Intoxicação e morte: polícia indicia os sócios da academia

Uma aula de natação terminou em tragédia no último sábado, dia 7, na unidade Parque São Lucas da rede de academias C4 Gym. Os alunos precisaram sair às pressas da piscina após intoxicação. A professora Juliana Faustino Basseto, de 27 anos, que residia na Vila Ema, foi para o hospital passando muito mal e não resistiu. O marido dela, Vinícius de Oliveira, de 31 anos, que também estava na piscina, continua internado na UTI em estado grave com quadro de insuficiência respiratória.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, ao todo sete alunos sofreram intoxicações. Quatro continuavam internados até ontem, dia 12.

Familiares de Juliana viveram momentos de angustia entre a internação e a morte. Tentaram desesperadamente contato com os responsáveis pela academia para saber qual produto foi utilizado e causou a intoxicação, o que poderia auxiliar os médicos no tratamento. Mas, a academia foi fechada após o ocorrido e ninguém retornou. Ela foi sepultada na tarde da segunda-feira, dia 9, no Cemitério Quarta Parada.

Família e amigos de Juliana vão fazer uma vigília em memória nesta sexta-feira, dia 13, às 18h, em frente à academia. Pedem que todos levem uma vela e uma flor em homenagem.

Investigações

A investigação foi assumida pela equipe do 42º Distrito Policial – Parque São Lucas e na noite da última quarta-feira, dia 11, o delegado titular Alexandre Bento indiciou por homicídio com dolo eventual os donos da academia – Cesar Bertolo Cruz, Celso Bertolo Cruz e Cezar Miquelof Terração. Também pediu a prisão dos três e o Ministério Público se manifestou favorável. Até o fechamento desta matéria aguardava-se a decisão da Justiça. Conforme o Direito Penal, dolo eventual é quando a pessoa prevê que sua atitude pode causar a morte, mas mesmo assim decide agir.

O indiciamento ocorreu após os sócios compareceram à sede da delegacia para prestarem depoimentos. Durante as investigações, a polícia constatou que um colaborador da academia, sem especialização técnica, fazia o tratamento da água da piscina recebendo orientações dos proprietários para o uso de produtos químicos, após mandar fotos pelo celular. Entre os alunos, ele era conhecido como o manobrista da unidade.

No dia da tragédia o funcionário é visto manipulando os produtos químicos e levando um balde para a área da piscina. A academia também funcionava sem alvará .

Em coletiva ontem, dia 12, o delegado titular destacou que durante os depoimentos, os sócios “pouco disseram e o pouco que falaram foi na tentativa de culpar o colaborador”. Também destacou que não apresentaram o livro com as anotações sobre a piscina, que é obrigatório e deve estar à disposição inclusive dos alunos.

Desde o domingo, dia 8, a Folha tentou contato com os responsáveis pela unidade São Lucas da C4 Gym. (Kátia Leite)

A professora Juliana Faustino Basseto, de 27 anos, que residia na Vila Ema, foi para o hospital passando muito mal e não resistiu. O marido dela, Vinícius de Oliveira, de 31 anos, que também estava na piscina, continua internado na UTI em estado grave com quadro de insuficiência respiratória. Foto: Divulgação família.

 

 

Construção do piscinão: queixas pelo ritmo da obra

Moradores do entorno da obra de construção do reservatório contra enchentes na avenida Anhaia Mello, na Vila Prudente, estão indignados com o atraso e o ritmo de trabalho da empresa contratada para o serviço. Imagens que chegam à Folha mostram poucos trabalhadores e pouca movimentação de maquinários no canteiro.

Em vídeo e foto enviados por Denis Titato, que reside em um prédio em frente à obra, ele relata que em plena 10h50 da sexta-feira passada, dia 6, praticamente não se via movimentação no local. Ele também conta que passam dias sem sair caminhões de terras do canteiro.

