Durante cerca de duas horas na noite de ontem, dia 12, o viaduto Alcântara Machado, na divisa da Mooca com o Brás, sofreu o impacto das chamas de um grande incêndio ocorrido na parte de baixo, onde mais de 100 famílias ocupavam a área.
O equipamento permaneceu totalmente bloqueado, em ambos os sentidos, desde a noite de ontem até cerca das 11h desta sexta-feira, dia 13. Sobrou apenas a marginal do viaduto para comportar o trânsito neste período. Congestionamentos se espalham por toda a região nesta manhã .
O fogo nos baixos do viaduto começou por volta das 19h e foi controlado pelo Corpo de Bombeiros depois das 21h. Foram utilizadas 13 viaturas na operação que foi encerrada somente depois das 23h. Não houve vítimas.
De acordo com a Prefeitura, 103 famílias viviam no local. A Secretaria de Assistência Social ofereceu os abrigos municipais para os desalojados, mas segundo o governo municipal, apenas uma pessoa aceitou o acolhimento. “É uma área em que desde o início da gestão a gente vem tratando da reintegração de posse e esse é um daqueles casos em que tentamos acordo no poder judiciário e, às vésperas de marcarmos a ação, temos essa fatalidade”, explicou o prefeito Bruno Covas (PSDB) que esteve no local na noite de ontem.
Neste final de semana serão executados serviços de limpeza, onde houve o incêndio, e corpos de prova (amostra de material) começarão a ser retirados da estrutura do viaduto para passarem por análise.
Marcas do grande incêndio no viaduto na manhã desta sexta-feira. (Foto: Edson Lopes Jr. / Secom)
Professores, funcionários, pais e alunos estão indignados com a informação de que a Prefeitura vai fechar definitivamente a escola municipal de educação fundamental (EMEF) Visconde de Taunay – que funcionou por quase de 50 anos na avenida Casa Grande, no Sapopemba.
Conforme relatos de professores e funcionários que procuraram a Folha, em 2016 o prédio da escola apresentou problemas estruturais e os alunos foram remanejados para outras unidades “para dar início à reforma”. “A obra nunca começou. Fecharam a escola, largaram um bom tempo sem segurança e o prédio foi invadido e vandalizado. Levaram quase tudo que tinha ficado. Hoje, além da obra estrutural, a Prefeitura teria que gastar bem mais por causa desse período de descaso”, relata uma professora que pediu para não ser identificada. “É um imenso imóvel, uma escola importante, com uma história na região e agora, só gera transtornos para a vizinhança. Estamos muito revoltados com a posição da Prefeitura”, completa.
Funcionárias e mães relatam que na época do remanejamento dos alunos, estudantes do Ensino Fundamental II foram colocados em escolas mais distantes e os responsáveis precisaram pedir transferência definitiva para uma unidade mais próxima. Enquanto isso, novas salas não eram abertas em nome da escola. “Foi um desmonte orquestrado pela Prefeitura. Apesar das reclamações e cobranças, a reforma nunca era iniciada e fomos perdendo os alunos para outras unidades, além dos que se formaram. Agora, fica fácil para a Secretaria alegar que não tem demanda. Mas, é difícil de acreditar que isso aconteça em uma região populosa como o Sapopemba. É uma decisão arbitrária do governo. Ninguém foi ouvido”, relata uma funcionária.
Na semana passada, mesmo com o frio e debaixo da chuva, aconteceu um protesto em frente à escola que reuniu pais, crianças e professores. O professor e vereador Toninho Vespoli (PSOL) também esteve presente. “Era uma escola bem avaliada na região, uma escola de qualidade”, destacou. A Folha ouviu histórias de mãe que formou os três filhos no local e não se conforma com a atual situação e de ex-alunos que acreditavam que seus filhos também estudariam na unidade.
Com gritos de “Reabra a nossa escola”, crianças seguravam cartazes. Depois todos deram as mãos e formaram um abraço simbólico no prédio.
O que diz a Secretaria
A Folha questionou a Secretaria Municipal de Educação e a resposta foi que “a Diretoria Regional de Educação de São Mateus, após verificar a existência de problemas estruturais na EMEF Visconde de Taunay, decidiu pelo fechamento da unidade em 2016”. De acordo com a nota, todos os matriculados na unidade foram transferidos para a EMEF Rubens Paiva e a EMEF Brasílio Machado.
Apesar de ser a primeira pergunta feita pela reportagem, não foi explicado porque a reforma para corrigir os problemas estruturais nunca foi iniciada.
Ainda segundo a nota da Secretaria, desde 2017 uma empresa contratada realiza a segurança no local. Por fim, foi mencionado que a Diretoria Regional “estuda adequar o espaço para outra modalidade de ensino respeitando as prioridades e demandas da região”.
