Pizzarias da região comemoraram o Dia da Pizza com promoções

O prato de origem italiana consiste em um disco de massa, regado com molho de tomate e coberto com ingredientes variados. Muitos historiadores, no entanto, acreditam que a pizza não surgiu na Itália, mas sim entre os antigos povos egípcios e hebreus há mais de seis mil anos, que já naquela época produziam pães que tinham como base a receita da pizza contemporânea.

A cidade de São Paulo, devido a forte imigração italiana e o alto consumo da redonda, é conhecida como a capital nacional da pizza. Estudos apontam que a metrópole é a segunda que mais consome o alimento no mundo, ficando atrás apenas de Nova York.

O Dia da Pizza foi criado em 1985 pelo então secretário estadual de Turismo de São Paulo, Caio Luís Carvalho, e acabou sendo adotado em todo o país. Naquele ano foi realizado um concurso que elegeu as dez melhores receitas de muçarela e marguerita no estado. Empolgado com o sucesso do evento, o secretário escolheu a data do encerramento, 10 de julho, como o dia oficial de celebração.

Desde então, pizzarias costumam fazer festas, promoções ou descontos especiais para os clientes na data. Na região não será diferente.

A tradicional Santa Lucci Pizzas irá festejar em uma parceria com a Folha. O cliente que for ao estabelecimento ou pedir pelo delivery e citar o nome da Folha ganhará borda recheada sem custo adicional. Além disso, quem gastar acima de R$ 50 será presenteado com uma espátula de acrílico para cortar e servir a pizza. Na região, a Santa Lucci possui as unidades Vila Prudente (rua do Orfanato, 735, telefones: 2063-8947 e 2273-7022) e Vila Ema (avenida Vila Ema, 235, telefone: 2911-7766 e 2154-1277). A outra unidade fica na Saúde (avenida Miguel Stefano, 415, telefone: 5585-3351 e 5585-2099). O atendimento acontece das 18h às 23h30.

Nas unidades da Santa Lucci Pizzas, o sabor Brócolis é um dos campeões de venda

Na Sacada Pizzaria, na rua Coronel Joviniano Brandão, 59, Mooca, a noite será de festa. Prestes a completar 45 anos, o estabelecimento realiza evento para 70 convidados, entre autoridades e lideranças da comunidade. A casa também estará aberta ao público e, para comemorar o Dia da Pizza, o valor do tradicional rodízio, com mais de 30 sabores entre doces e salgados, será reduzido de R$ 42 para R$ 39. A pizzaria também conta com o sistema a La Carte com mais de 60 sabores e o delivery. Durante a sua trajetória, a Sacada Pizzaria já recebeu vários prêmios, entre eles, o de Melhor Pizza de calabresa de São Paulo. O estabelecimento abre todas as noites das 18h às 23h30. Reservas e pedidos pelos telefones: 2639-6846 / 2028-0722 / 2028-0798 ou através do Whatsapp: 96602-1484.

Na Sacada Pizzaria, na Mooca, um dos sabores mais pedidos pelos clientes é a Napolitana

Outra opção para comemorar a data é na cantina italiana Stazione Dopo Lavoro, na rua Cananeia, 509, Vila Prudente. A casa preparou um menu especial com as famosas pizzas rústicas, que serão servidas à vontade. Com massa grossa, leve e macia, as pizzas estão divididas em quatro apetitosos sabores: muçarela com funghi, calabresa com páprica picante e requeijão, quatro queijos e a grande novidade, de polpetone fatiado. O valor é R$ 60 por pessoa, com direito a duas entradas (salada italiana e bruschetta), pizzas rústicas à vontade e sobremesa. De cortesia será servida uma taça de vinho chileno para cada cliente. É necessário fazer reserva pelo Whatsapp: 98227-5175 e 98628-2024.

Para aqueles que gostam de encomendar a pizza e retirá-la no balcão, a famosa padaria A Praça, desde 1955 na praça República Lituana, 27, na Vila Zelina, preparou uma promoção especial em comemoração à data. Cinco tradicionais sabores (portuguesa, muçarela, calabresa, milho com muçarela e baiana) terão preço reduzido e custam R$ 32,90, apenas para viagem. A promoção não será válida para o consumo no estabelecimento e no sistema delivery, que funcionará normalmente a partir das 17h oferecendo mais de 50 sabores assados em forno à lenha. Telefones: 2341-6660 / 2345-8880.

