afetadas”, comentou a dona de casa Cláudia Souza, que reside em um imóvel da rua Fernão Lopes de Carvalho encostada no terreno.

De acordo com a vizinha, todos os dias caminhões da Subprefeitura entram no espaço para despejar materiais recolhidos das ruas. Nesta semana a reportagem da Folha esteve no local e constatou enormes montanhas de entulho, que ficam a poucos metros das residências vizinhas. “Além de trazer a sujeira, os caminhões estavam realizando o despejo na área durante a madrugada. O barulho das caçambas e dos caminhões manobrando não estava deixando ninguém dormir. Fui na Subprefeitura de Vila Prudente reclamar e este problema deu uma amenizada, mas os despejos durante o dia continuam”, contou a vizinha.

A poeira proveniente do entulho também tem incomodado os moradores das proximidades. “Quando os caminhões chegam e começam a esvaziar as caçambas muito pó invade as casas. Minha filha de sete anos é alérgica e quase sempre tem reações. Essa prática adotada pela Subprefeitura tem que ser modificada. Essa sujeira removida das ruas tem que ser levada para aterros apropriados para receber estes materiais e que ficam em locais afastados da área urbana”, completou a moradora.

A Subprefeitura confirmou que o terreno é utilizado como depósito de materiais, os quais são utilizados pelas equipes de conservação de logradouros e galerias. Foi ressaltado que o espaço é fundamental para otimizar as operações nas vias e o despejo de resíduos orgânicos não é realizado na área. (Gerson Rodrigues)

CET implanta mão única de direção na rua Sebastião Preto

Desde o último sábado, dia 27, a rua Sebastião Preto, na Mooca, tem mão única de direção, no sentido da rua do Oratório para a avenida Paes de Barros. Outra mudança foi a implantação de 44 vagas de estacionamento no formato 45 graus ao longo da via.

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) informou que as alterações visam melhorar as condições de segurança de pedestres e fluidez no trânsito local.

A via, que conta com vários comércios, um centro espírita e algumas residências, fica ao lado do Parque Sabesp Mooca – Radialista Fiori Gigliotti. Proprietários de estabelecimentos comerciais aprovaram a iniciativa. “Esse é um pedido antigo que, finalmente, foi atendido. Agora os clientes e os frequentadores do parque terão onde estacionar. Certamente atrairá mais pessoas para esta região”, comentou o proprietário de um dos comércios instalados na via.

As vagas de estacionamento na rua Sebastião Preto são gratuitas e, por enquanto, a CET descarta a possibilidade de implantar o sistema de Zona Azul. Agentes do órgão de trânsito monitoram o local para identificarem eventuais necessidades de mudanças.

Alternativa

Os veículos provenientes da avenida Paes de Barros podem entrar à direita na rua Isabel Dias para acessarem a rua do Oratório.

Corrida de garçons agita o bairro da Mooca no domingo

Integrando o calendário oficial de festejos do aniversário da Mooca, que completa 463 anos no próximo dia 17, acontece no domingo, dia 4, a inédita corrida de garçons. O evento será realizado no Parque Sabesp Mooca – Radialista Fiori Gigliotti, a partir das 9h, e será voltado aos garçons e garçonetes de pizzarias, restaurantes e bares da Mooca e região.

Ao todo serão disponibilizadas 100 vagas, sendo 70 para quem trabalha no bairro e 30 para demais localidades. Diferente de corridas convencionais, os profissionais terão que completar o percurso segurando bandejas com uma garrafa e três copos cheios de água. Eles devem estar vestidos com uniforme padrão (camisa branca, gravata borboleta, calça social preta e sapato). O vencedor será quem terminar o trajeto em menos tempo e com mais líquido no copo.

Os três primeiros colocados de cada categoria (masculino e feminino) receberão medalhas e prêmio em dinheiro respectivamente, sendo 1° lugar R$ 600, 2° lugar R$ 400 e 3° lugar R$ 200.

As inscrições devem ser feitas até o próximo dia 3 através do link: https://corridadegarcons.com.br/.  A inscrição só será confirmada através da doação de 2 kg de alimentos não perecíveis (exceto sal), que serão destinados a duas instituições carentes da região (Nova 4E – entidade especializada em pessoas especiais, e Creche Maria Thereza de Mello Mororó).