Não foram destacados prazos para a conclusão desse estudo e nem para o início das obras previstas desde 2016.
Protesto em frente à escola na semana passada, comunidade escolar alega que nunca foi ouvida pela Prefeitura. (Foto: assessoria vereador Toninho Vespoli)
Na manhã de hoje o governador João Dória (PSDB) inaugurou oficialmente as novas instalações do 8º Distrito Policial, que fica na rua Sapucaia, 206, na Mooca. A delegacia, que estava em reforma desde maio do ano passado e vinha funcionando provisoriamente na região central da cidade, é responsável pelos bairros do Brás, Belenzinho e parte da Mooca. Participaram da cerimônia o secretário estadual da Segurança Pública, general João Camilo Pires de Campos, o Delegado Geral da Polícia Civil, Ruy Gerraz Fontes, além de outras autoridades policiais e parlamentares. O prefeito Bruno Covas (PSDB) também esteve presente.
O Governo do Estado investiu R$ 4,6 milhões nas obras que permitiram a reforma e ampliação da estrutura para a melhoria das condições de trabalho dos policiais e do atendimento ao público. Mais de 70 mil pessoas moram na área abrangida pela unidade, além da população do entorno.
A delegacia, construída em área total de 1.250 m², recebeu nova mobília e equipamentos de informática. O local passou a contar com 25 salas e 10 banheiros, além de sanitários privativos, cofre para drogas, sala de meios de reconhecimento, salas para atendimento à população e 11 celas. A carceragem funcionará apenas para prisões administrativas que envolvem, principalmente, casos de não pagamento de pensão alimentícia.
“O padrão implantado nesta delegacia será o adotado em todas as unidades do estado. Além da questão arquitetônica, o atendimento terá o padrão Poupatempo, com muito mais agilidade e precisão”, declarou o governador. “A nossa meta é reformar 500 delegacias até o final da nossa gestão em 2022. Até o próximo ano pretendemos entregar a reforma de 120 unidades”, acrescentou.
O delegado titular do 8º DP, Hamilton Rocha Benfica, que assumiu o cargo há uma semana, destacou a importância dessa nova estrutura. “Com esse novo prédio poderemos realizar um trabalho muito melhor, receber a população de forma digna e oferecer nosso serviço com ainda mais eficiência. Além do conforto, o prédio é totalmente acessível e adaptado para receber portadores de necessidades especiais. Fiquei muito feliz ao ser escolhido para coordenar essa delegacia modelo”, afirmou Benfica. (Gerson Rodrigues)
Governador discursou na cerimônia de inauguraçãoCarceragem conta com 11 celas para detidos por crime administrativo
Sala dos investigadores com nova mobília e equipamentos de informática
No último sábado, dia 7, integrantes do grupo Muda Mooca, movimento que defende a ampliação de áreas verdes na cidade, fizeram um ato colocando 50 cruzes brancas de madeira sobre o entulho que restou da demolição da histórica vila operária da rua João Migliari, construída na década de 1950 no Tatuapé. A vila teve 55 dos 60 sobrados destruídos ao longo nos últimos seis meses. A última ação de demolição aconteceu no dia 1º deste mês.
“O nosso patrimônio histórico também faz parte da luta pelo meio ambiente. Instalamos uma cruz para cada imóvel demolido em protesto à ilegalidade praticada pelos autores”, comentou o advogado Danilo Bifone, que é fundador do Muda Mooca. “A ação foi uma forma de demonstrar a nossa tristeza com a perda dessa memória histórica da nossa cidade. São Paulo está sucumbindo diante da especulação imobiliária. As vilas, que tanto contribuíram para a formação do bairro, não são mais vistas”, completou Bifone.
Conservada e em uso, a vila começou a ser esvaziada em fevereiro, após o proprietário exigir a saída de todos os locatários. Naquele mês, 20 sobrados foram demolidos do lote em que está sendo construído um edifício. Os demais imóveis foram derrubados irregularmente no dia 1º deste mês, um dia após a obra ter sido embargada pela Subprefeitura Mooca.
Os cinco sobrados que restaram foram provisoriamente tombados no dia 2, após um pedido de vizinhos e arquitetos ser aberto na Prefeitura. Enquanto a preservação não for votada em definitivo pelo Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (Conpresp), os imóveis não poderão ser derrubados. (Gerson Rodrigues)
Em continuidade à programação sócio-cultural, a Subprefeitura de Vila Prudente promove nesta terça-feira, dia 10, das 10h15 às 11h45, a aula inaugural de Lian Gong em 18 terapias.
A Lian Gong é uma prática corporal oriental que consiste em exercícios que aliam medicina terapêutica e cultura física, objetivando a prevenção e o tratamento de dores no pescoço, ombros, lombar, cintura, glúteos, pernas e doenças crônicas.