Os aficionados por pizza também poderão celebrar a data na tradicional Pizzaria Glutão, na rua Ilansa, 75, Mooca. Com mais de 40 anos de tradição, o estabelecimento produz cerca de 60 sabores que podem ser apreciados no salão ou através do delivery. Telefones: 2215-1660 / 2215-6766 / 3205-1215 / 2061-2826. (Gerson Rodrigues)

Subprefeito de Vila Prudente pede mais participação da comunidade


Há seis meses como subprefeito de Vila Prudente, o engenheiro agrônomo José Antonio Varela Queija, comemora que elevou a posição da subprefeitura no ranking da Prefeitura – elaborado segundo as demandas recebidas e a capacidade da unidade em executar os serviços. Mesmo assim, Queija acredita que a subprefeitura – responsável pelos distritos de Vila Prudente e São Lucas – pode fazer mais pela região. Para isso, depende do engajamento da população. “Estou contente com a melhoria do desempenho da subprefeitura, mas quero maior participação da população. Sinto muita falta disso na região”, destaca Queija.
No dia em que atendeu a reportagem da Folha para a entrevista abaixo, a subprefeitura tinha 105 pedidos de tapa-buraco abertos através dos canais de comunicação oficiais da Prefeitura. “Se circularmos pelas ruas, encontramos quantidade bem maior de buracos. A comunidade precisa criar o hábito de indicar os problemas”, pede o subprefeito.
Como forma de controle das equipes nas ruas, a diretriz do governo municipal é que o serviço só será pago se a solicitação do mesmo constar nos registros. O munícipe recebe inclusive um número de protocolo quando faz a reclamação e pode acompanhar o andamento do pedido. “Evita o antigo problema do caminhão que deixava a subprefeitura carregado de material e metade sumia. Por outro lado, a equipe não pode tapar cinco buracos se o morador da rua pediu apenas para fechar dois deles”, exemplifica Queija. Ele alerta que a baixa solicitação de serviços pode influenciar no orçamento da Subprefeitura. O subprefeito falou ainda sobre outras questões importantes da região.

Folha – Em março, a Vila Prudente enfrentou uma das piores inundações de sua história. Mesmo sabendo que as grandes medidas contra enchentes não são de competência da subprefeitura, é sabido também que só com cobrança contínua essas obras receberão prioridade. O senhor tem participado de discussões nesse sentido com os secretários?
José Antonio Queija
– A enchente de março foi atípica. Além da forte chuva, a região acabou recebendo água das cidades lindeiras porque os piscinões vizinhos também não deram conta. O reservatório da Vila Prudente (Piscinão Guamiranga) é o maior de São Paulo. Na verdade, o piscinão funcionou, mas foi tanta água que não comportou. Muitas pessoas inclusive questionaram se foram abertas as comportas, isso não aconteceu. Extravasou mesmo. Atualmente o piscinão está com o DAEE (Departamento de Águas e Energia Elétrica), do Estado, e existe a proposta de passar para responsabilidade da Prefeitura, para a nossa subprefeitura. Acho que tem que vir para a nossa administração mesmo, contanto que também repassem as verbas. Estamos calculando quanto gastaremos para limpar, porque o próprio DAEE não tem essa informação. Enfim, estamos estudando o custo da manutenção e negociando a transferência. Acredito que se não for esse ano, será no começo do próximo com certeza.

Folha – Qual o motivo dessa transferência do piscinão?
José Antonio Queija
– Acredito que seja porque estamos mais perto, temos mais condições de acompanhar. Além disso, quase todos os piscinões já estão com as manutenções a cargo das respectivas subprefeituras. O da Vila Prudente provavelmente só não passou para o município ainda porque é o maior. Ainda sobre as enchentes, o que tenho de informação dos secretários é que foi aberta a licitação do projeto executivo do piscinão na área do clube Arthur Friedenreich, na avenida Anhaia Mello. É um grande avanço e será construído direto pela Prefeitura, através da Secretaria de Infraestrutura Urbana e Obras. Agora que estamos com as equipes completas, também reforçamos a limpeza, principalmente de bueiros. Embora, como já ressaltei, em março foi uma chuva totalmente atípica e não teria limpeza que daria conta de tanta água.

