O projeto social Futvida, que tem o objetivo de proporcionar atividade física e lazer através de aulas de futebol para crianças e jovens da favela de Vila Prudente, completou dois anos no último dia 25, ocasião em foi realizada festa para os alunos, familiares e amigos.
Durante todo o domingo os jovens puderam se divertir com várias atrações no interior da comunidade, como pula-pula e piscina de bolinha, entre outras. O evento contou ainda com cachorro quente, refrigerante e churrasco. Os recursos para a realização da festa foram angariados através de um festival de futebol entre equipes da comunidade de Vila Prudente e um jogo do time feminino criado no projeto.
Graças ao trabalho voluntário de dois antigos moradores da comunidade, Ivanildo Gonçalves da Silva e Leandro da Silva Santos, o Futvida conta hoje com cerca de 300 crianças e jovens de 5 a 20 anos. As aulas acontecem de segunda a quinta-feira das 19 às 20h30. “O nosso desejo é conseguir a colaboração para a compra de materiais e orientação para registrarmos de forma legal o nosso projeto”, comenta Leandro.
Mais informações sobre o projeto pelo telefone: 95761-0720.
Acompanhado pelo vice Bruno Covas, o prefeito João Doria fez três visitas surpresas a serviços públicos no Jardim Guairacá, distrito do São Lucas, na tarde da última quarta-feira, dia 21. A iniciativa tem o objetivo de conhecer as demandas dos bairros e dos servidores que fazem o atendimento da população nos equipamentos públicos.
O primeiro local visitado foi o espaço integrado que conta com uma Unidade Básica de Saúde (UBS) e a Assistência Médica Ambulatorial (AMA) Jardim Guairacá, onde o prefeito conheceu as dependências, e conversou com os gestores e pacientes que aguardavam o atendimento. Na unidade, o prefeito solicitou a relação completa dos medicamentos que estavam em falta para solicitar providencias junto à Secretaria Municipal da Saúde.
“Bom atendimento, uma boa disposição dos funcionários, mas tive uma surpresa desagradável: faltam medicamentos e o estoque da farmácia está em 70%. Não deveria ser inferior a 90%. Já liguei para o secretário da Saúde para fazer a reposição imediata”, disse o prefeito.
Na região, Doria também visitou o Centro de Educação Infantil (CEI) Jardim Guairacá, que atende crianças com idade entre 0 e 6 anos.
No último dia 15, a equipe de futebol de salão, categoria Sub-12, do Círculo de Trabalhadores Cristãos (CTC) de Vila Ema conquistou o bicampeonato da Copa da Juventude, que foi disputada por mais de 30 times de São Paulo e da região do ABC.
O segundo título consecutivo veio após a vitória de 4 a 1 sobre o R2 Futsal, no ginásio Noemia Assumpção, em Santo André. O time comandado pelo técnico Lelo Berenc disputou 15 jogos até alcançar o triunfo.
Para comemorar o título, o CTC-Vila Ema faz uma festa de premiação nesta sexta-feira, dia 23, a partir das 19h30, em sua sede, na rua Pinto da Luz, 705. Durante o evento, que terá animação de DJ, ocorrerão as entregas de medalhas, troféus e prêmios individuais. O valor da entrada é R$ 10 – atletas inscritos na competição não pagam.
Embora o cadastramento biométrico ainda seja facultativo na capital paulista, o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) está incentivando os eleitores paulistanos a agendarem o atendimento para identificação biométrica nos cartórios eleitorais.
“Precisamos aumentar de forma significativa o número de eleitores com biometria, a fim de evitarmos um grande fluxo nos cartórios, quando o cadastramento se tornar obrigatório”, destaca o presidente do TRE, o desembargador Mário Devienne Ferraz. Dos quase 8 milhões de eleitores paulistanos, 32% possuem a biometria de acordo com o último balanço do TRE.
Atualmente, o cadastramento é obrigatório em 82 cidades do Estado e quem não atender ao chamamento da Justiça Eleitoral nesses locais terá o título cancelado.