Iniciada no segundo semestre de 2024, na área do Centro Esportivo Arthur Friedenreich, a obra tinha prazo de entrega para agosto de 2026. Agora, foi prorrogado para o segundo semestre de 2027. O contrato também encareceu R$ 12 milhões.
O usuário do espaço esportivo e morador da Vila Alpina, Márcio Santos, reclama da promessa não cumprida. “Destruíram uma área importante para a população com a conversa de que seria devolvida logo e totalmente revitalizada. Se passaram dois anos e por enquanto, só vimos a matança das árvores”, afirma.

Outro lado

A Prefeitura, por meio da SPObras, informa que as obras seguem em andamento, atualmente na etapa de implantação de estacas e execução de paredes diafragma plásticas. A nota explica que “tratam-se de serviços que exigem equipes especializadas e métodos construtivos específicos, não demandando, necessariamente, grande movimentação contínua de máquinas de terraplenagem”.

De acordo com a SPObras, atualmente, a obra conta com 52 trabalhadores, entre funcionários diretos e indiretos, e 14 equipamentos em operação. Considera “quantitativos compatíveis com a fase executiva do empreendimento”.

Por fim, foi explicado que o ritmo das atividades pode sofrer variações temporárias em função das condições climáticas e das características técnicas da obra, com equipes e equipamentos dimensionados de acordo com cada etapa do cronograma.
Sobre o atraso, foi informado que ocorreu em razão da necessidade de execução de serviços adicionais identificados ao longo da obra, como remoção de postes de concreto, incluindo demolição, carga e transporte; a utilização de argamassa de coulis para a execução de paredes diafragma plásticas; adequações nas armaduras das estacas dos pilares; além de questões relacionadas à Licença Ambiental de Instalação. (Kátia Leite)

Foto da sexta-feira, dia 6, às 10h50: praticamente não se via movimentação no local. Foto: Denis Titato

 

Bloco Búfalos homenageia Newton Zadra

O Bloco Búfalos de Vila Prudente já virou tradição no carnaval de rua da região. O desfile está marcado para o próximo domingo, dia 15, com concentração a partir das 12h na rua José dos Reis, altura da praça Santa Helena. As apresentações musicais acontecem das 13h às 17h.

Neste ano, o destaque será a homenagem ao presidente do Círculo de Trabalhadores e da Folha, Newton Zadra, de 89 anos, que estará no bloco às 15h. Abadás distribuídos aos foliões foram ilustrados com a capa do livro de autoria de Zadra, no qual fez o mais completo registro sobre a história de Vila Prudente. Banners também vão contar um pouco da trajetória do homenageado.

“O Zadra contribuiu para o crescimento de Vila Prudente, sempre à frente das lutas em prol do bairro. Também apoiou times de futebol de várzea, o carnaval e a cultura da região. Estamos felizes em poder homenageá-lo”, destaca o presidente do Bloco Búfalos, Joubert Rossini.

Entre as principais realizações, Zadra foi o idealizador e liderou o movimento em prol do Parque Profª Lydia Natalizio Diogo, o Parque de Vila Prudente. Também lançou a luta pelo Parque da Mooca, em fase de implantação. Outro importante destaque foi o engajamento para que a Linha 2-Verde do metrô não desviasse da Vila Prudente para o ABC.

Para animar o bloco haverá a bateria Búfalos, DJ, a Banda Sacarolha de marchinhas carnavalescas e a participação da escola de samba Uirapuru da Mooca.

Mais blocos

Outro tradicional bloco da região, o Morro da Vila Alpina, desfila na terça-feira, dia 17, a partir das 13h, na rua Junquilhos, 510.

O programação completa do carnaval de São Paulo pode ser acessada no site: www.carnavalsp.com

Nova licitação para concluir estações da Linha 2 na região

O Metrô publicou na última terça-feira, dia 3, uma nova licitação para conseguir concluir as obras civis das estações Orfanato e Santa Clara (foto) do prolongamento da Linha 2-Verde, além do túnel que liga a estação Vila Prudente ao poço na rua Falchi Gianini.