A narração da prova ficará por conta da equipe da Web Rádio Mooca e a organização é da Sacada Pizzaria, com apoio da Subprefeitura Mooca e da Distrital Mooca da Associação Comercial.

Após meses inoperante, SPTrans conserta elevador preferencial

Depois de permanecer meses desligado por causa de problemas técnicos, o elevador preferencial que dá acesso à Plataforma 1 do Terminal Vila Prudente de ônibus e serve para o embarque nas estações Vila Prudente do metrô e monotrilho voltou a funcionar na última terça-feira, dia 23. Por conta da inoperância do equipamento, pessoas portadoras de necessidades especiais ou com mobilidade reduzida passaram meses percorrendo distâncias muito maiores para acessarem os transportes. O elevador, que serve de entrada ou saída para a avenida Anhaia Mello, sentido centro, ao lado da rua Cavour, voltou a funcionar no dia seguinte que a Folha questionou o motivo da inoperância.

Na última segunda-feira, dia 22, a reportagem acompanhou a saga do morador da Vila Prudente, Claudemir Ferreira, para acessar os transportes. Ele, que é cadeirante há 38 anos, reside a 300 metros do terminal de ônibus e das estações Vila Prudente do metrô e monotrilho. Desde que o elevador foi desligado passou a gastar o dobro do tempo para conseguir chegar nas plataformas de embarque. “Há mais de seis meses o elevador que eu e muitos outros utilizávamos está quebrado. Preciso percorrer uma distância muito maior, passar por calçadas esburacadas e rampas para conseguir entrar nas estações e no terminal. Além disso, preciso ter sorte e contar com a boa vontade de alguma outra pessoa para me ajudar a subir as ladeiras”, contou Ferreira.

O acesso ao elevador, que fica junto ao espaço destinado ao estacionamento de bicicletas, estava fechado com cadeado na última segunda-feira e não havia nenhum aviso ou orientação no local. A única comunicação existente era uma placa no andar superior informando a inoperância. “Esse elevador foi inutilizado no ano passado quando foi realizada uma obra no espaço onde ele fica. Foi construído um muro onde era a antiga entrada para amenizar os problemas com enchentes. Agora as pessoas com mobilidade reduzida provenientes da rua Cavour precisam dar uma enorme volta, atravessar a Anhaia Mello e entrar pelo elevador do terminal de ônibus da rua Correia Barros ”, contou Ferreira.

O que também chamou a atenção foi a postura de dois seguranças da Companhia do Metropolitano de São Paulo – Metrô no momento que Ferreira se aproximou do acesso fechado. Além de expressarem desconhecimento quanto à situação do elevador, em nenhum momento os dois funcionários demonstraram interesse em ajudar. Simplesmente subiram as escadas rolantes e não orientaram sobre outra alternativa de embarque para pessoas com mobilidade reduzida.

A Folha entrou em contato com o Metrô, o qual se restringiu a informar que a responsabilidade pelo elevador era da São Paulo Transportes (SPTrans) desde abril deste ano, quando o órgão assumiu a operação do terminal de ônibus. Nada foi esclarecido sobre a postura dos seguranças.

Após ser questionada pela Folha na segunda-feira, dia 22, a SPTrans informou no dia seguinte que o elevador que dá acesso à Plataforma 1 do terminal de ônibus foi liberado naquele dia após resolução de problemas técnicos. O órgão não esclareceu o motivo do equipamento ter permanecido desligado durante meses.

Claudemir Ferreira foi um dos prejudicados com a inoperância do elevador
População pode retirar composto orgânico de forma gratuita

Com o objetivo de oferecer tratamento ambientalmente adequado para restos de podas de árvores e resíduos orgânicos de feiras livres, a Prefeitura de São Paulo conta com o programa Feiras e Jardins Sustentáveis. A iniciativa permite a transformação de resíduos de frutas, legumes e verduras (FLV) em composto orgânico, que é utilizado como insumo em jardins e praças públicas, gerando ganhos econômicos e ambientais significativos.

Outra finalidade do material é a sua distribuição de forma gratuita aos feirantes, munícipes, visitantes dos pátios de compostagem, escolas, equipamentos de saúde, eventos da Prefeitura, cursos, palestras, congressos, seminários sobre o tema  e utilizado na revitalização de pontos viciados.