Ferraz explica que “a grande vantagem da identificação biométrica é eliminar a única etapa do processo de votação que ainda possui um componente manual”. Segundo ele, o “que já é seguro e confiável, terá eliminada qualquer possibilidade de fraude no momento da identificação do eleitor”.
Inaugurado há 15 anos, o Hospital Estadual de Vila Alpina apresenta um grave erro estrutural, que inexplicavelmente foi acatado pela Prefeitura nesses anos todos. A calçada da unidade na rua José Jeraissati, além de ser estreita, acumula árvores, telefone público e postes de energia elétrica, que atrapalham o caminho dos próprios pacientes da unidade de saúde e demais pedestres e impossibilitam a passagem de cadeirantes e mães com carrinhos de bebês. Também pela falta de espaço no passeio, o ponto de ônibus existente no trecho não pode ter abrigo e as pessoas aguardam os coletivos sob sol ou chuva.
Em agosto de 2014, após a Folha realizar sucessivas reportagens cobrando providências e várias queixas de pedestres e pacientes, aconteceu uma reunião entre representantes da então Subprefeitura de Vila Prudente e do hospital com o objetivo de tentar um acordo que viabilizasse melhorias na calçada. Logo após o encontro, a assessoria de imprensa da Subprefeitura informou que a gerência do hospital tinha se proposto a recuar o muro do hospital em cerca de três metros, no trecho entre a entrada do pronto-socorro e o ponto de ônibus, permitindo assim que a São Paulo Transportes (SPTrans) colocasse um abrigo no local. Entretanto, passado quase três anos, a situação no local permanece inalterada.
Além da calçada estreita, a rua José Jeraissati tem apenas uma mão em cada sentido e fluxo intenso de veículos, inclusive de ônibus, sendo bastante perigoso para os pedestres transitarem pela rua para desviarem dos obstáculos da calçada. Após muita cobrança, a CET instalou semáforo e faixas para travessia há dois anos.
Questionada pela Folha, a Secretaria Estadual de Saúde informou na semana passada que a direção do hospital se reuniria com representantes do grupo técnico de edificações do órgão e da Prefeitura Regional para estudarem possíveis melhorias. Foi ressaltado que a estrutura física do hospital foi feita com base na legislação municipal e que eventuais necessidades relacionadas ao mobiliário urbano, como ponto de ônibus, postes e até mesmo árvores situadas no passeio publico estão sob responsabilidade da Prefeitura. A Secretaria, no entanto, não explicou porque a calçada do hospital foi construída tão estreita.
Nesta semana a reportagem cobrou novamente a Secretaria sobre a realização da reunião e o órgão afirmou que o encontro ainda não tem data prevista para ocorrer. Enquanto isso, pedestres continuam correndo risco em plena calçada de um hospital do Estado.
Por falta de espaço, ponto de ônibus não pode receber abrigo
Trabalhadores em frente à fábrica têxtil na Mooca no início do século XX (Reprodução/Arquivo Edgar Leuenroth/Unicamp)
Desde o início do século XX, o fabril bairro da Mooca registrou protestos da classe operária. No livro “Histórias da Mooca”, do jornalista e escritor Mino Carta, consta que em 1907, tecelões de lã da fábrica Penteado entraram em greve reivindicando a redução da jornada de trabalho e a proibição do emprego de menores de 14 anos. Dez anos depois e ainda longe do Brasil consolidar uma legislação trabalhista, a situação dos trabalhadores das grandes indústrias era ainda mais extenuante e injusta. Foi assim que, há exatos 100 anos, no dia 9 de junho de 1917, um sábado, cerca de 400 operários, em sua maioria mulheres, da fábrica têxtil Cotonifício Crespi paralisaram as atividades pedindo menos horas de trabalho, que aquela altura avançava para o período noturno, e aumento salarial de 15 a 20%, entre outras questões. Julgado como um ato corriqueiro de início, tanto que a imprensa da época não deu atenção imediata à greve no grande Cotonifício; o movimento ganhou adesão com o passar dos dias e acabou considerado o percursor da primeira Greve Geral do Brasil que eclodiu no mês seguinte.
