O prefeito Bruno Covas (PSDB) sancionou nesta sexta-feira, dia 30, a lei aprovada pela Câmara Municipal, que proíbe fumar nos parques públicos municipais da cidade. Fica proibido o consumo de qualquer tipo de produto fumígeno, derivado ou não do tabaco, como cigarros, cigarrilhas, charutos, cachimbos, narguilés, vape, entre outros. Os infratores em ato flagrante estarão sujeitos à multa de R$ 500, aplicada em dobro na reincidência.
“Não combina o uso do cigarro em um espaço que se quer preservar a natureza, conviver com a família, praticar esportes. Não tem nenhuma relação o uso do fumo em espaços como este. Por isso fico muito feliz por sancionar esta iniciativa”, disse o prefeito.
Os detalhes sobre a fiscalização e as formas de autuação serão definidos após a regulamentação da lei, prevista para até 60 dias. Os parques deverão receber placas em que conste o aviso de que ali é proibido fumar, as sanções aplicáveis e os telefones dos órgãos de fiscalização.
A Secretaria do Verde e do Meio Ambiente deverá criar uma área especial dentro dos parques para atendimento aos fumantes, que deverão ser distantes de parques infantis, áreas esportivas e demais locais de alta aglomeração e circulação de pessoas. Estes locais ainda serão definidos pelo Conselho Gestor de cada unidade.
Segundo a Organização Mundial da Saúde, o Brasil ocupa o oitavo lugar no ranking de número absoluto de fumantes.
Depois de muitas reclamações, finalmente a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) confirmou que será aberto neste sábado, dia 31, o novo trecho da rua Apiteri, entre as avenidas Secondino e Anhaia Mello, no Jardim Independência.
O prolongamento da rua foi construído pelo Metrô em área remanescente do terreno utilizado para unir os trilhos elevados da Linha 15-Prata ao Pátio Oratório de trens. Porém, a empresa responsável pelos trabalhos abandonou as obras no final do ano passado e a via permaneceu interditada por meses servindo como ponto para usuários de drogas e despejo irregular de lixo.
A CET ressaltou que o novo trecho proporcionará ligação direta da avenida Oratório com a avenida Anhaia Mello, contribuindo para fluidez do trânsito da região.
Com a abertura da via, ocorrerão algumas alterações viárias no trecho:
– a rua Apiteri passará a ser mão única de direção no sentido da avenida do Oratório para a avenida Secondino.
– entre as avenidas Secondino e Anhaia Mello, a rua Apiteri terá mão dupla.
– haverá semáforo na esquina da rua Apiteri com a avenida Anhaia Mello
– abertura do canteiro central da Anhaia Mello com a rua Apiteri.
CET vai promover algumas alterações viárias no trecho a partir de amanhã
O prefeito Bruno Covas (PSDB) acompanhou nesta quarta-feira, dia 28, o início da última etapa de revitalização da rua Pires do Rio, no entorno do viaduto Bresser, na Mooca. O trecho às margens da Radial Leste abrigou por cerca de oito anos a Favela do Cimento e foi desocupado em março, em ação de reintegração de posse promovida pela Prefeitura. As obras de recuperação do espaço têm prazo previsto de 90 dias.
“Durante vários anos tivemos aqui a chamada Favela do Cimento e a gestão passada, inclusive, começou a pagar aluguel social sem a contrapartida da saída das famílias. Quando assumimos a Prefeitura, em 2017, começamos as tratativas para poder fazer a reintegração do espaço e conseguimos a autorização judicial no início do ano”, explicou Covas. “Para evitar que isso volte a ocorrer o segredo é ocupar esse espaço com atividades culturais e de lazer. Quanto mais a população local se apropriar desse espaço, melhor”, finalizou.
A Favela do Cimento abrangia uma área de 880 m² considerada de alto risco, por apresentar vulnerabilidade a incêndios e atropelamentos. Chegou a reunir mais de 300 famílias e várias moradias ficavam na beirada do fluxo intenso de veículos da Radial Leste.
Desde a desocupação em março, já ocorreu a revitalização da calçada com a criação de jardins e o plantio de 30 árvores. Agora, a nova etapa das obras de recuperação será viabilizada por meio de emenda parlamentar da vereadora Rute Costa (PSD). Serão investidos R$ 143 mil na região.
O subprefeito da Mooca, Guilherme Brito, que acompanhou a visita, detalhou as mudanças que vão ocorrer no espaço: “Vai se tornar uma praça com pista de caminhada, playground e aparelhos de ginástica. Será uma área de convivência, inclusive com mesinhas para jogos, voltada ao lazer da população”. (Kátia Leite)
Bruno Covas acompanhou o início da última etapa de revitalização da rua Pires do Rio, no entorno do viaduto Bresser, na Mooca.
