Manifestação de motoristas de ônibus provoca suspensão de rodízio


A Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes (SMT) informa que o rodízio municipal de veículos está suspenso na tarde desta quinta-feira, dia 5, e durante toda a sexta-feira, dia 6.

De acordo com a São Paulo Transportes (SPTrans) ocorreu uma manifestação surpresa de motoristas de ônibus no final da tarde e diversos terminais da cidade foram bloqueados. Há chance de nova paralisação a partir da meia-noite.

A categoria protesta contra a redução da frota com a nova licitação do sistema de transporte coletivo.Eles também reivindicam o pagamento de Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e garantia de postos de trabalho.

Fórum debate os desafios da imprensa regional

Aconteceu na terça-feira, dia 3, na sede da instituição cultural Unibes, no Sumaré, o 2º Fórum de Jornalismo Regional e Comunitário. O tema desta edição foi “A comunicação que cria laços”. Durante todo o dia foram realizados diversos debates sobre a importância do jornal regional, o engajamento com a comunidade, a transformação deste tipo de mídia com o avanço tecnológico e como a tecnologia pode contribuir com os profissionais que atuam nesta área. Entre os participantes, os secretários estadual e municipal de comunicação, Cleber Mata e Marcos Sabino, respectivamente, além de professores e profissionais de importantes veículos de comunicação do estado de São Paulo. A Folha esteve presente.

O Fórum, promovido pela revista Negócios da Comunicação e pelo Centro de Estudos da Comunicação, foi dividido em quatro painéis. O tema do primeiro foi “Digital First e a contribuição das plataformas digitais para o trabalho jornalístico”, que contou com a participação de representantes do Google, Facebook e Twitter.  O segundo falou sobre a comunicação que cria laços e o terceiro tratou da comunicação regional do interior. Já o quarto e último debateu a comunicação com foco no local.

“Respeitamos muito a imprensa regional, pois é ela que retrata a problemática, que aponta as necessidades e as aflições da comunidade onde atua. O jornalismo local nos auxilia bastante nas tomadas de decisões. A relevância do jornalismo comunitário, regional, é cada vez maior. Por isso é necessário que esse segmento tenha qualidade, isenção, independência, equilíbrio, vigilância e que seja aberto aos dois lados da história”, comentou o secretário municipal de comunicação, Marcos Sabino.

Setor administrativo de hospital municipal na Mooca paralisa serviço

Funcionários do setor administrativo do hospital municipal Doutor Ignácio Proença de Gouvea, também conhecido como João XXIII, na Mooca, paralisaram o trabalho por cerca de duas horas na tarde de hoje. Os servidores protestaram em busca de valorização da carreira e melhorias salariais.

Eles estão entre os mais de nove mil agentes de apoio, que são servidores considerados de nível básico, e mais de sete mil nas carreiras de nível médio, entre Assistentes de Gestão de Políticas Públicas (AGPPs) e Assistentes de Suporte Técnico (ASTs). Esses agentes trabalham nas subprefeituras, secretarias, hospitais municipais, unidades básicas de saúde, prontos socorros municipais e no serviço funerário.

Segundo o presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de São Paulo (Sindsep), Sergio Antiqueira, que comandou o ato na frente da unidade de saúde, entre os servidores há quem recebe menos de um salário mínimo. “Além da remuneração ser desonrosa, reajustes não acontecem há mais de cinco anos. Os salários estão congelados e esquecidos”, declarou Antiqueira. “Resolvemos fazer este ato na frente do hospital para chamar atenção das autoridades e mostrar as condições para a polução, que não tem conhecimento desse grave problema”, completou

Outra questão levantada foi a não convocação de novos funcionários aprovados em concurso. “No meu setor já aconteceu falecimento de agentes, os quais não foram substituídos. Os que permaneceram tiveram que absorver mais serviço”, denunciou uma servidora do hospital.