O contrato com o consórcio responsável pelas obras no trecho já teve um aditivo de R$ 16 milhões e atingiu o limite legal para reajustes. Por isso, houve alteração no escopo original do projeto e a nova concorrência, ainda sem valor anunciado, envolve serviços de acabamento e outras intervenções civis que foram excluídas do contrato.

O novo edital lançado pelo Metrô será através de licitação eletrônica pelo menor preço com sessão pública marcada para 20 de março. A empresa vencedora terá prazo de 25 meses para execução dos trabalhos a contar da assinatura do contrato e a emissão da ordem de serviço. Esse prazo empurra a finalização das estações para 2028 enquanto a promessa atual é entregar em 2027.

Questionado pela Folha, o Metrô afirma que a contratação complementar “é feita justamente para manter a prioridade da obra estrutural e cumprir com a meta de entrega, que não foi alterada”. Destacou ainda que o procedimento está em acordo com a legislação de contratação por empresas estatais e é recorrente em empreendimentos de alta complexidade, em que algumas necessidades de intervenções são identificadas somente ao longo da execução da obra, levando ao acréscimo de atividades e à realização de aditivos para garantir a continuidade dos trabalhos. (Kátia Leite)

Foto: Marcia Alves / Metrô SP

Carnaval: Blocos de Rua animam o fim de semana

A cidade tem programação intensa neste pré-carnaval. Na região também haverá blocos nas ruas.

Na área da Subprefeitura Vila Prudente, o Bloco Conselho do Samba desfila neste sábado, dia 7. Concentração a partir das 13h na rua dos Gerânios, na Vila Alpina.

Na área da Subprefeitura Mooca um dos destaques é o tradicional Bloco Batuca Bresser, promovido pelo Arsenal da Esperança, que desfila neste sábado, dia 7, das 16h às 17h, na rua Dr. Almeida Lima, 900. A concentração será a partir das 15h e o tema deste ano é “Batida da Esperança”.

Na região da Mooca desfilam também o Bloco Pedra no Rim no sábado, dia 7, das 14h às 18h, na rua Itapira, 144; e o Bloco Belém Belém Agora Eu Tô de Bem no sábado, dia 7, das 12h às 17h, na rua Taquari, 1360.

A Prefeitura montou um site com a programação completa do Carnaval paulistano: www.carnavalsp.com

Reforma de praça na Vila Zelina gera questionamentos

Além da demora, pois começou há mais de dois meses, a reforma da Praça República Lituana, na Vila Zelina, é alvo de outros questionamentos de comerciantes e moradores. A Prefeitura continua sem informar o valor da obra e no local também não existe placa com o descritivo dos serviços.

“A intervenção pode ser boa para a região. Mas é estranho porque não tem placa informando o básico: quem está fazendo, o que será feito, quanto vai custar, qual o prazo, qual é o processo e de onde vem o dinheiro” comenta o promotor de vendas, Kleber Rocha. “O lugar está cercado, tem serviço acontecendo, mas não tem informação para a população. Já protocolei pedido de esclarecimentos e nada”, completa Rocha que também reclama de bancos desnivelados na obra.

Na semana passada, a Subprefeitura Vila Prudente (SUB-VP) respondeu à Folha que os trabalhos na praça incluem reforma do piso, bancos e mesas, implantação de floreira suspensa, reforma de rampas de acessibilidade, instalação de piso tátil e novo paisagismo. Não foi informado o valor dos trabalhos.

Cobrada novamente nesta semana sobre a falta de placa e o custo da obra, a resposta foi que “as intervenções estão sendo executadas por equipes próprias de logradouro já contratadas pela Subprefeitura. Por não se tratar de obra realizada por empresa terceirizada, não há obrigatoriedade de instalação de placa informativa”. Ainda segundo a SUB-VP, o cronograma segue dentro do previsto, com conclusão estimada para este mês.