Folha – Aproveitando essa questão de zeladoria, sabemos que não é um problema pontual da região, as reclamações se acumulam em toda cidade, mas por que aumentaram tanto nesta gestão? Muitos buracos, mato alto nas calçadas, etc.
José Antonio Queija
– Quando chegamos, eu e a minha equipe, pegamos a subprefeitura na 32ª posição, a última entre todas da cidade em uma espécie de ranking controlado pela Secretaria das Subprefeituras, através das demandas que entram e os serviços que conseguem ser executados. Hoje, com a ajuda de todos aqui da unidade, passamos para a 12ª posição, segundo a última atualização que recebi. Também já tivemos um aporte grande do prefeito nos valores de zeladoria. Conseguimos equalizar as equipes, que hoje estão completas, a estrutura e executamos melhor o serviço. Por exemplo, tínhamos 250 toneladas de massa asfáltica por mês para o tapa-buraco, que dá mais ou menos dez toneladas por dia, e conseguimos dobrar para 500 toneladas. Enfrentamos ainda uma forte temporada de chuvas, quando o rendimento de muitos trabalhos não é bom. A Prefeitura também trocou o fornecimento de massa asfáltica, que agora não é mais da Usina de Asfalto, que está sendo fechada, e agora retiramos em Santo André. Ficou mais ágil para a nossa subprefeitura, além do material ser de melhor qualidade. Enfim, com as equipes completas, conseguimos fazer um trabalho mais visível. A zeladoria pode melhorar ainda mais com a participação da comunidade nos encontros que promovemos mensalmente aqui na subprefeitura, nas reuniões de Conseg (Conselhos Comunitários de Segurança) e através de pedidos para os canais da Prefeitura: o telefone 156, o portal e o aplicativo.

Folha – O senhor nota diferença de comportamento em relação às outras subprefeituras em que já atuou?
José Antonio Queija –
Em outras regiões por onde já passei, a população era mais ativa. Além disso, para melhor controle do serviço e da verba, as equipes nas ruas só podem executar o que foi efetivamente solicitado através dos canais oficiais, senão não podemos nem pagar. Está mais burocrático, mas evita problemas do passado, quando caminhões saiam carregados, executavam apenas parte do serviço e o resto do material sumia. Hoje, se a equipe chega à via e encontra dez buracos, mas há pedido para um, só pode tapar esse único. O que estamos fazendo é mandar alguém da equipe vistoriar a rua antes e nós mesmos abrirmos os pedidos pela própria subprefeitura, mas a Prefeitura também está querendo cortar essa prática institucional. Então a comunidade tem que nos auxiliar, reforçando as reclamações. Essa falta de hábito da população local reclamar, pode influenciar inclusive no orçamento da nossa subprefeitura. Se a Prefeitura detecta que temos poucos pedidos, pode entender que a região precisa de menos verba que outras subprefeituras onde a população solicita mais serviços. É como acontece na segurança pública, a polícia não consegue saber onde está o problema, se a vítima não faz o boletim de ocorrência. Se não tem BO, não tem crime.

Folha – Existe previsão de recapeamento de ruas e avenidas?
José Antonio Queija
– Ainda não anunciaram, mas acredito que seremos contemplados na próxima fase, pois já faz um tempo que o serviço não acontece na região.