Sétima parada da Linha 15-Prata a entrar em operação, a estação Jardim Planalto foi inaugurada nesta manhã, dia 26, com a presença do governador João Doria (PSDB) e do secretário dos Transportes Metropolitanos, Alexandre Baldy. Após a realização da solenidade, a estação foi liberada aos usuários às 10h.
Ao contrário das demais estações do monotrilho que foram inauguradas funcionando em horário reduzido, a Jardim Planalto está aberta em operação comercial. Funciona de domingo a sexta-feira das 4h40 à 0h e aos sábados das 4h40 à 1h do dia seguinte com cobrança de tarifa.
“A Linha 15-Prata tem uma nova estação sendo inaugurada e colocada em condições de uso pela população já a partir de hoje. Isso representou compromisso com a Zona Leste da capital”, declarou o governador.
“A inauguração da Estação Jardim Planalto é fruto do esforço da gestão de não deixar nenhuma obra paralisada no Estado. Retomamos a construção dessa e de outras três estações em 22 de abril e hoje temos a honra de entregá-la aos trabalhadores. Além disso, demos início neste ano também à construção da Estação Jardim Colonial, programada para 2021”, disse o secretário.
Localizada na altura do número 10.000 da avenida Sapopemba, a nova estação é totalmente adequada para receber pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Há duas entradas acessíveis, uma em cada lado da via, para facilitar a chegada à estação que está no canteiro central a 16 metros de altura – característica do padrão arquitetônico da Linha 15.
São 6,4 mil m² de área construída, três elevadores, nove escadas rolantes e três fixas, além de banheiros públicos acessíveis. A plataforma é central, com 90 metros de comprimento e portas automáticas de segurança. A parada conta com dois bicicletários, um em cada acesso, que podem receber até 80 bikes.
Linha 15-Prata
A implantação dessa linha tem o custo de R$ 5,4 bilhões, em investimentos exclusivos do Governo do Estado, compreendendo a construção de 15,3 km de vias e 11 estações entre Vila Prudente e Jardim Colonial, além do Pátio de Manutenção Oratório, a compra de 27 trens, sistemas elétricos, de sinalização e controle, e também de três novos terminais de ônibus já entregues na região da Vila Prudente.
De acordo com o Governo do Estado, até o fim deste ano entrarão em funcionamento mais 4 km, com a abertura das estações Sapopemba, Fazenda da Juta e São Mateus. O trecho até a estação Jardim Colonial será entregue em 2021. Quando pronta, de Vila Prudente a Jardim Colonial, a linha atenderá a mais de 400 mil pessoas por dia.
Governador João Doria e o secretário dos Transportes Metropolitanos, Alexandre Baldy, inauguraram a estação nesta manhã. (Fotos: Governo do Estado)
Localizada na altura do número 10.000 da avenida Sapopemba, a nova estação tem duas entradas acessíveis, uma em cada lado da via
A tarde do domingo, dia 25, foi marcada por cerimônia histórica e cultural na Vila Zelina. Como acontece anualmente, a Comunidade Lituana de São Paulo, com grande representatividade no bairro, se reuniu para lembrar o Caminho do Báltico, que completou 30 anos no último dia 23. A solenidade contou com boa participação de imigrantes e seus descendentes da Lituânia, Letônia e Estônia.
Em 1989, um cordão humano de mais de 670 km de cumprimento uniu as capitais dos três países em um protesto pacífico contra a dominação soviética. “Naquela época não existia celular, o rádio era controlado pelos soviéticos e a imprensa não era livre. Não havia a facilidade de comunicação. Fica até difícil de acreditar que o Caminho do Báltico reuniu mais de 2 milhões de pessoas que tiveram muita coragem, porque os territórios ainda eram ocupados e ocorriam perseguições. Vamos honrar essas pessoas”, destacou a Cônsul-Geral da República da Lituânia em São Paulo, Laura Tupe, na abertura do ato cívico que começou na Praça República Lituana e prosseguiu na Paróquia São José de Vila Zelina.
A celebração contou também com a presença da Cônsul Honorária da Letônia no Brasil, Daina Gutmanis. “O Caminho do Báltico não aconteceu só 30 anos atrás. Temos que mantê-lo dentro de nossos corações e sempre dar as mãos para quem precisa”, afirmou. Ela integrou o coral letoniano que veio de Nova Odessa, no interior de São Paulo, especialmente para a comemoração. Entre as canções apresentadas, destaque para o Hino do Caminho Báltico que foi entoado nas línguas dos três países. Também houve apresentações de grupos folclóricos lituanos. (Kátia Leite)
Cônsul Honorária da Letônia no Brasil, Daina Gutmanis, e a Cônsul-Geral da República da Lituânia em São Paulo, Laura Tupe.
