Apesar das queixas, rua Inácio não tem previsão de recapeamento

“Há pouco tempo, quando andei de avião pela primeira vez, fui despreocupada com o problema de turbulência, pois já estou acostumada com as sacudidas quando passo pela rua onde moro”, ironiza a dona de casa Maria Helena, que reside na rua Inácio, na Vila Zelina, há cerca de 60 anos. Ela se refere ao asfalto do trecho entre a praça República Lituana e a rua das Roseiras, onde há anos só aumentam as ondulações por causa dos remendos de tapa-buracos. De acordo com os moradores, não faltam pedidos de recapeamento protocolados na Prefeitura Regional Vila Prudente. Mas a notícia não é boa para os residentes e motoristas que utilizam a Inácio: a Secretaria Municipal das Prefeituras Regionais não deu uma previsão de quando a rua será recapeada.

“Foi anunciado o programa Asfalto Novo pela Prefeitura e a rua Inácio, que precisa urgente do recapeamento, não foi contemplada. Agora, nem Deus sabe quando os nossos pedidos serão atendidos”, declarou a dona de casa Cristina Assis, que reside há mais de 30 anos na via.

A aposentada Armanda Pinheiro, que mora na Inácio desde 1960, engrossa o coro das reclamações. “Além dos veículos e caminhões, três linhas de ônibus, sendo alguns articulados, passam nesta rua, que é destino para quem vai ao ABC. Embora o tráfego seja intenso, a Prefeitura não dá atenção. As operações de tapa-buraco prejudicam ainda mais, pois o asfalto já está cheio de ondulações. Precisa de recapeamento, mas estamos esquecidos. Já fizemos até abaixo-assinado, que foi entregue para a Prefeitura em 2012 e entregamos de novo em 2014 e em 2016”, relatou Armanda.

A trepidação provocada pelos veículos pesados em contato com o asfalto ruim é outro problema e vem provocando rachaduras nas paredes e tetos das residências. “Durante a noite é ainda pior. Os ônibus trafegam em alta velocidade e quando passam pelos desníveis, minha casa trepida muito. Além das rachaduras, já aconteceu até dos vidros quebrarem”, contou a dona de casa Palmira Beloni, que afirma já ter gasto bastante dinheiro para consertar as paredes de sua casa.

A primeira etapa do Asfalto Novo começou em novembro passado e deve ser concluída em abril. A segunda etapa do programa será iniciada neste mês e a rua Inácio não está incluída. De acordo com a Secretaria Municipal das Prefeituras Regionais, a via “poderá ser contemplada nas próximas fases do programa”. (Gerson Rodrigues)

População questiona qualidade do recapeamento na Ibitirama

No final de janeiro, algumas poucas ruas da região começaram a receber o programa Asfalto Novo. Na Vila Prudente, a maltratada rua Ibitirama, que ainda tinha trechos em paralelepípedo, foi acertadamente uma das escolhidas para receber o recapeamento. No entanto, o serviço ainda está em andamento nas imediações do Largo de Vila Prudente e a população começou a questionar a qualidade do trabalho executado no trecho entre a avenida Dr. Francisco Mesquita e a altura do número 1.400 da Ibitirama.

Em alguns pontos o asfalto já apresenta desgaste e pequenos buracos começaram a surgir. “Se esse é o serviço final, bastam algumas chuvas fortes para surgirem problemas maiores. Espero que a Prefeitura reveja esses pontos”, comenta o morador da Vila Bela, Richard Bindewald, que passa sempre pela Ibitirama. “Precisava muito desse recapeamento, mas tem que ser bem feito. Pena que a minha rua, a Pitinga, não será atendida e está com o asfalto péssimo”, completa.

Outra questão que vem preocupando os moradores da rua é que todas as tampas dos poços de visita e inspeção da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) sumiram sob o asfalto. “Aqui na frente tinha uma tampa da Sabesp e cobriram com asfalto. Se acontecer uma emergência, terão que quebrar tudo às pressas”, comenta o funcionário de um condomínio residencial na altura do número 2.200.