Folha – O despejo clandestino de entulho é um problema crônico na região. Existe algum estudo da Prefeitura que aponta que a região é mais visada que outras? Que ações podem ser desenvolvidas para minimizar essa situação?
José Antonio Queija
– Todas as áreas lindeiras da cidade são mais problemáticas. São pontos onde o motorista do caminhão consegue desviar de uma grande avenida, entrar em uma rua menos movimentada e faz o despejo. Realmente é um problema crônico e grave. Vamos montar algumas operações noturnas ainda neste mês para tentar pegar essas pessoas. Serão em conjunto com a Guarda Civil Metropolitana e a Polícia Civil, inclusive para fazermos um BO como crime ambiental. A ideia é tentar apreender o caminhão, a máquina e aplicar a multa prevista para este tipo de infração. Também estamos em estudo com o prefeito para conseguirmos multar com uma foto do caminhão basculante. Queremos que a foto passe a ser uma prova para autuação, como se fosse um radar. É mais simples que montar toda uma operação para flagrar. O que não pode é permanecer nessa impunidade. É um problema sério, gastamos muito dinheiro com isso. A gente recolhe o entulho despejado clandestinamente e precisamos pagar para jogar no local certo. Fora o tempo desperdiçado das equipes e o combustível dessas idas e vindas. Posso afirmar que dava para tocar três ou quatro subprefeituras com o orçamento que se gasta com esses pontos viciados na cidade.

Folha – Quais considerações finais o senhor deseja fazer?
José Antonio Queija –
Já começamos a receber as emendas dos parlamentares. O procedimento mudou e agora fazemos a licitação por aqui, então o processo é um pouco mais demorado, mesmo assim já conseguimos dar andamento em três obras. Duas delas de revitalizações em praças: na Padre Damião, na Vila Prudente; na Virgílio Lúcio, na Vila Ema; e a terceira em uma área pública do antigo CDC Pinheirinho, que também inclui a cobertura de uma quadra de futsal. Também já reiniciamos a limpeza de córregos, que ficou um tempo parada. Considero que em relação à subprefeitura, conseguimos colocar o trem no trilho de novo, e volto a repetir que gostaríamos de ter mais participação popular. 

Reunião com a comunidade amanhã na Subprefeitura de Vila Prudente

Acontece nesta quarta-feira, dia 3, na sede da Subprefeitura de Vila Prudente, mais uma reunião de zeladoria com moradores e lideranças dos distritos de Vila Prudente e São Lucas. O encontro, idealizado pelo subprefeito José Antonio Varela Queija, ocorre a partir das 19h na sede da unidade, que fica na avenida do Oratório, 172.

Integrantes de todos os departamentos da subprefeitura estarão presentes para receber demandas e sanar dúvidas dos munícipes. Além disso, ocorrerão as devolutivas das solicitações registradas na reunião do mês passado.

Segundo o subprefeito a intenção é realizar encontros mensalmente com a imprensa regional, lideranças comunitárias e a população. “O objetivo das reuniões é abrir as portas da Subprefeitura e aproximar o diálogo da população com o poder público, dando oportunidade de, juntos, acharmos as melhores soluções para a nossa Vila Prudente”, destaca Queija.

Empresas amanhecem interditadas após grande incêndio na Vila Prudente


O incêndio de grandes proporções ocorrido na noite do sábado, dia 29, em um galpão na rua Cavour, na Vila Prudente, alterou o funcionamento de ao menos três empresas dos arredores nesta segunda-feira, dia 1º. Como as paredes e os telhados dos imóveis vizinhos ficaram sob intenso calor das chamas, existia risco de desmoronamento e os responsáveis aguardavam uma posição da Defesa Civil da Prefeitura.

Conforme a reportagem constatou nesta manhã, funcionários de uma oficina mecânica, de uma indústria de laminação e de uma empresa de plásticos estavam à espera da autorização para iniciar os serviços. Apesar das três empresas estarem na rua Falchi Gianini, os imóveis fazem fundos para o galpão que ficou totalmente incendiado. Além do risco estrutural dos prédios, trabalhadores explicaram que houve prejuízos por conta da enorme quantidade de água que os bombeiros precisaram jogar para conter as chamas – algumas matérias primas foram perdidas e outras podem enferrujar.

Uma equipe da Defesa Civil chegou no local por volta das 10h e encontrou o galpão totalmente destruído (foto acima). A Subprefeitura de Vila Prudente informou que, após vistoria conjunta com a Defesa Civil, foi constatada a necessidade de interdição parcial do imóvel com aproximadamente 2.880 m², com acessos pela rua Cavour e Falchi Gianini. Segundo o órgão, a interdição preventiva foi necessária por falta de condições de estabilidade e segurança da edificação, e das instalações elétricas. O prazo para desinterdição é indeterminado, dependendo da regularização da obra pelo proprietário e atestada pela subprefeitura.

Também foi registrado boletim de ocorrência no 56º Distrito Policial – Vila Alpina e solicitada perícia para o local.

Empresas na rua Falchi Gianini que ficaram sob impacto do intenso calor das chamas aguardavam o laudo da Defesa Civil nesta segunda-feira

 

Galpão na rua Cavour foi totalmente consumido pelas chamas, parte do telhado desmoronou.

 

Muro da estação Camilo Haddad do monotrilho despenca


Um muro da estação Camilo Haddad da Linha 15-Prata do monotrilho despencou na noite do último dia 28 em área de circulação de pedestres. Desde então, o acesso à parada pela rua Monsenhor João José de Azevedo está interditado. A construção que desabou dividia a estação das residências vizinhas. De acordo com a Companhia do Metropolitano de São Paulo – Metrô, ninguém ficou ferido.

O muro caiu sobre a escadaria que os usuários utilizam para acessar a estação inaugurada em abril do ano passado. O trecho tem grande circulação de pessoas, principalmente nos horários de pico da parada. A Folha esteve no local nesta manhã e constatou que os detritos do desabamento foram colocados em caçambas, mas não havia operários trabalhando nos reparos do muro.

O Metrô informou que vai apurar as causas do acidente. A reportagem questionou qual a previsão do acesso ser liberado e aguarda uma posição. (Kátia Leite)

Complexo da Prefeitura na Mooca funciona à base de geradores


O complexo da rua Taquari, na Mooca, está sem energia elétrica há mais de 20 dias. Além da sede da Subprefeitura Mooca, funcionam no espaço uma unidade básica de saúde (UBS), duas escolas municipais, o Clube Escola e uma biblioteca. A Prefeitura mantém geradores no local para que parte da estrutura continue funcionando. Mesmo assim serviços importantes foram prejudicados, entre eles, o setor odontológico da UBS não pode realizar procedimentos mais complexos. Questionado pela Folha na semana passada, o governo municipal informou que o problema seria solucionado em uma semana, mas o serviço no local vai demandar mais tempo.

Não é a primeira vez que o complexo fica sem energia. Em novembro de 2015 o espaço sofreu uma pane elétrica e quatro meses depois continuava dependendo de geradores. A previsão inicial da Prefeitura era que a situação seria normalizada em 25 dias, mas a justificativa na época para o atraso foi que duas cabines primárias de energia estavam sendo reformadas.

As constantes quedas de energia no espaço foram um dos principais motivos para a saída da unidade da Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD) de dentro do complexo em março de 2018, o que causou enormes transtornos para as mães de crianças atendidas. A AACD só retornou à Mooca em janeiro deste ano.

Sobre o atual problema, a Prefeitura informou que na execução da escavação para os reparos elétricos foram encontradas vigas de construções antigas e vários cabos, que foram minuciosamente analisados antes de serem rompidos. A administração municipal ressaltou que, por conta da complexidade na execução da obra, a previsão é de que a finalização dos reparos ocorra nesta semana. A Prefeitura informou ainda que os geradores utilizados para manter o funcionamento dos equipamentos foram cedidos pela São Paulo Turismo (SPTuris), que possui contrato com empresas que fornecem o serviço.(Gerson Rodrigues)

Fim de semana com incêndios na região


O Corpo de Bombeiros trabalhou arduamente na região no fim de semana. Na noite do sábado, dia 29, por volta das 21h20, foram necessárias equipes de 19 viaturas para conter um incêndio de grandes proporções em um galpão na rua Cavour, na Vila Prudente. O fogo colocou em risco imóveis vizinhos nas ruas Falchi Gianini e Itanhaem. De acordo com os bombeiros, não houve vítimas.

Apesar de vários comentários na vizinhança sobre suspeitas de queda de balão, os bombeiros informaram que era impossível determinar a causa. Somente a perícia poderá confirmar a hipótese ou se outro problema no galpão provocou o incêndio. O imóvel acumulava vários artigos de plásticos e outros materiais inflamáveis que fizeram o fogo se propagar rapidamente. As chamas eram vistas de longe na Vila Prudente (foto acima) e moradores de ruas distantes reclamaram nas redes sociais do forte cheiro de fumaça.