Além da ausência de leis trabalhistas que impedissem o abuso por parte dos patrões, outros fatores históricos tiveram papel decisivo para a enorme reação operária de 1917. Com a primeira Grande Guerra (1914 – 1918) em andamento na Europa, o Brasil passou a exportar seus produtos manufaturados, ao mesmo tempo em que tinha dificuldade para importar maquinários para as fábricas aumentarem as produções. Assim, para não perder o momento e garantir os lucros, a alternativa foi fazer as máquinas funcionarem por mais tempo e os industriais passaram a exigir jornada estendida, de 16 horas por dia, incluindo sábados, sem aumento salarial. Em recente entrevista ao jornal BBC Brasil, o historiador italiano radicado no Brasil, Luigi Biondi, da Unifesp, conta que “em 1914, o Cotonifício Crespi lucrou 196 contos de réis. No ano seguinte, o lucro foi de 350 contos de réis. E foi aumentando. Enquanto isso, aumentavam as horas de trabalho”.
Com os produtos nacionais sendo levados mundo afora, houve repentina subida dos preços no Brasil e forte perda do poder aquisitivo foi outro fator que revoltou principalmente as operárias que, já naquela época, controlavam os gastos da família. Historiadores citam ainda questões como assédio sexual de mulheres e atos de violência contra menores dentro das fábricas como propulsores coadjuvantes de protestos. Também em entrevista ao BBC Brasil, o historiador Claudio Batalha, da Unicamp, explica que, apesar de menos comentado nos livros de história, a revolta das funcionárias do Cotonifício Crespi também estava relaciona ao abuso dos chamados contramestres e ressalta que greves anteriores já haviam começado por esse motivo. Em seu livro, Mino Carta expõe que “em 1917, meninos operários de uma fábrica na Mooca queixavam-se de espancamentos com inspetores do trabalho e exibiam ferimentos”. Não deixa claro em qual indústria ocorria, mas, o fato é que, naquele momento, sobravam motivos para o movimento grevista conquistar o apoio de outros trabalhadores, mesmo que por solidariedade. Na época também estavam amparados pela recém criada Liga Operária da Mooca (leia mais abaixo).
No fim de junho os demais funcionários do Cotonifício também resolveram cruzar os braços, chegando a cerca de 1.500 trabalhadores parados. Logo em seguida, teve início a greve na grande fábrica têxtil Ipiranga de, Nami Jafet, envolvendo mais de 1.600 operários que pediam aumentos em torno de 20% e, em caso de trabalho noturno, de 25%, segundo registro no Atlas Histórico da Fundação Getúlio Vargas. Nos dias posteriores começaram as paralisações nas fábricas de móveis, quase todas situadas no Brás, e no início de julho foi a vez da Cia. Antarctica Paulista entrar no protesto. Portanto, na primeira semana de julho de 1917, as duas fábricas mais importantes da Mooca, o Crespi e a Antarctica, estavam paradas.
A partir daí a greve se alastrou rapidamente, parou São Paulo e havia tentativas de saques aos moinhos que produziam farinha por causa da crise de abastecimento que se instalou, além de ataques a carros de transportes do produto. A primeira medida para frear o movimento foi através da força, dando início aos embates entre grevistas e a polícia. Ocorreram mortes nesses confrontos e o protesto ganhou ainda mais fôlego em 11 de julho, quando uma multidão acompanhou o enterro do sapateiro espanhol José Martinez, de 21 anos, morto com um tiro depois que a unidade de cavalaria da polícia dispersou manifestantes diante da Antarctica, segundo noticiou O Estado de S.Paulo na época. Em registros históricos, Martinez era apontado como um militante anarquista.
Em meio ao movimento, em 9 de julho, foi criado o Comitê de Defesa Proletária e curiosamente, também foi constituída uma comissão com diretores dos grandes jornais paulistas que funcionou como intermediária entre representantes empresariais e os grevistas, que a essa altura, além dos direitos trabalhistas, pediam também a libertação dos militantes e operários presos nas manifestações.