A Folha também encontrou entradas de bocas de lobo mal feitas e guias que parecem rebaixadas, apesar de não ser entrada ou saída de garagens.

“Está muito melhor do que antes, mas espero que a Prefeitura faça uma detalhada inspeção antes de liberar a empresa responsável”, comenta o morador da Vila Zelina, Paulo Scuttine, que trabalha em São Caetano do Sul e agora a Ibitirama faz parte da sua rota diária. “Antes, até mudava o caminho às vezes para evitar a Ibitirama, mas a escolha desta rua para o recapeamento foi ótima”, ressalta.

A Sabesp explicou que os poços de visita são utilizados pela Companhia para realizar manutenção preventiva em redes de água e esgoto. Ressaltou que de acordo com o edital do Programa Asfalto Novo, de responsabilidade da Prefeitura, a empresa contratada para a execução dos serviços também é responsável por nivelar as tampas dos poços de visita com o asfalto. A reportagem percorreu a rua da Mooca, que também está recebendo o programa, e encontrou vários poços de visita da Sabesp.

A Secretaria Municipal das Prefeituras Regionais informou que as empresas já foram notificadas pela Prefeitura para executar o nivelamento dos tampões dos poços visita que ficaram encobertos e que alguns dos buracos existentes pela Ibitirama indicam justamente as localizações desses poços. Informou também que a rua Ibitirama recebeu recuperação de 2.115 metros de sarjeta e foram utilizados 2.130 toneladas de massa asfáltica. Foi ressaltado ainda que o programa Asfalto Novo recuperou 2.100 metros da via e, caso ocorra alguma irregularidade, novos reparos serão executados. (Kátia Leite)

Prefeitura limpa complexo da rua Taquari e tenta retirar sem-tetos

Desde a sexta-feira, dia 9, o complexo da Prefeitura na rua Taquari, na Mooca, é alvo de uma ampla operação de zeladoria. A ação envolve as secretarias de Esporte, de Assistência Social e das Prefeituras Regionais, com o apoio da Guarda Civil Metropolitana (GCM).

Além da limpeza da área e da poda de mais de 700 árvores, a intenção é realizar o encaminhamento dos moradores em situação de rua que vivem no local para Centros Temporários de Acolhimentos (CTA).  O problema social já foi alvo de reportagens da Folha que mostrou que enquanto os sem-tetos aumentavam nas alamedas do complexo, moradores da região deixavam de frequentar o espaço que além da sede da Prefeitura Regional Mooca, abriga o Clube Escola, uma unidade básica de saúde, uma biblioteca e duas escolas municipais.

Segundo a Prefeitura, até o final da tarde da última quarta-feira, dia 14, oito toneladas de lixo foram retiradas do espaço. Foi ressaltado também que, durante a operação neste mês, 107 pessoas que viviam no local foram acolhidas e encaminhadas para abrigos municipais. A Prefeitura informou ainda que em um ano reduziu em 80% o número de moradores em situação de rua que moram no complexo. Questionada, a administração municipal não precisou o número exato de pessoas que vivam no local e quantos continuam no espaço.

Para o empresário e morador da Mooca, Rafael Eduardo Passos Arantes, que em fevereiro do ano passado foi um dos organizadores de uma voluntária ação de limpeza do espaço, a iniciativa da Prefeitura, além de proporcionar uma vida mais digna aos moradores em situação de rua, fará com que a comunidade volte a frequentar o local. “Os moradores da região precisam retornar ao clube, praticar atividade física, andar com cachorros, fazer caminhadas. A comunidade precisa usufruir deste local público. Com essa operação da Prefeitura acredito que as pessoas voltem a utilizar a área”, declarou. “O complexo não é um lugar para servir de moradia e isso não pode ser permitido, inclusive para a segurança dessas pessoas que fazem do espaço suas residências. A Prefeitura tem a obrigação de não permitir essa situação e deve agir sem nenhum tipo de violência, com assistência social e encaminhamentos para locais apropriados”, completou Arantes.