Prefeitura toma posse da área do futuro parque

A batalha comunitária de mais de 15 anos pelo Parque Vila Ema teve importante vitória nesta semana. Na manhã da quarta-feira, dia 28, a Prefeitura tomou posse oficialmente do terreno de quase 17 mil m² na esquina da rua Batuns com a avenida Vila Ema. O espaço pertencia à uma grande construtora, cujo projeto era erguer torres residenciais na área que ainda abriga vegetação nativa da Mata Atlântica e vários animais.

Com a presença de um oficial do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo e de representante da Procuradoria Geral do Município, as chaves do terreno foram entregues à Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente. O secretário Rodrigo Ashiuchi esteve presente. O processo de desapropriação do terreno, até então de propriedade da Tecnisa, foi finalizado após a Prefeitura quitar em dezembro o valor de mais de R$ 7,1 milhões com base em perícia judicial.

No passado, o local foi uma chácara de imigrantes alemães. A Folha acompanha e apoia essa história desde junho de 2010, quando foi o primeiro órgão de imprensa a publicar matéria sobre o início da mobilização dos vizinhos do espaço verde contra o projeto da construtora. Na última quarta-feira, também acompanhou a abertura dos portões para a vistoria da área e a assinatura do Auto de Constatação e Imissão de Posse.

Houve grande presença de integrantes do Movimento Viva o Parque Vila Ema, constituído e fortalecido ao longo dos anos para garantir a preservação da fauna e da flora. “Todo esse pessoal aqui está de parabéns! Foram muitos atos e abraços simbólicos nessa área, muitos abaixo-assinados. Muitas visitas à Secretaria do Verde e ao Ministério Público. Agora vamos abrir esse parque!”, destacou o coordenador e morador da Vila Ema, Fernando Salvio.

Próximos passos

Ainda não há previsão para inauguração do Parque Vila Ema, mas o secretário do Verde e Meio Ambiente, Rodrigo Ashiuchi, afirmou à Folha que o processo para contratação da empresa que fará os trabalhos será acelerado e o dinheiro para implantação está reservado. A obra está estimada em R$ 10 milhões.

“Dentro de 15 a 20 dias vamos lançar o edital da obra, se não houve recursos dos participantes do certame, esperamos ter a empresa vencedora até o final de abril e voltar aqui para assinar o contrato de implantação”, explicou Ashiuchi. “O projeto do parque já foi elaborado pela Secretaria, vai preservar a fauna e a flora do local, e o prefeito Ricardo Nunes autorizou a verba”, completou.

O secretário afirmou ainda que o futuro parque será administrado pela Prefeitura e contará com equipes de manutenção e segurança. (Kátia Leite)

Integrantes do movimento em prol do parque acompanharam a vistoria da área na quarta-feira

 

Secretário do Verde e Meio Ambiente, Rodrigo Ashiuchi, mostra as chaves do terreno
Estação Tamanduateí ganha espaço de coworking e estúdio

Desde o último dia 22, a estação Tamanduateí da Linha 2 – Verde do Metrô ganhou um espaço gratuito de coworking, que favorece o trabalho fora de um escritório tradicional e auxilia muitos empreendedores. É a primeira unidade do tipo instalada em uma estação metroferroviária.

A área oferece infraestrutura completa. Conta com 18 estações de trabalho, sendo oito com computadores e dez para uso com equipamentos próprios. Tem ainda Wi-Fi gratuito e uma sala de reunião com capacidade para até sete pessoas.

O espaço fica aberto de segunda a sexta-feira, exceto feriados, das 10h às 19h. Para utilizar, é necessário realizar agendamento pelo site: app.adesampa.com.br.

A nova área na estação Tamanduateí conta ainda com um estúdio do Sampa Cast, voltado para gravações de podcasts e videocasts. Também deve ser agendada a utilização pelo site: app.adesampa.com.br /estúdios-de-gravação/.