Somente na metade de julho, mais de um mês depois do início da greve no Cotonifício Crespi e com os industriais percebendo que a situação estava fora de controle, um acordo selou o fim da greve em São Paulo atendendo as principais reivindicações. Mesmo assim, algumas categorias ainda resolvem parar depois, como foi o caso dos pedreiros. Por não se tratar de uma lei, alguns patrões ainda resistiam em atender as normas do acordo. Enquanto isso, principalmente nos estados do Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul os movimentos operários continuaram. Segundo historiadores, não existe uma data certa para o fim da greve geral de 1917, pois assim como adesão foi acontecendo aos poucos, o ritmo de saída também foi gradual. A situação se normalizou apenas no fim de julho. Mesmo com o grande ato nacional, a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) foi sancionada somente em 1943 no regime do presidente Getúlio Vargas. (Kátia Leite)
Presença de crianças entre os operários era constante e foi um dos motivos do início da greve (Reprodução/Acervo Museu da Imigração)
Em uma avaliação da greve de 1917, o historiador italiano Luigi Biondi levanta o debate sobre o surgimento do movimento: espontaneísmo dos operários ou organização? De acordo com ele, “os anos de enfraquecimento, quase de aniquilação, das organizações classistas em São Paulo que precederam a greve levam a considerar que o movimento de 1917 surgiu espontaneamente”. Mas, na mesma análise, Biondi destaca que “por outro lado, é correto afirmar que os processos de organização sindical já estavam encaminhados havia algum tempo quando explodiram as greves de junho na Crespi e na Antarctica, prólogo dos eventos de julho: a declaração de greve na Crespi, por exemplo, foi decidida depois de uma reunião na Liga Operária da Mooca e por ela foi coordenada”.
Conforme registros históricos, em maio de 1917 foram fundadas as ligas operárias da Mooca e do Belenzinho, após anos de quase ausência de organizações operárias. Várias mulheres do Cotonifício Crespi se afiliaram no mesmo mês na Liga da Mooca.
Outro ponto importante defendido por historiados era a nova configuração étnica da mão de obra paulistana, composta em sua maioria por estrangeiros. No Cotonifício Crespi, por exemplo, cerca de 75% dos operários eram imigrantes italianos, segundo dados do Atlas Histórico da Fundação Getúlio Vargas (FGV).
E esses imigrantes traziam novas ideologias ao país, como o anarquismo e socialismo. É importante lembrar ainda que em fevereiro do mesmo ano, ocorreu a Revolução Russa também iniciada por mulheres que trabalhavam na indústria têxtil e paralisaram as atividades em protesto contra a escassez de alimentos no país e logo ganharam a adesão de outros trabalhadores, a exemplo do que ocorreu no Brasil.
A jornalista, moradora e estudiosa da história da Mooca, Elizabeth Florido, acredita que foi um período em que as pessoas se organizaram em busca de melhoria da qualidade de vida. “O que foi, num primeiro momento, um levante das tecelãs na fábrica dos Crespi, para diminuir a dura jornada de trabalho, que incluía colocar as crianças para trabalhar também, tornou-se um movimento de jornalistas, pensadores e intelectuais da época para o que ficou conhecido como ‘consciência de classe’”, ressalta. “Não mais uma pequena peça de uma engrenagem maior, mas pessoas capazes de decidir pelos rumos de sua próprias vidas, era o cenário almejado por todos durante o movimento social que ganhou as páginas dos principais jornais da chamada imprensa imigrante e panfletária: O Anarquista, A Plebe, La Fanfulla, só para citar alguns, e nomes como o de Edgar Leuenroth, jornalista e tipógrafo que fazia do seu percurso entre o Brás, onde morava, e a Mooca, lugar onde as coisas ‘ferviam’, seu campo de um ideário comum, o de um país melhor para se viver, a começar por São Paulo”, completa Elizabeth Florido.