Trata-se de uma iniciativa da Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb) em parceria com as subprefeituras e as empresas de varrição. Uma das cinco centrais de compostagem da cidade fica no bairro da Mooca, inaugurada em novembro do ano passado. O serviço acontece em um terreno com 4.539 m² localizado na rua Cirino de Abreu. Semanalmente cerca de 60 toneladas de resíduos orgânicos, vindos das 44 feiras livres dos distritos Água Rasa, Belém, Brás, Mooca, Pari e Tataupé.

Além de diminuir a quantidade de resíduos destinados aos aterros, propicia a diminuição das emissões de dióxido de carbono no meio ambiente e economia nos custos de operação – uma vez que evita o deslocamento de caminhões. Desde o início do projeto em dezembro/2015, São Paulo deixou de enviar para os aterros sanitários cerca de 3.900 toneladas de resíduos orgânicos, transformando-os em aproximadamente 500 toneladas de composto orgânico de alta qualidade.

Como retirar o composto orgânico?

Os saquinhos de composto orgânico são fornecidos gratuitamente pela Prefeitura. As solicitações de retirada podem ser feitas pelo e-mail: compostagem@prefeitura.sp.gov.br.

Como utilizar o composto orgânico?

Em caso de pequenos vasos, as chamadas plantas ornamentais, recomenda-se a utilização de 25% de composto orgânico.

Já em escalas maiores, o composto deve ser misturado a terra na proporção de 3 kg por metro quadrado.

 

Comunidade cobra abertura de rua no Jardim Independência

A Companhia do Metropolitano de São Paulo – Metrô construiu uma rua na área remanescente do terreno utilizado para unir os trilhos elevados da Linha 15-Prata ao Pátio Oratório, no Jardim Independência. Porém, apesar deste trecho ter sido o primeiro inaugurado do monotrilho, o novo viário que ligará a avenida Secondino até a avenida Anhaia Mello continua bloqueado ao tráfego de veículos. Enquanto isso, o espaço ocioso recebe usuários de drogas que permanecem no local dia e noite. Também são constantes as queixas de acumulo de lixo e entulho.

O comando do 21º Batalhão de Polícia Militar admitiu em matéria publicada em fevereiro pela Folha que está ciente do problema e que o policiamento, embora frequente, também fica limitado pela interdição da rua. Na ocasião, o Batalhão se comprometeu a reforçar com os órgãos responsáveis a necessidade de liberação da via o quanto antes.

Desde dezembro – quando começaram as queixas da presença constate de usuários de entorpecentes, falta de iluminação e de despejo clandestino de lixo e entulho na rua – a Folha tem cobrado o Metrô assiduamente. Em umas das respostas, a Companhia informou que estava providenciando iluminação provisória, pois a definitiva estava a cargo da empresa Azevedo & Travassos que abandonou as obras da Linha 15, foi multada e teve o contrato rescindido no final de 2018, justamente quando aumentaram as reclamações. De acordo com o Metrô, a empresa também estava responsável pela semaforização da via, que não foi implantada.

O Metrô ressalta que foram concluídas a pavimentação, guias, sarjetas, sinalização horizontal e vertical da nova via. Porém, o asfalto, parte das calçadas e até pilares do monotrilho já apresentam sinais de degradação, com marcas de queimadas de lixo e outros produtos.

Em abril, a Companhia esclareceu que a STER Engenharia, contratada para concluir a Linha 15, também ficou responsável pelos serviços pendentes na via e que a liberação da rua estava prevista para o final deste mês.

“Esperamos que o Metrô cumpra o prazo. É uma absurdo deixar a vizinhança conviver com tantos problemas por todo esse tempo”, comentou uma moradora das imediações, ressaltando que não tem paz para entrar e sair de casa. “Sempre tem pessoas suspeitas nas imediações. O Metrô devia manter ao menos um serviço de segurança enquanto não libera a via”, completa.

Questionado novamente na semana passada, o Metrô respondeu que está em tratativas com a Subprefeitura de Vila Prudente para a entrega da rua à administração municipal e também com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) para implantar a sinalização, liberando a via para o tráfego. (Kátia Leite)