Os trabalhos de combate ao incêndio e rescaldo se estenderam pela madrugada. Hoje pela manhã os bombeiros voltaram ao local porque vizinhos identificaram novos focos de incêndio e ainda saia fumaça do galpão. Algumas empresas vizinhas foram interditadas e terão que aguardar laudo da Defesa Civil.

Mooca

Na madrugada do domingo, dia 30, foi registrado outro incêndio na região da Mooca. Por volta das 3h30, os bombeiros deslocaram 12 viaturas para a rua Pirassununga (foto abaixo). O fogo atingiu uma fábrica. O Corpo de Bombeiros informou que não houve vítimas. (Kátia Leite)

UBS Vila Ema ganha nome do médico Dr. Fuad Kassab


Atendendo reivindicação da vereadora Edir Sales, o prefeito assinou decreto, no dia 19 de junho, denominando a UBS Vila Ema em homenagem ao Dr. Fuad Kassab, médico falecido em 2014, que se dedicou por mais de 50 anos à população da Vila Prudente, Vila Ema e região.

A unidade de saúde da Vila Ema não foi escolhida por acaso. Após muitos anos de luta da vereadora, lado a lado com lideranças do bairro para conseguir a construção, hoje a UBS é uma realidade e oferece atendimento de qualidade à população, assim como o Dr. Fuad sempre dedicou aos seus pacientes. “É uma forma de eternizar a gratidão de todos que o conheceram e tiveram a sorte de tê-lo como médico”, afirma a parlamentar.

Nesse meio século dedicado à saúde da região, Dr. Fuad atendeu gerações da mesma família, muitas vezes indo até a casa de seus pacientes, criando assim forte vínculo com os moradores. Kassab tinha a fama de diagnosticar casos difíceis, mesmo sem os exames, que eram mais raros naqueles tempos.

Dos oito filhos que ele deixou, os doutores Paulo, Fábio e Luiza dão continuidade ao seu legado, atendendo com carinho e dedicação na mesma clínica da Vila Prudente, onde o pai construiu essa linda história. Os outros cinco: Nádima, Teresa Cristina, Marta, André Luiz e Fuad Kassab Junior seguiram outros caminhos, mas herdaram do pai o amor pela região.

“Agradeço à vereadora Edir Sales, que encabeçou esse projeto desde o início e brigou para que essa homenagem acontecesse. Papai foi um grande médico, mas um homem extremamente simples. Apesar de muito culto, sempre soube se aproximar dos mais necessitados e dos mais humildes. Exerceu a medicina com enorme capacidade e ética”, ressaltou Dr. Fábio Kassab em nome de toda a família.

Família Kassab reunida com a vereadora Edir Sales durante a assinatura do decreto no último dia 19

 

Dr. Fuad Kassab: meio século dedicado à comunidade da Vila Prudente, Vila Ema e arredores
Linha 15 fechada neste sábado até às 14h


A Companhia do Metropolitano de São Paulo – Metrô informou que amanhã, dia 29, todas as estações da Linha 15-Prata do monotrilho permanecerão fechadas das 4h40 às 14h00 para dar continuidade aos testes programados no sistema de controle de trens.

Durante o horário de interdição, os passageiros que utilizam a Linha 15 serão atendidos gratuitamente por ônibus do sistema PAESE (Plano de Apoio entre Empresas em Situação de Emergência), que circularão entre as estações Vila Prudente e Vila União até a retomada da operação dos trens, às 14h. No domingo, dia 30, a operação no monotrilho volta a ser iniciada no horário habitual, às 4h40.

O Metrô informou também que haverá mudança operacional na Linha 3-Vermelha no domingo, dia 30. Durante o dia todo, a circulação dos trens, no trecho entre as estações Penha e Carrão, acontecerá por uma única via com intervalos maiores entre as composições. De acordo com a Companhia, a medida é necessária para dar prosseguimento às obras de modernização do sistema de sinalização de via. A recomendação do Metrô é que, no domingo, os passageiros utilizem a transferência gratuita para a Linha 11-Coral da CPTM na estação Tatuapé como alternativa em direção a Corinthians/Itaquera.

Prefeitura oferece 600 vagas de emprego


A 13ª edição do Mutirão nos Bairros da Prefeitura acontece neste sábado, dia 29, na área da Subprefeitura Mooca. O serviço leva ações de zeladoria e atendimento dos órgãos municipais às comunidades, através de tendas para atendimento gratuito. A ação será das 9h às 15h na praça Agente Cícero (próximo da estação Brás da CPTM). A  Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Trabalho participa com equipes técnicas do Centro de Apoio ao Trabalho e Empreendedorimo (CATe) e da Agência São Paulo de Desenvolvimento (Ade Sampa) ofertando mais de 600 vagas de emprego e orientação para empreendedores.

Pessoas que estão em busca de um emprego poderão participar de processos seletivos promovidos por três empresas que estarão no local entrevistando candidatos para 450 vagas. As outras 150 vagas serão selecionadas pela equipe do CATe, que encaminhará os candidatos para entrevistas nas empresas durante a próxima semana.

Segundo a secretária de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, Aline Cardoso, as oportunidades são na região. “Todas as vagas que estamos oferecendo são para a região da Mooca, Tatuapé e Vila Prudente. Isso faz com que a população tenha a chance de trabalhar perto de casa, o que facilita o deslocamento do empregado, gera economia para a empresa e melhora a mobilidade da cidade”, explica.

Para participar do processo seletivo no próximo sábado, os candidatos deverão comparecer até hoje, dia 28, às 17h, a uma das unidades do CATe, da região leste, para realizar uma pré-inscrição e receber uma carta de encaminhamento para participar do processo seletivo com as empresas. O candidatos que forem diretamente ao Mutirão no sábado passarão por uma pré-seleção do CATe para cadastramento e verificação da adequação do perfil do trabalhador às exigências dos cargos.

É necessário apresentar RG, CPF, carteira de trabalho e número do PIS. Os dois últimos documentos podem ser feitos na hora, para isso basta apresenar uma foto recente 3×4 para a CTPS. A emissão de carteira de trabalho também será realizada no sábado, durante o Mutirão nos Bairros, tanto para primeira via quanto para segunda, sendo necessário apresentar os documentos já mencionados. No caso de perda ou roubo, deve ser apresentado boletim de ocorrência ou declaração.

Duas das empresas participantes são da área de call center e farão o recrutamento de 200 profissionais para o cargo de operador de telemarketing. Os trabalhadores precisam ter entre o ensino fundamental e o médio completos. Há chances para candidatos sem experiênica e os salários variam entre R$ 998,00 e R$ 1.010,00.

A outra empresa que fará o processo seletivo durante o Mutirão nos Bairros da Mooca necessita de 250 auxiliares de limpeza para área hospitalar. A atividade será desenvolvida na própria região da Mooca. É necessário possuir pelo menos seis meses de experiência na atividade e ter o ensino fundamental completo. O salário é de R$ 1.160,00.

O CATe também disponibilizará, em parceria com a Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência, mais de 90 vagas exclusivas para pessoas com deficiência. Há oportunidades para empacotador, auxiliar de linha de produção, ajudante de cozinha, conferente de  carga e descarga, entre outros. Os salários variam entre R$ 998,00 e R$ 1.638,00, com oportundades para pessoas que não tem conhecimento anterior sobre a ativdade.

Formalização de negócios

O evento também conta com equipes especializadas em orientar quem deseja ser um empreendedor. No local, é possível tirar dúvidas sobre como sair da informalidade, quais as modalidades de negócios e como buscar suporte técnico e financeiro para melhorar o desempenho do empreendimento. A Ade Sampa – Agência São Paulo de Desenvolvimento é responsável por ajudar o empreendedor durante o evento. O público poderá conversar com a equipe técnica para conhecer os demais programas voltados ao desenvolvimento dos negócios como o Programa Vai Tec ou cursos como o Fábrica de Negócios, Mais Mulheres, entre outros.

O Mutirão nos Bairros é uma ação da Prefeitura de São Paulo que conta com a presença de equipes das secretarias municipais de Assistência e Desenvolvimento Social, Direitos Humanos e Cidadania, Saúde, Cultura, Pessoa com Deficiência, de Subprefeituras e Cohab – Companhia Metropolitana de Habitação de São Paulo.