Faltando pouco mais de seis meses para o final do mandato do prefeito Fernando Haddad (PT), a Subprefeitura de Vila Prudente soma mais uma troca em seu comando. Foi publicada na edição de ontem do Diário Oficial do Município a exoneração de Sandra Elena Barbosa dos Santos, que estava no cargo de subprefeita desde 15 de maio do ano passado. Para o seu lugar foi nomeado o engenheiro Miguel Ângelo Gianetti.
O subprefeito Evando Reis apresentou na quarta-feira, dia 11, na sede da Subprefeitura Mooca, o balanço dos dois anos no comando da unidade. Estiveram presentes várias lideranças locais, políticos, comerciantes, empresários e munícipes. Responsável pelos distritos da Água Rasa, Belém, Brás, Mooca, Pari e Tatuapé, Evando falou sobre alguns dos principais serviços realizados pela subprefeitura, como limpeza de córregos, cata-bagulho, conservação de galerias, podas e remoção de árvores, reformas de praças, entre outros trabalhos.
Na noite da última terça-feira, dia 10, aconteceu na sede da Associação Comercial – Distrital Mooca o encontro de empresários, lideranças locais e entidades para discutirem o tema “Desafios para o desenvolvimento da região da Mooca”. O palestrante convidado foi o pré-candidato do PSDB à Prefeitura, o empresário João Doria, que aproveitou a ocasião para iniciar um ciclo de debates que pretende promover em todas as regiões da cidade.
Desde a última segunda-feira, dia 9, a tradicional Escola Técnica Estadual (ETEC) Professor Camargo Aranha, na rua Marcial, na Mooca, está ocupada por um grupo de estudantes que protestam contra os supostos esquemas de desvios de verba para a compra de merenda escolar e pelo corte de investimento do governo no ensino técnico, além de outras reivindicações. Devido ao ato, as aulas da unidade estão suspensas e professores e funcionários do setor administrativo estão impedidos de acessar o prédio.
Desde o último sábado, dia 7, o antigo e deteriorado prédio localizado na esquina das avenidas Vila Ema e Salim Farah Maluf, no Parque Sevilha, está ocupado por um grupo de sem-tetos. Segundo informações colhidas pela Folha, o local que no passado abrigou a padaria Amália está tomado por cerca de 200 famílias e, a cada dia, a quantidade de ocupantes aumenta. A situação causou espanto e indignação nos moradores do entorno.