Solenidade contou com boa participação de imigrantes e seus descendentes da Lituânia, Letônia e Estônia
Usuários têm encontrado as estações fechadas aos sábados. (Foto: Ale Vianna)
A alegria dos passageiros da Linha 15 – Prata do monotrilho durou pouco. Após um comemorado período operando sem interrupções, o transporte voltou a fechar as portas com frequência aos usuários para a realização de testes no sistema de controle de trens. Normalmente, as paralisações têm ocorridos aos sábados das 4h40 às 14h. Quem pretende utilizar o monotrilho aos finais de semana é recomendável checar no site ou nas redes sociais do Metrô se as estações estarão abertas.
“Agendei um exame para o sábado de manhã na Vila Mariana. Como tenho uma estação do monotrilho quase na porta de casa, calculei o tempo para chegar ao laboratório com folga. Só não calculei que a Linha 15 estaria fechada. Até existe a opção do ônibus gratuito que é disponibilizado nas estações para atender os usuários, mas, com o trânsito da avenida Anhaia Mello, demorei muito mais para chegar na estação Vila Prudente. Quase perdi o horário do exame. Agora, aprendi a lição: não confiar no monotrilho”, conta Anderson Sampaio, morador do Parque São Lucas, sobre a situação vivenciada no último sábado, dia 17.
O estudante de cursinho pré-vestibular, Thiago Santos, também já se deparou com a estação Camilo Haddad fechada. “Cheguei até a perder a primeira aula em um dos sábados. Muito estranho estar inaugurado e o usuário ter que ficar consultando antes se pode usar ou não”, reclama.
A Companhia do Metropolitano de São Paulo – Metrô informou que vários testes são realizados durante a madrugada, porém, em alguns casos, quando não houver tempo hábil para a conclusão das atividades fora do horário de comercial, os testes são agendados para os finais de semana quando há menor impacto para os passageiros. O Metrô ressaltou que nesses casos, o atendimento é realizado gratuitamente por ônibus do sistema PAESE (Programa de Apoio entre Empresas em Situação de Emergência) e os passageiros também são orientados com antecedência por meio do sistema de som das estações e dos trens, cartazes e informativos nas redes sociais.
Novas estações
A previsão é que os testes na Linha 15 continuem acontecendo mensalmente, sempre nos finais de semana, até a inauguração das estações Jardim Planalto, Sapopemba, Fazenda da Juta e São Mateus. Segundo o Metrô, as paradas estão com mais de 90% das obras realizadas e têm previsão de conclusão até o final deste ano. (Kátia Leite)
Depois de um longo intervalo sem recapear as ruas e avenidas da cidade, a Prefeitura definiu as vias com prioridade para receber novo asfalto. O prefeito Bruno Covas (PSDB) assinou o decreto ontem e a relação foi publicada no Diário Oficial desta quarta-feira, dia 21. O texto não especifica quando começam os trabalhos em cada endereço. Na região, entre outras vias, a avenida Anhaia Mello será contemplada de ponta a ponta. Toda a extensão da avenida Vila Ema, da rua do Orfanato até a avenida Sapopemba, também foi incluída no decreto.
Na área da Subprefeitura de Vila Prudente foram relacionadas ainda a avenida Francisco Falconi (entre as avenidas Anhaia Mello e José da Nóbrega Botelho) e rua José Macedo (da avenida Oratório até a rua Costa Barros).
Na área da Subprefeitura Mooca foram incluídas de ponta a ponta as ruas Juvenal Parada e Lituânia, na Mooca, e a rua Antônio de Barros, no Tatuapé.
Também estão na relação das vias contempladas pela Subprefeitura Mooca: rua dos Trilhos (da avenida Alcântara Machado até a rua Itaqueri); avenida Cassandoca (entre a rua Taquari e a rua Fernando Falcão); rua Dr. João Inácio Teixeira (da rua Fernando Falcão até a rua Major Basílio); avenida Sapopemba (da rua Miranda Jordão até a rua do Acre); rua Piratininga (entre a avenida Rangel Pestana e a avenida Alcântara Machado); rua Itapura (da rua Melo Freire até a rua Emilia Marengo e da rua Padre Estevão Pernet até a rua Emilia Marengo); avenida Vereador Abel Ferreira (da avenida Salim Farah Maluf até a avenida Regente Feijó); rua Aiamá (da rua Melo Peixoto até a avenida Aricanduva); e avenida Aricanduva (no trecho entre a rua Aiamá e a avenida Celso Garcia).