A aula inaugural será ministrada pelo professor Jaime Kuk, biólogo formado pelo Instituto de Biociências da USP e que desde 1990 trabalha no ensino de Práticas Corporais Terapêuticas da Medicina Tradicional Chinesa e de Tai Ji Quan estilo Yang e estilo Chen, voltado para fins terapêuticos. É membro fundador da Associação Brasileira de Qigong para Saúde. Atua como professor em diversos parques e espaços de São Paulo.
Não é necessário fazer inscrição prévia. A aula será no auditório da Subprefeitura.
Subprefeitura de Vila Prudente: do Oratório, 172, em frente à estação Oratório do monotrilho.
A Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes (SMT) informa que o rodízio municipal de veículos está suspenso na tarde desta quinta-feira, dia 5, e durante toda a sexta-feira, dia 6.
De acordo com a São Paulo Transportes (SPTrans) ocorreu uma manifestação surpresa de motoristas de ônibus no final da tarde e diversos terminais da cidade foram bloqueados. Há chance de nova paralisação a partir da meia-noite.
A categoria protesta contra a redução da frota com a nova licitação do sistema de transporte coletivo.Eles também reivindicam o pagamento de Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e garantia de postos de trabalho.
Aconteceu na terça-feira, dia 3, na sede da instituição cultural Unibes, no Sumaré, o 2º Fórum de Jornalismo Regional e Comunitário. O tema desta edição foi “A comunicação que cria laços”. Durante todo o dia foram realizados diversos debates sobre a importância do jornal regional, o engajamento com a comunidade, a transformação deste tipo de mídia com o avanço tecnológico e como a tecnologia pode contribuir com os profissionais que atuam nesta área. Entre os participantes, os secretários estadual e municipal de comunicação, Cleber Mata e Marcos Sabino, respectivamente, além de professores e profissionais de importantes veículos de comunicação do estado de São Paulo. A Folha esteve presente.
O Fórum, promovido pela revista Negócios da Comunicação e pelo Centro de Estudos da Comunicação, foi dividido em quatro painéis. O tema do primeiro foi “Digital First e a contribuição das plataformas digitais para o trabalho jornalístico”, que contou com a participação de representantes do Google, Facebook e Twitter. O segundo falou sobre a comunicação que cria laços e o terceiro tratou da comunicação regional do interior. Já o quarto e último debateu a comunicação com foco no local.
“Respeitamos muito a imprensa regional, pois é ela que retrata a problemática, que aponta as necessidades e as aflições da comunidade onde atua. O jornalismo local nos auxilia bastante nas tomadas de decisões. A relevância do jornalismo comunitário, regional, é cada vez maior. Por isso é necessário que esse segmento tenha qualidade, isenção, independência, equilíbrio, vigilância e que seja aberto aos dois lados da história”, comentou o secretário municipal de comunicação, Marcos Sabino.
Funcionários do setor administrativo do hospital municipal Doutor Ignácio Proença de Gouvea, também conhecido como João XXIII, na Mooca, paralisaram o trabalho por cerca de duas horas na tarde de hoje. Os servidores protestaram em busca de valorização da carreira e melhorias salariais.
Eles estão entre os mais de nove mil agentes de apoio, que são servidores considerados de nível básico, e mais de sete mil nas carreiras de nível médio, entre Assistentes de Gestão de Políticas Públicas (AGPPs) e Assistentes de Suporte Técnico (ASTs). Esses agentes trabalham nas subprefeituras, secretarias, hospitais municipais, unidades básicas de saúde, prontos socorros municipais e no serviço funerário.
Segundo o presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de São Paulo (Sindsep), Sergio Antiqueira, que comandou o ato na frente da unidade de saúde, entre os servidores há quem recebe menos de um salário mínimo. “Além da remuneração ser desonrosa, reajustes não acontecem há mais de cinco anos. Os salários estão congelados e esquecidos”, declarou Antiqueira. “Resolvemos fazer este ato na frente do hospital para chamar atenção das autoridades e mostrar as condições para a polução, que não tem conhecimento desse grave problema”, completou
Outra questão levantada foi a não convocação de novos funcionários aprovados em concurso. “No meu setor já aconteceu falecimento de agentes, os quais não foram substituídos. Os que permaneceram tiveram que absorver mais serviço”, denunciou uma servidora do hospital.
O Sindsep afirma que está em negociação com a Prefeitura e as propostas apresentadas até o momento pela administração municipal não foram satisfatórias. Por conta disso um grande ato está sendo organizado para acontecer no próximo dia 19 em frente à sede da Prefeitura, no centro da cidade, com a presença de servidores de todos os setores afetados.
A Prefeitura informou que o funcionamento do hospital não foi prejudicado na tarde de quarta-feira e a Secretaria Municipal de Gestão está empenhada para restabelecer as mesas de negociação. Foi ressaltado que novos encontros com representantes do funcionalismo estão previstos para os dias 10 e 17 deste mês. A administração municipal acrescentou também que o projeto de lei que compreende abonos, o fim da trava para crescimento, entre outras reivindicações das categorias, ainda permanece com efeito sustados na Câmara Municipal.