O Sindsep afirma que está em negociação com a Prefeitura e as propostas apresentadas até o momento pela administração municipal não foram satisfatórias. Por conta disso um grande ato está sendo organizado para acontecer no próximo dia 19 em frente à sede da Prefeitura, no centro da cidade, com a presença de servidores de todos os setores afetados.

A Prefeitura informou que o funcionamento do hospital não foi prejudicado na tarde de quarta-feira e a Secretaria Municipal de Gestão está empenhada para restabelecer as mesas de negociação. Foi ressaltado que novos encontros com representantes do funcionalismo estão previstos para os dias 10 e 17 deste mês. A administração municipal acrescentou também que o projeto de lei que compreende abonos, o fim da trava para crescimento, entre outras reivindicações das categorias, ainda permanece com efeito sustados na Câmara Municipal.

(Gerson Rodrigues)

Motoristas reclamam de mudança na Sebastião Preto


Sempre que promove uma alteração viária, a justificativa da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) é que a medida visa melhorar as condições de segurança e de fluidez no trânsito local. Passado mais de um mês das mudanças implantadas na rua Sebastião Preto, na Mooca, continua grande a quantidade de motoristas que discorda da CET.

Desde 27 de julho, a rua Sebastião Preto ganhou 44 vagas de estacionamento a 45º. Para a implantação das vagas, a via passou a ter mão única de direção da rua do Oratório para a avenida Paes de Barros. Desde então, a avenida Paes de Barros enfrenta picos de congestionamento no trecho porque todos os veículos que precisam acessar ou cruzar a rua do Oratório acabam canalizados na rua Isabel Dias (foto) – que sempre teve fluxo alto, além de rotatória, semáforo e diversos comércios.

“Beneficiaram pouco mais de 40 proprietários de veículos, sendo que alguns ficam parados o dia todo na Sebastião Preto, e ferraram todo o resto que precisa passar pelo entorno. Impossível entender a ‘engenharia’ da CET”, esbraveja Thiago Assis que utiliza o trecho duas vezes ao dia. “Todo mundo travado na Paes de Barros e depois na Isabel Dias, enquanto a Sebastião Preto fica ociosa, servindo de estacionamento. Absurdo!”, completa.

Um frentista do posto de combustível na esquina da rua Isabel Dias com a avenida Paes de Barros também notou que depois da alteração na Sebastião Preto, o trânsito na Isabel Dias ficou sobrecarregado. Os congestionamentos são diários e os piores períodos são entre 13h e 14h e 17h e 19h.

O empresário Ricardo Xavier, que mora na Mooca há 30 anos, ressalta que a Sebastião Preto sempre foi uma alternativa de acesso para quem estava na Paes de Barros e pretendia acessar a rua do Oratório. “A rua Isabel Dias não comporta essa quantidade extra de veículos. O congestionamento está travando o cruzamento com a Paes de Barros. A CET precisa rever essa mudança”, afirmou.

Sempre que promove uma alteração, a CET também informa que seus agentes vão monitorar o tráfego no local. A reportagem da Folha questionou “se os agentes notaram os problemas levantados pelos motoristas”. A CET respondeu apenas que com a alteração na Sebastião Preto, também foram implementadas medidas na rua Isabel Dias para melhorar a fluidez da via. Uma delas é a restrição de estacionamento das 7h às 20h num lado da via e das 16h às 20h no outro. Ressaltou que os agentes de monitoramento realizam rondas constantes para coibir desrespeitos e garantir o bom fluxo das vias do entorno.

Novo trecho da rua Apiteri está aberto


Desde o último sábado, dia 31, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) liberou o trânsito no novo trecho da rua Apiteri, entre as avenidas Secondino e Anhaia Mello, no Jardim Independência. Na esquina da rua com a Anhaia Mello também foi aberto o canteiro central da avenida, possibilitando aos motoristas as opções de seguir para o sentido bairro ou centro da Anhaia Mello. Foram instalados semáforos no cruzamento.

