Na tarde da quarta-feira, dia 4, um caminhão derrubou o poste de energia na esquina da rua Cavour com a rua Salvador Fernandes Lopes, na Vila Prudente. Segundo testemunhas, o motorista bateu a traseira do veículo no equipamento, que quebrou e ficou pendurado na fiação. O braço que sustenta a lâmpada de iluminação pública ficou destruído. A Polícia Militar foi acionada, mas, ao chegar, o caminhão e o motorista não estavam mais no local, mas, testemunhas explicaram o ocorrido aos policiais.
As investigações sobre o crime que tirou a vida do economista Thiago de Osti Cardoso Lopes, aos 28 anos, e chocou a região em outubro do ano passado, avançaram nesta semana. Na última quarta-feira, dia 4, policiais do 57º Distrito Policial – Parque da Mooca prenderam temporariamente um homem de 33 anos que é suspeito de ser o responsável pelo disparo que matou o jovem na porta de casa, na rua César Cantu, na Vila Prudente. A mãe de Thiago, Juraci de Osti, que presenciou o crime, foi decisiva porque reconheceu o detido como o autor do disparo.
A noite do último dia 29 foi marcada pela violência na região. Um empresário de 35 anos foi morto na Vila Alpina durante tentativa de roubo de seu carro. Na Mooca, uma fisioterapeuta de 45 anos foi baleada após reagir a uma tentativa de assalto. Ela foi atingida na mão, na região da clavícula e no rosto, porém, não corre risco de morte.
No sábado, dia 24, foi inaugurada na avenida Sapopemba, 9064, Jardim Grimaldi, a sede da Subprefeitura Sapopemba. A unidade foi criada em 2013 para atender o distrito que tem 13,5 quilômetros quadrados e mais de 300 mil habitantes. No evento estiveram presentes o prefeito Fernando Haddad (PT), a vice-prefeita Nádia Campeão (PC do B), secretários, vereadores e lideranças comunitárias.
Ativada em setembro do ano passado pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), a faixa exclusiva para ciclista na rua Antônio Alves Barril, no Jardim Anália Franco, mudou de cor: está alaranjada ao invés do tradicional vermelho que caracteriza a pintura das ciclovias e ciclofaixas, conforme padrão adotado pelo Conselho Nacional de Trânsito.
No último dia 16 a Folha publicou matéria sobre o asfalto da rua Coronel Joviniano Brandão, na esquina com a viela Nazareno Ortenzi, na Mooca, que estava repleto de buracos. O problema ocorria por conta da erosão causada pela rede coletora de água do trecho. Na semana passada, uma equipe da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) foi até o local para fazer o conserto. O serviço foi finalizado no dia 23, porém, no dia seguinte, segundo a vizinhança, o asfalto cedeu por completo, abrindo uma enorme cratera.
Pela primeira vez, moradores de casas da rua General Irulegui Cunha, no Jardim Independência, situadas nos fundos do pátio Oratório do monotrilho, sofreram perdas com as chuvas. Na noite da última terça-feira, dia 27, com o temporal que atingiu a região, uma enxurrada com terra invadiu casas do local, destruindo móveis, eletrodomésticos, eletrônicos, mantimentos e outros pertences. De acordo com a população, a água veio de uma galeria construída na avenida Oratório pelo consórcio responsável pelos trabalhos do monotrilho no trecho.
O Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) da Prefeitura acusou 90 milímetros de chuva na Vila Prudente em cerca de duas horas na noite da última terça-feira, dia 27. “É muita água! Foi a região da cidade onde mais choveu”, destaca o meteorologista do CGE, Michael Pantera. A título de comparação, até a última quarta-feira, dia 28, o Sistema Cantareira havia registrado apenas 141 milímetros de chuva durante todo o mês. O resultado do recorde foram as velhas cenas de motoristas em pânico e carros submersos ao longo da avenida Anhaia Mello, que virou um imenso rio. Moradores da região também tiveram suas casas invadidas pela água.
Cansados de conviverem com as frequentes falta de luz em seus imóveis, moradores do Conjunto Habitacional (COHAB) Cintra Gordinho, que conta com 12 prédios localizados entre as ruas dos Pintores e Rio Duas Barras, na Vila Prudente, procuraram à Folha para cobrar um posicionamento da AES Eletropaulo. A população local também reclama que as contas de energia não estão sendo entregues. A situação atinge igualmente as ruas vizinhas, como a Vila Prudente, a Rio Laranjais e a Rio Salinas.

O Serviço Funerário do Município divulgou nesta semana que desde o último dia 12, o único crematório municipal de São Paulo, localizado na Vila Alpina, utiliza o Gás Natural (GN) nos quatro fornos, em substituição aos antigos cilindros de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP).