Dia D contra o sarampo neste sábado

Todas as 464 unidades básicas de saúde da cidade estarão abertas amanhã, dia 29, das 8h às 17h, para facilitar o acesso à campanha de vacinação contra o sarampo. O público alvo é composto por jovens entre 15 e 29 anos. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, a faixa-etária foi escolhida porque concentra o maior contingente de pessoas que pode ter deixado de tomar as duas doses da vacina, como prevê o calendário nacional.
Quem não tomou as doses ou tem dúvidas deve comparecer em uma UBS com a caderneta de vacinação. Sempre é necessário apresentar documento de identificação e se possível o cartão SUS.

“A vacina tríplice viral, que protege contra o sarampo, caxumba e rubéola, é eficaz em 97% dos casos e é a única forma de prevenir o contágio com o sarampo, que é uma doença infecciosa de elevado potencial de disseminação”, explica a coordenadora do Programa Municipal de Imunizações, Maria Lígia Nerger.

A tríplice viral é fornecida ao município pelo Programa Nacional de Imunizações, por meio da Secretaria de Estado da Saúde e está disponível durante todo o ano na rede municipal de saúde. A vacina deve ser aplicada em duas doses a partir de um ano de vida da criança até 29 anos de idade. Pessoas de 30 a 59 anos devem receber uma dose. A vacina é contraindicada para mulheres grávidas e indivíduos imunossuprimidos.

O ressurgimento do sarampo nos últimos anos é um fenômeno global, inclusive em países onde a doença já havia sido erradicada. O sarampo é uma doença altamente contagiosa e pode levar à morte.

 

Prefeito se reúne com lideranças na Mooca


Grande parte da agenda oficial de hoje do prefeito Bruno Covas (PSDB) foi cumprida na área da Subprefeitura Mooca. Ele fez visitas surpresas em equipamentos públicos, almoçou em uma tradicional esfiharia, despachou no gabinete do subprefeito Guilherme Brito e atendeu lideranças locais na sede da Imprensa Oficial do Governo do Estado, na rua da Mooca.

A agenda na região começou por volta das 10h. Sem aviso prévio, Covas conferiu os trabalhos na escola municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Anália Franco Bastos, no Belém, e na Unidade Básica de Saúde (UBS) Belenzinho – Marcus Wolosker. Também esteve no Complexo da rua Taquari, que abriga a sede da Subprefeitura Mooca e o Clube Escola, entre outros equipamentos.

“Pelo menos uma vez por semana estou em uma região da cidade. Hoje visitei uma UBS que fica em um prédio histórico e tombado. Desta forma conseguimos escutar funcionários, médicos, pacientes e saber em loco quais são as necessidades. Estive também em uma escola que foi construída ainda na gestão Kassab. De maneira geral a estrutura está boa, mas observei que necessita de algumas melhorias. Além disso, percorri o espaço onde fica a subprefeitura, que é alvo constante de reclamações, para buscar soluções”, explicou o prefeito.

Na sequência Covas se reuniu com vereadores da região e almoçou na Esfiharia Juventus. Além do secretário da Casa Civil, João Jorge, e do secretário executivo do gabinete do prefeito, Fabio Lepique, participaram do encontro o subprefeito da Mooca, Guilherme Brito, e os vereadores Edir Sales (PSD), Ricardo Teixeira (DEM), Adilson Amadeu (PTB), Toninho Paiva (PR), George Hato (MDB) e Rute Costa (PSD).

A agenda continuou na sede da Subprefeitura Mooca, onde despachou e atendeu alguns representantes da população local. “Hoje transferimos o gabinete para a Mooca para ficarmos mais perto da região e receber solicitações que encontram dificuldades para chegar até nós”, comentou Covas.

O compromisso na região terminou no auditório da Imprensa Oficial, onde se reuniu com representantes de associações de bairro, lideranças locais e membros da comunidade. Na audiência foram tratados assuntos polêmicos, como as ciclovias, o barulho durante à noite proporcionado por bares e a antiga reivindicação de um parque público no terreno de quase 100 mil m² entre as ruas Barão de Monte Santo e Dianópolis. Vários integrantes do movimento que luta pela implantação da área verde estiveram presentes e cobraram um posicionamento do prefeito.

Covas se mostrou favorável e afirmou que conhece a causa desde que foi secretário estadual do Verde e Meio Ambiente entre 2011 a 2014. Ele solicitou ao subprefeito da Mooca a criação de uma comissão com cinco integrantes da comunidade para acompanhar a discussão internamente na Prefeitura. “Quanto maior a mobilização e a participação da população, melhor. Mas não basta ajudar a Prefeitura no primeiro momento, que é de buscar formas de aquisição da área. Também é importante a colaboração na segunda etapa, que será a manutenção do espaço. Não adianta criarmos um elefante branco que ficará largado, degradado e sem condições de ser mantido. Quanto maior a participação das pessoas na discussão, saberemos que, mais adiante, a população irá ajudar a buscar parceiros para poder realizar a manutenção”, comentou. (Gerson Rodrigues)

Integrantes de movimento em prol de parque na Mooca com o prefeito
Mutirão dos Bairros acontece sábado na área da Subprefeitura Mooca


O programa Mutirão dos Bairros chega à área da Subprefeitura Mooca neste sábado, dia 29. Das 9h às 15h serão prestados diversos serviços gratuitos à população na praça Agente Cicero, no Brás. 

O público terá acesso às informações sobre seguro desemprego, emissão de carteira de trabalho, cadastramento e encaminhamento às oportunidades de emprego. Haverá orientações sobre como se formalizar como Microempreendedor Individual (MEI), além de outros serviços especializados destinados ao empreendedor em geral. Também será uma oportunidade para renegociar e parcelar débitos com a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp).

Serão oferecidas ainda ações na área de saúde, como vacinação de sarampo e febre amarela e orientações sobre saúde bucal. Uma equipe de Zoonoses da Prefeitura estará fazendo o RG animal e a empresa Pets&Life realizará coleta de sangue para banco de sangue animal.

A programação inclui também atividades infantis com pintura de rosto e brinquedos infláveis. Espaço beleza destinado às mulheres, oferecendo serviços de maquiagem, cabelo, limpeza de pele, acupuntura, alimentação saudável e aproveitamento total dos alimentos. Exposição de confeitaria, distribuição de livros e orientações de educação no trânsito.

Enquanto os serviços são disponibilizados na praça, a Subprefeitura fará um mutirão de zeladoria durante todo o dia no bairro do Brás e nos seus distritos.

Expectativa da vizinhança das futuras estações da Linha 2


No início do mês o governador João Doria (PSDB) anunciou a retomada da expansão da Linha 2 – Verde do metrô. Foram iniciados os projetos executivos do trecho de 8,3 km e oito estações, a partir da Vila Prudente até a Penha. As obras estão previstas para começar no primeiro trimestre de 2020. Na região serão três novas paradas: Orfanato, Água Rasa e Anália Franco – cujos terrenos onde serão construídas já tiveram todos os antigos imóveis demolidos. Nesta semana a reportagem da Folha esteve nas imediações dos locais que receberão as três estações e conversou com moradores e comerciantes. As opiniões foram positivas em relação à melhoria da mobilidade, mas divergentes sobre as consequências de contar com uma parada de metrô nas proximidades.

Morador da rua Doutor Sanareli, o aposentado Francisco Peixoto, acredita que, além de facilitar a locomoção das pessoas pela cidade, seu imóvel será bastante valorizado. “Como estou aposentado vou com menos frequência para a região da avenida Paulista e para o centro da cidade, mas muitos vizinhos ainda trabalham nesses locais e serão favorecidos. Por muito pouco minha residência não foi desapropriada pelo Metrô e espero que agora ela valorize”, comentou.

Quem também enxerga de forma positiva é o proprietário de uma lanchonete na rua do Orfanato, próximo ao cruzamento com a rua do Oratório, onde será construída a estação Orfanato (foto). “Para o meu negócio a expectativa é a melhor possível. Atualmente servimos cerca de 60 almoços por dia. Pretendemos dobrar essa quantidade atendendo os operários da obra e, depois, as pessoas que forem acessar o metrô”, declarou o comerciante Antônio Pereira.

Já o dono de uma loja de cosméticos na rua do Orfanato, também nas proximidades da futura parada, acredita que a redondeza terá problemas. “É evidente que o transporte irá ajudar a locomoção, mas as consequências para quem trabalha ou reside próximo a uma parada serão ruins. Os crimes tendem a aumentar por conta da movimentação de pessoas, carros serão estacionados em qualquer lugar, o valor do aluguel deve aumentar, assim como a bagunça. Os usuários de metrô estão sempre com pressa e não devem querer entrar em alguma loja”, opinou o comerciante Fábio Gonçalves.