O trecho foi alvo de muitas reclamações por meses. O prolongamento da rua Apiteri foi construído pelo Metrô em área remanescente do terreno utilizado para unir os trilhos elevados da Linha 15-Prata ao Pátio Oratório de trens. Porém, a empresa responsável pelos trabalhos abandonou as obras no final do ano passado e a via permaneceu interditada e sem segurança por meses, servindo como ponto para usuários de drogas e despejo irregular de lixo. O Metrô rescindiu o contrato com a antiga empresa, que foi multada, e relicitou as obras da Linha 15, inclusive o término da rua Apiteri.

A Prefeitura alegava que enquanto o Metrô não concluísse os trabalhos previstos e entregasse oficialmente a rua, nada podia ser feito por parte do governo municipal.

Alterações viárias

A CET ressaltou que a abertura da via com ligação direta da avenida Oratório para a avenida Anhaia Mello, contribuirá para fluidez do trânsito da região. Confira as alterações viárias promovidas no trecho desde o último dia 31:

– a rua Apiteri passou a ser mão única de direção no sentido da avenida do Oratório para a avenida Secondino.
– entre as avenidas Secondino e Anhaia Mello, a rua Apiteri tem mão dupla.
– foram instalados semáforos na esquina da rua Apiteri com a avenida Anhaia Mello
– abertura do canteiro central da Anhaia Mello com a rua Apiteri, possibilitando ao motorista cruzar para o sentido centro da avenida.

Foram instalados semáforos na esquina da rua Apiteri com a avenida Anhaia Mello. (Fotos: Agência Folha)
Prefeitura proíbe fumar em parques públicos


O prefeito Bruno Covas (PSDB) sancionou nesta sexta-feira, dia 30, a lei aprovada pela Câmara Municipal, que proíbe fumar nos parques públicos municipais da cidade. Fica proibido o consumo de qualquer tipo de produto fumígeno, derivado ou não do tabaco, como cigarros, cigarrilhas, charutos, cachimbos, narguilés, vape, entre outros. Os infratores em ato flagrante estarão sujeitos à multa de R$ 500, aplicada em dobro na reincidência.

“Não combina o uso do cigarro em um espaço que se quer preservar a natureza, conviver com a família, praticar esportes. Não tem nenhuma relação o uso do fumo em espaços como este. Por isso fico muito feliz por sancionar esta iniciativa”, disse o prefeito.

Os detalhes sobre a fiscalização e as formas de autuação serão definidos após a regulamentação da lei, prevista para até 60 dias. Os parques deverão receber placas em que conste o aviso de que ali é proibido fumar, as sanções aplicáveis e os telefones dos órgãos de fiscalização.

A Secretaria do Verde e do Meio Ambiente deverá criar uma área especial dentro dos parques para atendimento aos fumantes, que deverão ser distantes de parques infantis, áreas esportivas e demais locais de alta aglomeração e circulação de pessoas. Estes locais ainda serão definidos pelo Conselho Gestor de cada unidade.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, o Brasil ocupa o oitavo lugar no ranking de número absoluto de fumantes.

Metrô e CET liberam rua no Jardim Independência

Depois de muitas reclamações, finalmente a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) confirmou que será aberto neste sábado, dia 31, o novo trecho da rua Apiteri, entre as avenidas Secondino e Anhaia Mello, no Jardim Independência.

O prolongamento da rua foi construído pelo Metrô em área remanescente do terreno utilizado para unir os trilhos elevados da Linha 15-Prata ao Pátio Oratório de trens. Porém, a empresa responsável pelos trabalhos abandonou as obras no final do ano passado e a via permaneceu interditada por meses servindo como ponto para usuários de drogas e despejo irregular de lixo.

A CET ressaltou que o novo trecho proporcionará ligação direta da avenida Oratório com a avenida Anhaia Mello, contribuindo para fluidez do trânsito da região.

Com a abertura da via, ocorrerão algumas alterações viárias no trecho:

– a rua Apiteri passará a ser mão única de direção no sentido da avenida do Oratório para a avenida Secondino.

– entre as avenidas Secondino e Anhaia Mello, a rua Apiteri terá mão dupla.