A iniciativa é uma parceria entre o Metrô e a ADE SAMPA – Agência São Paulo de Desenvolvimento da Prefeitura. O novo posto integra a rede municipal de coworkings públicos TEIA, que já conta com mais de 20 unidades espalhadas pela cidade.

 

Entrega de piscinão na Anhaia Mello vai atrasar

Iniciada no segundo semestre de 2024, a construção do piscinão na avenida Anhaia Mello tinha prazo de entrega para agosto de 2026. Questionada sobre o andamento dos trabalhos após as últimas enchentes no corredor viário, a Prefeitura alegou que, agora, a conclusão da obra está prevista para o segundo semestre de 2027.

Além do salto de, no mínimo, um ano na entrega do reservatório que pode conter as cheias do córrego da Mooca, que passa sob a Anhaia Mello; a obra também encareceu R$ 12 milhões. O investimento inicial anunciado era de R$ 166,6 milhões e o valor atual da obra é de R$ 178,5 milhões, segundo a Prefeitura.

A capacidade do equipamento continua a mesma: 134,5 milhões de litros de água, equivalente a 54 piscinas olímpicas. A construção ocorre na esquina da avenida Jacinto Menezes, na área do Centro Esportivo Arthur Friedenreich.

A Prefeitura, através da SPObras, justificou que, durante a execução da obra, foram identificados acréscimos de serviços necessários ao andamento do empreendimento. Entre eles, citou “a remoção de postes de concreto, incluindo demolição, carga e transporte; a utilização de argamassa de coulis para a execução de paredes diafragma plásticas; adequações nas armaduras das estacas dos pilares e intervenções relacionadas ao atendimento das condicionantes da Licença Ambiental de Instalação (LAI)”.

Na semana passada, a Anhaia Mello e arredores registraram duas enchentes. Além do corredor viário tomado pela água em diversos trechos, na quinta-feira, dia 15, veículos ficaram submersos na rua Bento Sabino dos Reis, na Vila Ema. No sábado, dia 17, a cheia foi ainda mais violenta. Ocupantes de veículos precisaram subir nos capôs dos carros alagados na rua Américo Vespucci, na Vila Prudente. Moradores dos prédios do entorno flagraram a cena e acionaram os bombeiros. Passageiros também não conseguiam sair da estação Vila Prudente e de várias paradas da Linha 15-Prata.

Morador das proximidades do futuro piscinão enviou à Folha uma foto da obra às 11h40 da última segunda-feira, dia 19, destacando que até aquele momento não havia saído caminhão de terra. “As pessoas estão sendo enganadas, acreditando que ainda esse ano a obra fica pronta e coberta com os campos de futebol e a pista de cooper”, destaca Denis Titato, que praticava corrida no centro esportivo. (Kátia Leite)

Usuários reclamam de poças de água na estação Vila Prudente

A estação Vila Prudente de metrô passou por recente reforma, porém nos dias de chuvas há trechos empoçados e com goteiras. Na noite do último sábado, dia 17, a reportagem da Folha flagrou poças no piso da plataforma da Linha 2 – Verde, complicando a fila de acesso para uma das escadas rolante. Também havia outra grande poça no mezanino.

“É bastante complicado e perigoso com a plataforma cheia, todo mundo com pressa para os compromissos, ainda ter que ficar desviando de poças de água e goteiras dentro da estação”, reclama a enfermeira Renata Lins, moradora da Vila Prudente. “Alguém pode escorregar e se machucar”, completa.

Questionado, o Metrô respondeu que “essas infiltrações ocorrem em razão de falhas pontuais de vedação na cobertura em vidro da estação, as quais tendem a se intensificar sob condições de chuvas fortes e atípicas”. Esclareceu que não há qualquer risco estrutural às instalações.

O Metrô afirmou ainda que mantém acompanhamento técnico contínuo da situação e está programando ações para sanar este problema. Enquanto isso, “as equipes seguem monitorando o local e adotando medidas preventivas e corretivas com o objetivo de minimizar eventuais impactos aos passageiros”. (Kátia Leite)