Água Rasa
Nas imediações da futura estação Água Rasa, na avenida Sapopemba, a vizinhança também possui opiniões distintas. Enquanto alguns comerciantes esperam ter aumento de faturamento com a movimentação de pessoas, moradores temem perder a tranquilidade e enfrentar o crescimento de crimes nas imediações. “O progresso, de forma organizada, sempre é bem-vindo. Como estou em frente ao local onde deve ser erguida a estação, minha visibilidade vai aumentar e, consequentemente, espero receber mais clientes”, argumentou o proprietário de uma loja de autopeças, Ruy Santos Júnior.

A dona de casa Iraci do Nascimento está receosa. Ela reside na rua Maximiano há mais de 30 anos em um imóvel a poucos metros dos terrenos que abrigarão a estação. “O bairro sempre foi muito pacato, as pessoas se conhecem e quase não escutamos falar de crimes. Tenho medo que a criminalidade venha junto com o metrô, assim como o comércio de ambulantes e a sujeira nas ruas”, comentou.

Anália Franco
As imediações dos terrenos que receberão a estação Anália Franco, nas proximidades da avenida Abel Ferreira, possuem perfil diferente das paradas Orfanato e Água Rasa: quase não há residências no entorno e os comércios e empresas predominam. Os proprietários de estabelecimentos ouvidos pela Folha demonstram expectativa positiva.  “Atualmente, muitos dos nossos clientes são pacientes e funcionários dos dois hospitais que ficam aqui perto. Futuramente outras pessoas começarão a passar por aqui e os comércios serão beneficiados”, afirmou Antonio Souza, responsável por um restaurante.

Proprietário de uma lanchonete, Jamil Carvalho, tem a mesma opinião. “Ficamos muito felizes com o anúncio do governador. Os terrenos estão abandonados, com mato alto e causando problemas. Com a retomada das obras, a presença dos operários já pode nos ajudar e quando a estação for aberta, ainda mais. Esperamos ter cerca de 30 a 40% de aumento no faturamento”, comentou.

Prolongamento da linha e a valorização imobiliária

Todas as regiões da cidade que receberam estações de metrô registraram valorização do preço do metro quadrado das imediações. A afirmação é do economista chefe do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi – SP), Celso Petrucci.

“Com o veloz progresso da cidade, cada vez mais as pessoas procuram morar perto de estações do metrô para ganharem tempo e qualidade em seus deslocamentos. Esse é um dos principais motivos para a valorização dos imóveis”, comentou Petrucci à reportagem da Folha nesta semana.

Ainda segundo ele, a legislação sobre zoneamento da cidade permite que em um raio de 450 metros das estações seja aplicada a outorga onerosa – concessão emitida pela Prefeitura para que o proprietário de um imóvel edifique acima do limite estabelecido, mediante contrapartida financeira. “Comprovadamente a expansão do metrô impulsiona muito o setor imobiliário”, concluiu. (Gerson Rodrigues)

 

Círculo de Vila Prudente elege nova diretoria

No último dia 17, em Assembleia Geral Ordinária, associados do Círculo de Trabalhadores de Vila Prudente elegeram a Diretoria e o Conselho Fiscal que comandarão a entidade no próximo triênio. A Assembleia foi presidida por João Rosa, representando a Federação de Trabalhadores Cristãos do Estado de São Paulo.

A chapa foi eleita por aclamação por ser a única a concorrer, ficando assim constituída: Diretoria: Presidente – Newton Zadra; 1º vice-presidente – Antônio Carrieri; 2º vice-presidente – Maldi Maurutto; 3º vice-presidente – Irineu de Mula; 4º vice-presidente – Domingos Sanches.  Secretaria Geral – Janaína B.S. Valente Cerdeira; 1ª secretária – Cecília Pedro Barbosa; 2º secretário – Renato S. Chiantelli. Tesoureiro Geral – Domingos O. Chiomento, 1º tesoureiro – Oldenil Zanoni; 2º tesoureiro – Emílio Carlos Pizzo. Diretora Social – Maria Thereza das Neves de Mello. Assistente Religioso – Luiz Guglielmo. Conselho Fiscal – Emir Pizzo, Marco Antônio Valezini, Salvador Patané, Gilson Rodrigues e José Luis Retondini.