– haverá semáforo na esquina da rua Apiteri com a avenida Anhaia Mello

– abertura do canteiro central da Anhaia Mello com a rua Apiteri.

CET vai promover algumas alterações viárias no trecho a partir de amanhã
Obra em área de favela removida da Radial Leste


O prefeito Bruno Covas (PSDB) acompanhou nesta quarta-feira, dia 28, o início da última etapa de revitalização da rua Pires do Rio, no entorno do viaduto Bresser, na Mooca. O trecho às margens da Radial Leste abrigou por cerca de oito anos a Favela do Cimento e foi desocupado em março, em ação de reintegração de posse promovida pela Prefeitura. As obras de recuperação do espaço têm prazo previsto de 90 dias.

“Durante vários anos tivemos aqui a chamada Favela do Cimento e a gestão passada, inclusive, começou a pagar aluguel social sem a contrapartida da saída das famílias. Quando assumimos a Prefeitura, em 2017, começamos as tratativas para poder fazer a reintegração do espaço e conseguimos a autorização judicial no início do ano”, explicou Covas. “Para evitar que isso volte a ocorrer o segredo é ocupar esse espaço com atividades culturais e de lazer. Quanto mais a população local se apropriar desse espaço, melhor”, finalizou.

A Favela do Cimento abrangia uma área de 880 m² considerada de alto risco, por apresentar vulnerabilidade a incêndios e atropelamentos. Chegou a reunir mais de 300 famílias e várias moradias ficavam na beirada do fluxo intenso de veículos da Radial Leste.

Desde a desocupação em março, já ocorreu a revitalização da calçada com a criação de jardins e o plantio de 30 árvores. Agora, a nova etapa das obras de recuperação será viabilizada por meio de emenda parlamentar da vereadora Rute Costa (PSD). Serão investidos R$ 143 mil na região.

O subprefeito da Mooca, Guilherme Brito, que acompanhou a visita, detalhou as mudanças que vão ocorrer no espaço: “Vai se tornar uma praça com pista de caminhada, playground e aparelhos de ginástica. Será uma área de convivência, inclusive com mesinhas para jogos, voltada ao lazer da população”. (Kátia Leite)

Bruno Covas acompanhou o início da última etapa de revitalização da rua Pires do Rio, no entorno do viaduto Bresser, na Mooca.
Estação Jardim Planalto está operando comercialmente


Sétima parada da Linha 15-Prata a entrar em operação, a estação Jardim Planalto foi inaugurada nesta manhã, dia 26, com a presença do governador João Doria (PSDB) e do secretário dos Transportes Metropolitanos, Alexandre Baldy. Após a realização da solenidade, a estação foi liberada aos usuários às 10h.

Ao contrário das demais estações do monotrilho que foram inauguradas funcionando em horário reduzido, a Jardim Planalto está aberta em operação comercial. Funciona de domingo a sexta-feira das 4h40 à 0h e aos sábados das 4h40 à 1h do dia seguinte com cobrança de tarifa.

“A Linha 15-Prata tem uma nova estação sendo inaugurada e colocada em condições de uso pela população já a partir de hoje. Isso representou compromisso com a Zona Leste da capital”, declarou o governador.

“A inauguração da Estação Jardim Planalto é fruto do esforço da gestão de não deixar nenhuma obra paralisada no Estado. Retomamos a construção dessa e de outras três estações em 22 de abril e hoje temos a honra de entregá-la aos trabalhadores. Além disso, demos início neste ano também à construção da Estação Jardim Colonial, programada para 2021”, disse o secretário.

A estação Jardim Planalto estava prevista para ser inaugurada em abril do ano passado, junto com as estações São Lucas, Camilo Haddad, Vila Tolstói e Vila União. Porém, a empresa responsável pela construção da Linha 15 na época não conseguiu concluí-la a tempo e foi multada. Poucos meses depois, a mesma empreiteira abandonou as obras, recebeu nova multa de mais de R$ 7 milhões e o Estado relicitou o contrato para uma nova empresa concluir os trabalhos.

