
Foi um dilúvio digno de produção cinematográfica. Por três horas na tarde da última quarta-feira, dia 25, a Vila Prudente foi castigada por uma chuva fortíssima, acompanhada de granizo e rajadas de ventos. Ruas viraram rios rapidamente surpreendendo motoristas (leia mais na página 5). Comércios baixaram as portas em plena cinco horas da tarde. O fornecimento de energia elétrica foi interrompido em diversos pontos. A região parou. O único movimento era da força da água que arrastava o que encontrava pela frente e das poucas pessoas que ainda corriam para fugir do temporal.

No último dia 4, policiais do 57º Distrito Policial – Parque da Mooca conseguiram pegar o homem de 33 anos que é suspeito de matar o economista Thiago de Osti Cardoso, aos 28 anos, em outubro do ano passado, durante tentativa de assalto na porta da casa do jovem na Vila Prudente. Ao ser detido, o suspeito teve a prisão temporária de 15 dias decretada após ser reconhecido pela mãe de Thiago, que presenciou o crime. Na quarta-feira, dia 18, expirou o prazo da medida, mas, de imediato, o juiz aceitou as provas apresentadas pelo delegado titular do 57º DP, Ricardo Salvatore, e determinou a prisão preventiva do suspeito, que ficará detido em um Centro de Detenção Provisório (CDP) até o dia do julgamento, ainda sem data definida.


Depois de diversos apelos de moradores e comerciantes da rua Baía Grande, cansados dos constantes acidentes de trânsito, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) implantou no mês passado, uma lombada eletrônica de velocidade na altura do número 500 da via. Agora, alguns motoristas passaram a questionar a ausência de sinalização indicando a existência do equipamento na via, apesar de existirem placas apontando a velocidade máxima permitida – 40 km/h. 

Na tarde da terça-feira, dia 10, integrantes do movimento Viva o Parque Vila Ema e demais apoiadores da causa estiveram no Ministério Público de São Paulo para acompanharem o processo referente à criação de parque no terreno de cerca de 17 mil m² na esquina da avenida Vila Ema com a rua Batuns. O grupo foi recebido pelo promotor de justiça do meio ambiente, José Roberto Rochel de Oliveira.
Frequentadores do Parque Ecológico Professora Lydia Natalizio Diogo, o Parque de Vila Prudente, vêm estranhando, a presença de veículos do Serviço Funerário do Município nos fundos do Crematório de Vila Alpina, que fica ao lado da área verde. Nesta semana a reportagem da Folha flagrou cerca de 30 carros e 20 caminhões largados no espaço, muitos deles batidos, cheios de terra e enferrujados. Segundo os próprios funcionários do crematório, a situação vem ocorrendo há pelo menos dois meses. 
Diante da escassez de água, quem ainda não pensou em ter um grande estoque em casa? Mas antes de sair enchendo baldes e mais baldes, garrafas ou comprar caixa d’água extra é necessário ter alguns cuidados especiais com as alternativas de captação e armazenamento, inclusive com a quantidade adequada. É importante lembrar que se essas ações não forem realizadas de maneira correta podem ser prejudiciais à saúde. Nesta semana a Folha conversou com professor do Departamento de Saúde Ambiental da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), Pedro Caetano Sanches Mancuso. Ele esclareceu algumas das principais dúvidas da população e deu orientações sobre as maneiras de armazenar a água e como utilizá-la de forma segura.