Viaduto Bresser

Sobre os baixos do viaduto Bresser, que está tomado por moradores em situação de rua há quase cinco anos, a Prefeitura informou que possui cadastro de todas as famílias instaladas no local e mantém contato frequente, oferecendo auxílios e disponibilizando vagas nos centros de acolhida. Foi ressaltado que um grupo de trabalho discute periodicamente alternativas de atendimento para essas famílias. No entanto, não foi dado qualquer tipo de prazo para uma ação no local, que também é alvo de muita contestação.

 

Metrô afirma que não há rachaduras em pilares do monotrilho

Nos últimos dias, circularam intensamente pelas redes sociais imagens dos pilares de concreto da Linha 15-Prata do monotrilho com manchas pretas que parecem rachaduras. Os pilares retratados ficam no único trecho em funcionamento entre as estações Vila Prudente e Oratório, mais precisamente na altura da avenida Salim Farah Maluf, onde existe o viaduto.

A Folha recebeu vários questionamentos de usuários do transporte e moradores da região, principalmente sobre segurança.  Com a interdição total do monotrilho por quatro dias no final da semana passada, aumentou ainda mais o temor da população, apesar da Companhia do Metropolitano de São Paulo – Metrô informar que a paralisação foi para testes.

De acordo com o Metrô, “não há rachaduras e as imperfeições observadas em alguns dos pilares do monotrilho não comprometem a segurança da estrutura”. Ainda de acordo com a Companhia, as marcas são de “desgaste na película de verniz que com a água da chuva e o acúmulo de agentes poluentes provocam o escurecimento naquele ponto”.

O Metrô informou que a limpeza e posterior correção com aplicação de novo verniz será iniciada a partir da próxima semana. Garantiu ainda que “os passageiros podem ficar tranquilos e fazer a viagem normalmente no trecho Oratório – Vila Prudente”. (Kátia Leite)

Policiais militares realizam parto dentro de veículo

Dois policiais da 4ª Companhia do 21º Batalhão de Polícia Militar tiveram uma manhã diferente hoje. O cabo Di Tilia e o soldado Félix realizaram o parto de uma menina no interior de um veículo na rua Coelho Neto, Vila Prudente.

De acordo com os policiais, eles estavam estacionados na esquina da rua com a avenida Anhaia Mello quando foram abordados pelo pai da criança. “O homem estava bastante assustado e pediu nosso auxílio. Quando chegamos até o veículo, o bebê já estava nascendo. Realizamos os procedimentos necessários e ajudamos a retirar a menina. Desenrolamos o cordão umbilical do pescoço e assim que a viramos de lado, ela começou a chorar. Foi uma mistura de sensações. Ao mesmo tempo que estávamos muito alegres, precisamos manter o foco para agirmos da forma mais correta”, contou o cabo Di Tilia.

Os policiais acompanharam os pais e a criança até o posto do Corpo de Bombeiros de Vila Prudente, próximo ao local, onde foram realizados os procedimentos emergenciais. “Depois que os bombeiros verificaram que a mãe e a bebê estavam seguros, as duas foram levadas pelo Resgate ao hospital estadual de Vila Alpina, onde foram atendidas e passam bem. Graças a Deus deu tudo certo!”, completou o cabo. De acordo com os policiais, a criança recebeu o nome de Mirela.

 

Conselho do Juventus não aprova impeachment da presidência

Aconteceu na noite de ontem, dia 12, a reunião extraordinária do Conselho Deliberativo do Clube Atlético Juventus para votar o impeachment do presidente Domingos Sanches e do vice Saulo Moisés Franciscon. Apesar da tensão nos bastidores, a reunião e a votação transcorreram normalmente. Para o afastamento seria necessário dois terços dos votos dos conselheiros, mas como o número não foi atingido, a diretoria executiva continuará no comando do clube até o final da gestão em maio de 2019.