Mesmo sem inaugurar, a estação Jardim Planalto foi destaque na mídia em janeiro passado, quando dois trens colidiram na plataforma. Laudo da comissão de segurança do Metrô concluiu que houve falha humana no acidente.

Nova estação

Localizada na altura do número 10.000 da avenida Sapopemba, a nova estação é totalmente adequada para receber pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Há duas entradas acessíveis, uma em cada lado da via, para facilitar a chegada à estação que está no canteiro central a 16 metros de altura – característica do padrão arquitetônico da Linha 15.

São 6,4 mil m² de área construída, três elevadores, nove escadas rolantes e três fixas, além de banheiros públicos acessíveis. A plataforma é central, com 90 metros de comprimento e portas automáticas de segurança. A parada conta com dois bicicletários, um em cada acesso, que podem receber até 80 bikes.

Linha 15-Prata

A implantação dessa linha tem o custo de R$ 5,4 bilhões, em investimentos exclusivos do Governo do Estado, compreendendo a construção de 15,3 km de vias e 11 estações entre Vila Prudente e Jardim Colonial, além do Pátio de Manutenção Oratório, a compra de 27 trens, sistemas elétricos, de sinalização e controle, e também de três novos terminais de ônibus já entregues na região da Vila Prudente.

De acordo com o Governo do Estado, até o fim deste ano entrarão em funcionamento mais 4 km, com a abertura das estações Sapopemba, Fazenda da Juta e São Mateus. O trecho até a estação Jardim Colonial será entregue em 2021. Quando pronta, de Vila Prudente a Jardim Colonial, a linha atenderá a mais de 400 mil pessoas por dia.

Governador João Doria e o secretário dos Transportes Metropolitanos, Alexandre Baldy, inauguraram a estação nesta manhã. (Fotos: Governo do Estado)

 

Localizada na altura do número 10.000 da avenida Sapopemba, a nova estação tem duas entradas acessíveis, uma em cada lado da via

 

Vila Zelina: celebração dos 30 anos do Caminho do Báltico


A tarde do domingo, dia 25, foi marcada por cerimônia histórica e cultural na Vila Zelina. Como acontece anualmente, a Comunidade Lituana de São Paulo, com grande representatividade no bairro, se reuniu para lembrar o Caminho do Báltico, que completou 30 anos no último dia 23. A solenidade contou com boa participação de imigrantes e seus descendentes da Lituânia, Letônia e Estônia.

Em 1989, um cordão humano de mais de 670 km de cumprimento uniu as capitais dos três países em um protesto pacífico contra a dominação soviética. “Naquela época não existia celular, o rádio era controlado pelos soviéticos e a imprensa não era livre. Não havia a facilidade de comunicação. Fica até difícil de acreditar que o Caminho do Báltico reuniu mais de 2 milhões de pessoas que tiveram muita coragem, porque os territórios ainda eram ocupados e ocorriam perseguições. Vamos honrar essas pessoas”, destacou a Cônsul-Geral da República da Lituânia em São Paulo, Laura Tupe, na abertura do ato cívico que começou na Praça República Lituana e prosseguiu na Paróquia São José de Vila Zelina.

A celebração contou também com a presença da Cônsul Honorária da Letônia no Brasil, Daina Gutmanis. “O Caminho do Báltico não aconteceu só 30 anos atrás. Temos que mantê-lo dentro de nossos corações e sempre dar as mãos para quem precisa”, afirmou. Ela integrou o coral letoniano que veio de Nova Odessa, no interior de São Paulo, especialmente para a comemoração. Entre as canções apresentadas, destaque para o Hino do Caminho Báltico que foi entoado nas línguas dos três países. Também houve apresentações de grupos folclóricos lituanos. (Kátia Leite)

Cônsul Honorária da Letônia no Brasil, Daina Gutmanis, e a Cônsul-Geral da República da Lituânia em São Paulo, Laura Tupe.

 

Solenidade contou com boa participação de imigrantes e seus descendentes da Lituânia, Letônia e Estônia