Localizada no número 1503 da avenida Zelina, a nova parada de ônibus implantada no local já apresenta problemas. Usuários relatam que em dias de chuva muita água vaza pelas emendas das placas de cobertura e atrapalham as pessoas que aguardam pelos coletivos.
Vizinhança e usuários da praça Alcides Franco de Lima, no Jardim Avelino, em frente ao cemitério São Pedro, não aprovaram os serviços de revitalização da área verde iniciados no início de setembro. O que mais vem causando indignação é que grandes trechos gramados receberam camadas de concreto após o início das obras.
São constantes as reclamações de abandono do canteiro central da avenida Anhaia Mello nos trechos onde a obra do monotrilho já foi finalizada. Esse é o caso do trecho próximo à avenida Salim Farah Maluf. Não há mais movimentação de operários e maquinários no local e a Companhia do Metropolitano de São Paulo – Metrô e a concessionária responsável pelos trabalhos não mantém segurança no canteiro. O resultado é que os tapumes foram derrubados e a área vem servindo como ponto ilegal de descarte de entulho.
Na sexta-feira, dia 8, ocorreu uma plenária de cultura no Esporte Clube Vila Bela com a presença do deputado federal Vicentinho (PT), da subprefeita de Vila Prudente Patricia Saran e de representantes da comunidade. A organização do evento anunciou que o secretário de Cultura, Juca Ferreira, também estaria presente, mas, quem compareceu foi o coordenador de assessoria da Secretaria, Guilherme Varella.
Na tarde da segunda-feira, dia 11, aconteceram no Círculo de Trabalhadores Cristãos de Vila Prudente duas reuniões entre o deputado estadual Adriano Diogo (PT) e a vereadora Juliana Cardoso (PT) e representantes da comunidade. O objetivo foi discutir alternativas para implantação de parques públicos na Mooca e na Vila Ema.
Ao longo do verão, a população não fica preocupada apenas com as fortes tempestades que atingem São Paulo nos finais de tarde. Somente no dia 16 de fevereiro deste ano, a cidade registrou 2.264 descargas elétricas durante a chuva. O número assusta ainda mais quando se considera todo o território nacional. O Brasil é o recordista mundial em raios, com cerca de 50 milhões de incidências anuais.
Na semana passada, a Folha publicou matéria sobre a reclamação de usuários do transporte público que ficam sob sol ou chuva quando a Prefeitura remove o antigo abrigo de pontos de ônibus e demora para instalar o novo. Assim, causa ainda mais estranheza saber que o governo municipal resolveu trocar a estrutura existente na altura do número 1271 da rua Borges de Figueiredo, na Mooca, por onde não circula linha de ônibus há mais de um ano.
A Prefeitura de São Paulo, na tentativa de fazer sua parte para melhorar o trânsito da cidade, tem colocado faixas exclusivas para ônibus em vários pontos. Acho importante a iniciativa, contudo acredito que é necessário avaliar alguns casos.
Refiro-me à avenida Conselheiro Carrão. É absurda, para dizer o mínimo, a proibição da CET que limitou a circulação de carros no horário das 6 às 20 horas.
Com faixas e cartazes de protestos e gritos de “Queremos solução”, comerciantes e prestadores de serviços da rua do Orfanato não abriram seus estabelecimentos na manhã de hoje e foram à rua. Eles se reuniram na altura do número 911 da via e desceram a pé a Orfanato até a esquina da rua Santo Higino, próximo ao Largo de Vila Prudente. O trânsito ficou completamente interditado por cerca de 40 minutos, inclusive a circulação de ônibus cuja implantação da faixa exclusiva foi o grande alvo do protesto.