Dos 180 conselheiros do clube, 161 compareceram à reunião extraordinária e 157 puderam votar. Após a Comissão de Sindicância dar parecer favorável ao processo de impeachment e o advogado da presidência do clube apresentar a defesa, foi aberta a votação, que, por conta do estatuto, aconteceu de forma secreta. Do total de votos, 86 foram a favor do impeachment e 69 defenderam a permanência da atual diretoria executiva. Um conselheiro votou branco e outro anulou o voto. Para o atual presidente ser impedido de continuar no cargo seriam necessários 104 votos.

O processo de impeachment foi aberto pelo Conselho Deliberativo após a divulgação de áudios gravados pelo ex-diretor de marketing do clube, que apontavam a suposta tentativa da diretoria executiva de maquiar prejuízos oriundos de eventos malsucedidos antes de apresentá-los ao Conselho do clube.

Após o término da apuração dos votos na noite de ontem, o presidente do Conselho Deliberativo, Itamar Colombini, anunciou a continuidade de Domingos Sanches e Saulo Moisés Francsicon em seus respectivos cargos.

Problemas em prédio de escola estadual preocupam pais

A situação estrutural do prédio da escola estadual Professora Julia Macedo Pantoja, em Vila Prudente, tem provocado apreensão em pais e alunos. Segundo eles, há muros com rachaduras, telhas quebradas, o telhado possui infiltrações e gradis de proteção da unidade estão enferrujados, o que pode colocar em risco a segurança dos estudantes. Os pais contam que a escola não recebe benfeitorias há muito tempo, embora diversas solicitações já foram feitas à Secretaria de Educação do Estado.

A moradora da região, Simone Lima Cardoso, mãe de uma aluna do 5º ano do ensino fundamental, conta que em dias de chuva a preocupação aumenta. “Além das goteiras, principalmente na quadra esportiva, as infiltrações de água ficam mais evidentes por causa das rachaduras. A nossa maior preocupação é com as trincas no muro que fica na rua Fidelis Papini, pois serve de parede para algumas salas de aula. Temos receio que este muro desabe e atinja os alunos. Alguma coisa precisa ser feita com urgência”, pede Simone.

Outro problema que também causa temor é a situação dos alambrados da quadra que, segundo os pais, estão totalmente enferrujados. As paredes da quadra possuem diversas marcas de ferrugem que escorrem dos gradis (foto acima). Além disso, de acordo com relatos, o telhado possui telhas quebradas, o que provoca goteiras na quadra. “Os alunos podem escorregar nas poças e se machucarem. A Secretaria de Educação precisa dar  mais atenção para esta escola”, conta outra mãe que não quis divulgar o nome.

A Secretaria de Educação do Estado informou que engenheiros da Fundação para o Desenvolvimento da Educação, setor responsável por verificar avarias em prédios escolares, estiveram na escola nesta semana e afirmaram em laudo que não há risco de queda do muro. Foi ressaltado que será feito orçamento para contratar empresa que realizará os serviços necessários no muro, no telhado e para solucionar as infiltrações. (Gerson Rodrigues)

Obra do CEU suspensa por mais 120 dias

Interrompidas desde maio do ano passado, as obras de construção do Centro Educacional Unificado (CEU) Vila Prudente nas dependências do Clube Escola Vila Alpina devem permanecer paradas por, pelo menos, mais 120 dias. A Secretaria Municipal de Serviços e Obras publicou no Diário Oficial do Munícipio, nos últimos dias 2 e 3, decretos que prorrogam a suspensão dos trabalhos até junho. Herdado da gestão de Fernando Haddad (PT), o enorme esqueleto de prédio continua sem prazo para ser concluído no governo de João Doria (PSDB).

Nos decretos, além do CEU Vila Prudente, estão incluídos também os CEUs Taipas e Pinheirinho D`Água, na zona norte, e Parque do Carmo, na zona leste. Segundo a publicação, é a quarta vez que a retomada das obras é suspensa desde em maio de 2017.

Além do desperdício de verba pública com a construção parada e exposta aos fatores climáticos, outro problema é que vários equipamentos do Clube Escola continuam fechados, como as piscinas e o ginásio poliesportivo. Para construção também foram destruídas as quadras, um campo de futebol e mais de 260 árvores foram arrancadas.