“O que faz com que uma greve funcione é que os participantes sintam que aquele estado de coisas chegou ao limite. Uma das características importantes de 1917 é que, pela primeira vez, setores que não participavam desse tipo de movimento começaram a participar”, destaca o morador da Mooca e escritor Euclydes Barbulho, autor de oito livros, entre ele “Mooca – 450 anos. Passando pelo Túnel do Tempo”.
A greve de 1917 será o tema central do II Encontro Histórico-Cultural que acontece em agosto na Mooca, por ocasião do aniversário do bairro. O evento, organizado pela Associação Comercial de São Paulo – Distrital Mooca, em parceria com a Unicapital/Uniesp, será no Teatro Municipal Arthur Azevedo. (Kátia Leite)
Prédio do Cotonifício foi bombardeado pelas tropas do Governo na Revolução de 1924 (Arquivo Folha)
O conde italiano Rodolfo Crespi fundou uma pequena fábrica de lençóis na Mooca que, em pouco tempo, se transformou em uma das maiores empresas têxteis da América do Sul, o Cotonifício Crespi. No local acontecia todo o processo de fabricação do tecido, desde a limpeza do algodão até a produção de roupas.
No livro “Mooca – 450 anos. Passando pelo túnel do tempo”, do historiador do bairro Euclydes Barbulho, consta que a edificação é datada de 1898, mas somente em 1902 adquiriu a forma do imponente prédio de três andares, com cerca de 50 mil m² de área construída, que ainda está parcialmente de pé no quadrilátero formado pelas ruas dos Trilhos, Taquari, Javari e Visconde de Laguna. Sua arquitetura de tijolos aparentes tem a assinatura de Giovanni Batista Bianchi, amigo da família Crespi.
Além de ser palco do início da primeira grande greve trabalhista do país em 1917, o Cotonifício foi intensamente bombardeado pelas tropas do Governo durante a Revolução de 1924, quando serviu de trincheira para revolucionários.
Ainda na década de 20, exportou uniformes para o exército de Mussolini, na Itália, e em 1932 também vestiu as tropas constitucionalistas de São Paulo.
Foram os times de futebol de várzea compostos pelos funcionários da tecelagem que originaram o Juventus e a área onde hoje existe o estádio na rua Javari foi doada pelo conde, sendo batizado com o seu nome.
De acordo com registros históricos, o Cotonifício começou a enfrentar dificuldades na década de 50 por causa de seus equipamentos obsoletos e fechou as portas em 1963. (Kátia Leite)
A Companhia de Saneamento Básico de São Paulo (Sabesp) informou que foram executados aproximadamente 60% dos serviços de remanejamento de 180 metros da adutora que passa sob a esquina da avenida Vila Ema com a rua Domingos Afonso, na Santa Clara – trecho onde já ocorreram dois grandes rompimentos. A previsão da Sabesp é que a obra termine em setembro e o objetivo é melhorar o abastecimento na região.
Os canteiros de obra estão concentrados na rua Domingos Afonso e também acontecem trabalhos na esquina da avenida Anhaia Mello com a avenida Oratório, no Jardim Independência. Nos trechos, uma faixa de trânsito está interditada.
Retrospectiva
Em outubro de 2014 e fevereiro de 2015 foram registrados graves rompimentos na esquina da avenida Vila Ema com a rua Domingos Afonso. Nas duas ocasiões, além de prejuízos para a vizinhança que teve imóveis inundados, foi interrompido o abastecimento de água de 53 mil pontos da Sabesp, atingindo mais de 200 mil pessoas. Nas ocasiões, a Companhia justificou que o primeiro vazamento ocorreu na junta que faz a ligação entre dois tubos e foi provocado pela movimentação do solo em decorrência do tráfego intenso no trecho. Na segunda, o rompimento atingiu uma peça com dimensões maiores, mas, não foi explicada a causa.
Em julho de 2016, outro trecho da rua Domingos Afonso, desta vez na esquina coma rua São João Evangelista, também na Santa Clara, teve um enorme rompimento da adutora causando muito prejuízo para moradores e comerciantes do trecho e deixou 13 bairros sem água. (Kátia Leite)
Rompimento de adutora em fevereiro de 2015 deixou mais de 200 mil pessoas sem água