A linha 314 V/10 Vila Ema – Praça Almeida Jr. não irá mais atender os passageiros aos domingos e feriados. A alteração vale desde o último dia 18.
Como alternativa, a São Paulo Transportes (SPTrans) orienta que os usuários utilizem as linhas 3390/10 São Mateus – Terminal Parque Dom Pedro II e 5145/10 Terminal Sapopemba – Praça Almeida Jr.
A Folha questionou o motivo da mudança e a SPTrans respondeu que “se trata de adequação da oferta de transporte público à necessidade da demanda existente nessa região”. Usuários reclamam Muitos passageiros ficaram insatisfeitos com a alteração feita pela SPTrans. Entre as queixas, foi ressaltado que as linhas sugeridas como alternativa não circulam na rua Uhland, na Vila Ema, o que obrigará o muitos usuários a subirem e descerem ladeira para pegarem o coletivo. Moradores também criticaram que outras linhas já deixaram de circular na Vila Ema e a oferta fica cada vez mais precária na região. Também argumentaram que aos domingos o intervalo das viagens é sempre maior e com uma linha a menos, os passageiros ficarão mais tempo aguardando no ponto de ônibus.
São Paulo enfrenta um surto de sarampo e a Prefeitura continua insistindo para a população se imunizar. Na cidade já são quase mil casos da doença – que estava erradicada. Apesar de a campanha de vacinação ter sido iniciada há mais de dois meses, pouco mais de 35% dos jovens entre 15 e 29 anos foram receber a dose até o último dia 15, um dia antes do término previsto da ação. Entre os bebês de 6 a 11 meses, a cobertura vacinal era de menos de 42%. Diante da baixa adesão, a Prefeitura decidiu estender a campanha até 31 de agosto para esses grupos prioritários.
A Prefeitura alerta que todas as crianças entre 6 meses e 11 meses e 29 dias devem ser vacinadas durante a campanha e essa vacina não será válida para a rotina, devendo ser agendada uma nova dose aos 12 meses de idade, com intervalo mínimo de 30 dias entre elas. Todas as pessoas entre 15 e 29 anos também devem ser vacinadas, independente do número de doses anterior.
“A vacina tríplice viral, que protege contra o sarampo, caxumba e rubéola, é eficaz em 97% dos casos e é a única forma de prevenir o contágio com o sarampo, que é uma doença infecciosa de elevado potencial de disseminação”, explica a coordenadora do Programa Municipal de Imunizações, Maria Lígia Nerger. A dose está disponível em todas as unidades básicas de saúde.
A Secretaria Municipal de Saúde informou que segue com as ações de bloqueio quando há notificação de casos suspeitos de sarampo. As ações têm objetivo de interromper a transmissão da doença, independente da confirmação do diagnóstico. Os bloqueios são feitos na residência do paciente com suspeita, bem como nos locais frequentados por ele, como escola ou trabalho. Neste ano já foram realizadas mais de três mil ações do tipo em toda a cidade.
A campanha de vacinação antirrábica que tradicionalmente acontece neste mês de agosto, quando são espalhados diversos postos volantes pelos bairros, foi cancelada porque São Paulo alega que não recebeu as doses solicitadas ao Ministério da Saúde. No entanto, a Secretaria Municipal de Saúde afirma que não houve suspensão da vacinação de rotina que acontece em 13 postos permanentes da Divisão de Vigilância de Zoonoses em diferentes áreas da cidade. Na região, proprietários de cães e gatos podem imunizar os animais gratuitamente na unidade da rua Ettore Ximenes, s/nº, na Vila Prudente (anexo ao prédio da unidade básica de saúde); e na rua dos Trilhos, 869, na Mooca.
Os dois postos de vacinação da Prefeitura funcionam de segunda a sexta-feira das 9h às 16h. Não é necessário agendamento. Basta o dono do cão ou gato apresentar a documentação pessoal e os animais devem estar saudáveis. A vacina anual é obrigatória para cães e gatos com mais de três meses de idade.
A Secretaria esclarece ainda que outra medida importante para proteger cães e gatos domésticos contra a raiva é não deixar que saiam sozinhos de casa para evitar o contato com animais doentes.
A cidade de São Paulo não registra casos de raiva em cães e gatos desde 1983. A Secretaria informou que já está providenciando a compra de doses de vacina antirrábica diretamente de laboratórios para garantir que não tenha interrupção das ações consideradas prioritárias.
Causada por um vírus, a raiva não tem cura e tem letalidade de praticamente 100%. A única forma de prevenção é a vacinação.