Sempre que promove uma alteração viária, a justificativa da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) é que a medida visa melhorar as condições de segurança e de fluidez no trânsito local. Passado mais de um mês das mudanças implantadas na rua Sebastião Preto, na Mooca, continua grande a quantidade de motoristas que discorda da CET.
Desde 27 de julho, a rua Sebastião Preto ganhou 44 vagas de estacionamento a 45º. Para a implantação das vagas, a via passou a ter mão única de direção da rua do Oratório para a avenida Paes de Barros. Desde então, a avenida Paes de Barros enfrenta picos de congestionamento no trecho porque todos os veículos que precisam acessar ou cruzar a rua do Oratório acabam canalizados na rua Isabel Dias (foto) – que sempre teve fluxo alto, além de rotatória, semáforo e diversos comércios.
“Beneficiaram pouco mais de 40 proprietários de veículos, sendo que alguns ficam parados o dia todo na Sebastião Preto, e ferraram todo o resto que precisa passar pelo entorno. Impossível entender a ‘engenharia’ da CET”, esbraveja Thiago Assis que utiliza o trecho duas vezes ao dia. “Todo mundo travado na Paes de Barros e depois na Isabel Dias, enquanto a Sebastião Preto fica ociosa, servindo de estacionamento. Absurdo!”, completa.
Um frentista do posto de combustível na esquina da rua Isabel Dias com a avenida Paes de Barros também notou que depois da alteração na Sebastião Preto, o trânsito na Isabel Dias ficou sobrecarregado. Os congestionamentos são diários e os piores períodos são entre 13h e 14h e 17h e 19h.
O empresário Ricardo Xavier, que mora na Mooca há 30 anos, ressalta que a Sebastião Preto sempre foi uma alternativa de acesso para quem estava na Paes de Barros e pretendia acessar a rua do Oratório. “A rua Isabel Dias não comporta essa quantidade extra de veículos. O congestionamento está travando o cruzamento com a Paes de Barros. A CET precisa rever essa mudança”, afirmou.
Sempre que promove uma alteração, a CET também informa que seus agentes vão monitorar o tráfego no local. A reportagem da Folha questionou “se os agentes notaram os problemas levantados pelos motoristas”. A CET respondeu apenas que com a alteração na Sebastião Preto, também foram implementadas medidas na rua Isabel Dias para melhorar a fluidez da via. Uma delas é a restrição de estacionamento das 7h às 20h num lado da via e das 16h às 20h no outro. Ressaltou que os agentes de monitoramento realizam rondas constantes para coibir desrespeitos e garantir o bom fluxo das vias do entorno.
Desde o último sábado, dia 31, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) liberou o trânsito no novo trecho da rua Apiteri, entre as avenidas Secondino e Anhaia Mello, no Jardim Independência. Na esquina da rua com a Anhaia Mello também foi aberto o canteiro central da avenida, possibilitando aos motoristas as opções de seguir para o sentido bairro ou centro da Anhaia Mello. Foram instalados semáforos no cruzamento.
O trecho foi alvo de muitas reclamações por meses. O prolongamento da rua Apiteri foi construído pelo Metrô em área remanescente do terreno utilizado para unir os trilhos elevados da Linha 15-Prata ao Pátio Oratório de trens. Porém, a empresa responsável pelos trabalhos abandonou as obras no final do ano passado e a via permaneceu interditada e sem segurança por meses, servindo como ponto para usuários de drogas e despejo irregular de lixo. O Metrô rescindiu o contrato com a antiga empresa, que foi multada, e relicitou as obras da Linha 15, inclusive o término da rua Apiteri.
A Prefeitura alegava que enquanto o Metrô não concluísse os trabalhos previstos e entregasse oficialmente a rua, nada podia ser feito por parte do governo municipal.
Alterações viárias
A CET ressaltou que a abertura da via com ligação direta da avenida Oratório para a avenida Anhaia Mello, contribuirá para fluidez do trânsito da região. Confira as alterações viárias promovidas no trecho desde o último dia 31:
– a rua Apiteri passou a ser mão única de direção no sentido da avenida do Oratório para a avenida Secondino.
– entre as avenidas Secondino e Anhaia Mello, a rua Apiteri tem mão dupla.
– foram instalados semáforos na esquina da rua Apiteri com a avenida Anhaia Mello
– abertura do canteiro central da Anhaia Mello com a rua Apiteri, possibilitando ao motorista cruzar para o sentido centro da avenida.
Foram instalados semáforos na esquina da rua Apiteri com a avenida Anhaia Mello. (Fotos: Agência Folha)