A Secretaria Municipal de Educação informou que “diante do montante de obras que estavam inacabadas e sem orçamento previsto no início de 2017, a atual gestão priorizou a retomada de obras de unidades de educação infantil”. Foi ressaltado que 26 obras foram reiniciadas, entre elas, quatro creches e uma pré-escola já inaugurada. O órgão esclareceu ainda que a gestão desenvolveu um plano para retomar as obras dos CEUs a partir deste ano.

Questionada sobre os equipamentos inutilizados do Clube Escola Vila Alpina, a Secretaria Municipal de Esportes informou que está realizando uma força tarefa, junto com a Prefeitura Regional de Vila Prudente, para realizar a manutenção do ginásio e do campo para que voltem a ser utilizados. Nada foi informado sobre as piscinas que passaram mais um verão sem atender a comunidade.

Grelhas são furtadas de terminal de ônibus

Na edição passada, a Folha mostrou o alagamento que interrompeu a operação no Terminal Norte de ônibus, construído entre a avenida Anhaia Mello e a rua Trocari, na Vila Prudente. Nesta semana, o espaço sofreu furto das grelhas de proteção de caixas de passagens no solo, que futuramente abrigarão totens. Os passageiros tiveram que redobrar a atenção para não caírem em diversos buracos ao longo do terminal, todos bem próximos dos pontos de descida dos coletivos e também da passagem para deficientes visuais. Na tarde da quarta-feira, dia 7, vários cones sinalizavam as falhas.

O Terminal Norte foi construído pelo Metrô e é operado pela São Paulo Transportes (SPTrans). De acordo com a companhia do metroviário, essas caixas de passagens foram previstas em projeto para uso da própria operadora e ressaltou que todas foram entregues com as grelhas de proteção de metal.
O Metrô informou ainda que está providenciando tampas provisórias para evitar acidentes até que a SPTrans instale os totens de direcionamento previstos para serem ligados a partir dessas caixas.

O Terminal Norte é o único dos três previstos para a avenida Anhaia Mello que já teve as obras concluídas. O objetivo é servirem de integração com as estações Vila Prudente do metrô e monotrilho

Monotrilho só volta a funcionar na segunda-feira

Desde às 14h de hoje as estações Vila Prudente e Oratório da Linha 15-Prata do monotrilho estão fechadas. As duas paradas ficarão sem operar até a meia-noite do domingo, dia 11. O atendimento aos usuários será retomado a partir das 4h40 da segunda-feira, dia 12.

A Companhia do Metrô justificou a paralisação para a “continuidade dos testes do novo sistema de controle dos trens”. De acordo com a nota publicada no site da companhia, esses testes são necessários para a emissão de certificado de segurança para operação de mais 6,5 km de monotrilho e cinco novas estações da Linha 15: São Lucas, Camilo Haddad, Vila Tolstói, Vila União e Jardim Planalto.

O Metrô informou ainda que, além de cartazes nas paradas e informativos nas redes sociais, utilizou o sistema de som das estações e dos trens para avisar sobre a paralisação das operações. Durante o período de interdição, os usuários serão atendidos gratuitamente por ônibus do sistema PAESE (Plano de Apoio entre Empresas em Situação de Emergência), que circularão no trecho entre as estações Oratório e Vila Prudente.

Mesmo com os avisos, muitos usuários foram pegos de surpresa e também reclamaram da longa fila para embarcar em um dos ônibus do sistema PAESE na noite de ontem. “Não uso o monotrilho todos os dias e me deparei com o acesso fechado quando desembarquei do metrô. É um absurdo ainda precisarem fazer tantos testes”, reclama o aposentado Wagner Pereira. “E essa oferta de ônibus gratuitos também não funciona nos horários de pico. A fila estava grande e fica confuso para encontrar o ônibus por causa dos outros pontos que existem próximo da estação”, completa.

Aviso na estação Vila Prudente do metrô