Problema na Linha 15-Prata de monotrilho aconteceu no início da tarde desta terça-feira, dia 6, entre as estações Oratório e São Lucas.
Por volta das 13h, um trem apresentou falha e ficou parado na via. Conforme a Folha apurou, os passageiros ficaram com medo de choque com outro trem, acionaram os botões de emergência e acessaram a passarela ao lado dos trilhos.
Durante todo o ocorrido, nos canais oficiais do Metrô, constava apenas que a operação na Linha 15 era realizada com velocidade reduzida e maior tempo de parada dos trens nas estações.
Questionada pela Folha, o Metrô encaminhou a seguinte nota: “Das 13h às 14h, os trens circularam com restrição de velocidade devido à necessidade de transbordo dos passageiros de um trem com falha entre as estações Oratório e São Lucas para outra composição, que vinha em seguida. Os passageiros acionaram o dispositivo de emergência do trem sem aguardar as orientações do Metrô e desceram à passarela de emergência. Imediatamente, outra composição foi enviada para atender aos passageiros e seguir viagem. Funcionários auxiliaram no processo e todos os protocolos de segurança foram rigorosamente seguidos”. Foi ressaltado ainda que: “Em ocorrências como essa, uma composição precisa se aproximar da outra, de forma segura, para fazer o transbordo dos passageiros”.
Operação automatizada
Além de operar sem maquinista nos trens, desde o ano passado o Metrô iniciou a transição para o sistema de operação totalmente automatizado – quando não terá mais controladores embarcados dentro dos trens. Apesar dos protestos de metroviários, a Companhia defende que a medida é segura e trará benefícios como o aumento da frota em circulação.
O Metrô afirma ainda que a Linha 15 foi projetada desde o início para operar no modo UTO – Unattended Train Operation, tecnologia que permite que os trens operem de forma remota, semelhante ao modelo utilizado na Linha 4-Amarela.





Total indignação com esse serviço público.
Segundo relatos de vários passageiros, este trem apresentou problemas e retornou sentido contrário e quase colidiu com o outro trem que vinha atrás, os passageiros ao perceber começaram a gritar desesperados e o botão de emergência foi acionado.
Já na e a primeira falha deste sistema autônomo e provavelmente não Será a última, parece até que a empresa está esperando acontecer uma tragédia para tomar providências.
Na minha opinião, o fato de o Metrô retirar os operadores nada tem haver com maior circulação de trens como alega na reportagem, mas sim, em economizar e facilitar para a privatização pois já diminuíram os investimentos e agora estão diminuindo os custos com folha de pagamento.
No Rio de janeiro essa política privatizou o metrô e hoje a passagem já custa 7,90 com o novo aumento, após este governo privatizar as linhas públicas que restam, o governo irá cortar subsídios que repassam a essas empresas e as passagens irão aumentar sobrando para os usuários pagar.
Pesquisem sobre os subsídios que Tarcísio faz para essas empresas e saberão o quanto de investimentos ele faz em cada empresa de transporte público.
Esse monotrilho nunca funcionou direito, desde sua implementacao. Deveriam cobrar multas gigantescas de quem vendeu esta porcaria de trem