Antes do pleito foi exibido filme institucional do Círculo mostrando os programas desenvolvidos pela instituição: Círculo Saúde, Colégio João XXIII, Centro da Criança e do Adolescente Projeto Construindo o Futuro, Orquestra Infantojuvenil de Vila Prudente, NAISPD Nossa Escola, Nossa Cooperarte, Centro de Convivência e Acolhida de Famílias Damião de Molokai, Polo de Prevenção á Violência Doméstica e Sexual, Grupo de Terceira Idade Os Sapecas, Grupo Harmonia, Coral Os Rouxinóis, Sociedade de Poetas de Vila Prudente.

Monotrilho fechado no feriado para testes

O trecho entre as estações Vila União e Vila Prudente da linha 15 – Prata do monotrilho estará fora de operação nesta quinta-feira, dia 20, das 4h20 às 16h. A interdição ocorre para a realização de testes no sistema.

Para garantir o deslocamento dos usuários entre as estações, a pedido da Companhia do Metropolitano de São Paulo – Metrô, a São Paulo Transportes (SPTrans) implantará o Plano de Atendimento entre Empresas de Transporte em Situação de Emergência (Paese), que oferece ônibus para a realização do trajeto.

A SPTrans colocará a disposição a linha especial Estação Vila União – Estação Vila Prudente, que irá operar com 15 veículos.

A orientação aos usuários será de responsabilidade do Metrô, que indicará o local de embarque nas estações e atuará também no monitoramento da operação, em parceria com a empresa Via Sudeste, realizando os ajustes operacionais necessários.

Matagal e sujeira barram pedestres

Olhando a foto fica até difícil de acreditar que se trata de uma importante passagem em pleno centro urbano. O trecho fica entre as ruas do Orfanato e Montesina, onde existe o viaduto sobre a avenida Salim Farah Maluf. Deveria servir de acesso para pedestres, inclusive para pais e mães que levam seus filhos para uma escola municipal nas proximidades. Porém, ninguém se atreve a passar pelo local, muito menos com crianças. Matagal e todo tipo de lixo estão pelo caminho.

“Há cerca de três meses registramos pedidos na Prefeitura, através do 156, para providenciarem o corte do mato e a limpeza. O prazo para providências era de um mês, mas até agora não fizeram nada. Está intransitável, além de ser um possível criadouro para o mosquito transmissor da dengue”, comenta Rodrigo Sette. Ele ressalta ainda que o trabalho da Prefeitura na região está deixando muito a desejar. “Vemos praças e canteiros abandonados, ruas esburacadas, entulho em vias públicas”, comenta.

A reportagem foi até a passagem nesta semana e constatou o abandono do poder público. “Acabo andando bem mais com o meu filho, sempre que preciso levá-lo e buscá-lo na escola. Além do transtorno, é um mau exemplo para uma criança. Até ele já me perguntou porque ninguém limpa esse espaço. É um desrespeito com a população”, afirma Juraci de Souza.

Cobrada pela Folha, a Subprefeitura Mooca informou que uma equipe de limpeza irá ao local até a próxima segunda-feira, dia 24, e realizará os serviços necessários. (Kátia Leite)

 

 

Juventus estreia na Copa Paulista domingo na Javari

Em preparação desde o início de maio, a equipe do Moleque Travesso enfrenta o Corinthians – que está com o time sub-23 – na estreia da Copa Paulista. A partida acontece neste domingo, às 10h, no estádio da rua Javari. O torneio conta com 24 clubes e tem novo formato de disputa. O campeão escolhe vaga na Copa do Brasil ou na Série D do Brasileirão do próximo ano.

Nesta edição, a competição terá uma fase a mais de grupos e os times serão divididos em quatro chaves. Os quatro melhores de cada grupo se classificam para a etapa posterior, que terá quadrangulares de quatro times, com os dois melhores avançando. Os oito classificados serão divididos em outros dois quadrangulares e os dois primeiros de cada se classificam para fazer a semifinal e, em seguida, a final, prevista para acontecer dia 30 de novembro.

O treinador da equipe juventina, Alex Alves, mantido no cargo depois do Paulista Série A2, tem grande expectativa no bom desempenho do time. “Estamos entrando na competição para buscar melhores resultados, já que no ano passado saímos na segunda fase do torneio. O nosso objetivo inicial é tentar chegar nas etapas finais e dar alegria ao nosso torcedor. Queríamos ter conseguido no Paulista, mas acabamos desclassificados. Agora é o momento de voarmos mais alto”, declarou o treinador.

Para o diretor de futebol, Raudnei Anversa Freire, que retornou ao cargo no início deste mês assim que a nova diretoria assumiu, o Juventus entra forte na competição e com dois objetivos. “Primeiramente vamos brigar por bons resultados e, consequentemente, o título. Depois vamos observar e avaliar os jovens jogadores que utilizaremos já pensando no Campeonato Paulista da Série A-2 do próximo ano”, comentou. “A equipe foi mantida com 70% dos atletas que atuaram na última competição e mesclaremos com garotos da base. Vamos buscar uma colocação que condiz com o que o clube representa dentro do futebol paulista e esperamos contar com o apoio da torcida”, completou.

Divisão das equipes por grupos

O Juventus está no Grupo 3 composto por: Portuguesa, Desportivo Brasil, Taubaté, Nacional e Corinthians. O Grupo 1 conta com Batatais, Linense, Votuporanguense (atual campeão), Comercial, Ferroviária e Mirassol. O Grupo 2 tem Inter de Limeira, Velo Clube, Noroeste, XV de Piracicaba, Rio Claro e Atibaia. O Grupo 4 é composto por Ponte Preta, São Caetano, Água Santa, Santo André, São Bernardo e Grêmio Osasco. (Gerson Rodrigues)

Usuários relatam problemas no Parque Sabesp

Inaugurado em setembro de 2014, o Parque Sabesp Mooca “Radialista Fiori Gigliotti”, na avenida Paes de Barros, 2.107, é um importante espaço para o lazer, prática esportiva e de convivência para os cerca de 75 mil moradores da Mooca, além de ser uma das raras áreas verdes da região. No entanto, frequentadores apontam falhas no serviço de manutenção.

Um dos problemas relatados é quanto aos bebedouros espalhados pelos 21 mil m² do parque. “Em todos os pontos para beber água havia dois equipamentos. Há alguns meses muitos foram removidos e ficou apenas um em cada ponto, o que tem atrapalhado bastante devido ao fluxo de pessoas”, comentou o aposentado Rubens Rodrigues, que utiliza o parque diariamente.

Outra questão criticada é a situação do solo, que, segundo os frequentadores, está cada vez mais ressecado e sem vida. “Desde a inauguração do parque parece que o solo nunca foi adubado, pois todo material orgânico, como folhas, galhos e cascas de árvores, é recolhido, colocado em caçambas e levados para aterros sanitários. Por conta disso, o solo, vai fiando cada vez mais pobre em nutrientes e ressecado”, completou Rodrigues.

A remoção das cadeiras espreguiçadeiras, que eram bastante utilizadas, principalmente por mães que levam seus filhos para brincarem no playground, também causou insatisfação. Outra insatisfação é com o espelho d’água, que, segundo os usuários do parque, está sem utilidade.

A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), responsável pela construção e manutenção do parque, informou que os bebedouros removidos estavam com defeito e já foi iniciado o processo de compra de novos equipamentos, que serão repostos em breve. Foi ressaltado que as espreguiçadeiras foram recolhidas por causa do uso inadequado por parte de usuários mais jovens, mas serão recolocadas. Em relação ao tratamento do solo, a Companhia esclareceu que vai iniciar a instalação de uma composteira para a decomposição de materiais orgânicos e está em contato com a arquiteta do parque para rever o projeto do espelho d`água com o objetivo de tornar o espaço mais útil, seguro e agradável.

Vila Prudente amanhece sem metrô e monotrilho


A Vila Prudente foi bastante atingida nesta manhã pela paralisação dos transportes públicos. Até o momento, a estação Vila Prudente da Linha 2 – Verde de metrô continua sem previsão para entrar em operação. A estação Tamanduateí de metrô também está fechada. De acordo com a Companhia do Metropolitano de São Paulo – Metrô, atualmente a Linha 2 funciona apenas no trecho entre as estações Alto do Ipiranga e Vila Madalena. A Linha 15 – Prata do monotrilho está totalmente parada.

De acordo com o Metrô, até a entrada dos funcionários do turno da tarde, às 14h, não há previsão de mais estações começarem a funcionar.

A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) informa que todas as suas linhas estão operando normalmente.

Várias linhas de ônibus estão operando na região, mas em algumas delas está bastante difícil para conseguir embarcar, principalmente nas que atendem o ponto da avenida Anhaia Mello, sentido centro, em frente às estações Vila Prudente de metrô e monotrilho. (Kátia Leite)