Na semana passada, a Folha mostrou a obra da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) na rua João Pedro Lecor, na Vila Alpina, próximo ao parque de Vila Prudente. Os trabalhos interditavam a via, gerando grande trânsito na região no final da tarde, quando muitos motoristas utilizam o trecho como rota de fuga da avenida Anhaia Mello.
Um fato que chama a atenção de quem passa pela avenida Anhaia Mello é que, apesar de a inauguração do monotrilho entre as estações Vila Prudente e Oratório estar prometida para o próximo mês, as obras de paisagismo ao longo do canteiro central da via, assim como a implantação de ciclovia, ainda não começaram.
Moradores da rua Lavínia Ribeiro, na Santa Clara, estão indignados com um buraco que existe há cerca de três anos na altura do número 50. Segundo eles, já foram feitas várias solicitações na Prefeitura e na Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), mas, embora prazos de execução de reparo tenham sido estipulados, nenhum deles foi cumprido.
Somente depois de mais de 48 horas após o final da votação para o Conselho Participativo no último domingo, dia 8, a Prefeitura conseguiu divulgar o resultado final com os eleitos para cada um dos distritos das 32 subprefeituras da cidade. Os moradores da Vila Prudente e São Lucas elegeram 24 representantes. Outras 40 pessoas foram escolhidas na área da Subprefeitura Mooca. O órgão terá a missão de avaliar e propor políticas públicas, além de fiscalizar a gestão das subprefeituras.
Desde esta quinta-feira, dia 9, a restrição de circulação na faixa exclusiva para ônibus na rua do Orfanato e na avenida Vila Ema está valendo apenas das 6 às 9h de segunda a sexta. A decisão foi tomada pelo prefeito Fernando Haddad (PT) na tarde da segunda-feira, dia 9, após reunião com representantes dos comerciantes da Zona Leste que realizaram diversos protestos nas últimas semanas. O encontro foi agendado pelo vereador Masataka Ota (PROS) e contou ainda com o secretário municipal de Transportes, Jilmar Tatto (PT). As outras vias que também foram beneficiadas com a mudança foram as avenidas Vila Ema, Mateo Bei, Conselheiro Carrão e João XXIII.
Na tarde da segunda-feira, dia 9, após pressão dos comerciantes que realizaram protestos ao longo das vias durante o mês de novembro, a Prefeitura afirmou que voltou atrás e irá alterar o horário de funcionamento das faixas exclusivas de ônibus na rua do Orfanato e nas avenidas Vila Ema, Mateo Bai, Conselheiro Carrão e João XXIII. A medida foi adotada nestas vias entre setembro e novembro e, desde então, os donos dos estabelecimentos lutavam para que a faixa funcionasse somente nos horários de pico e não ao longo de todo o dia, o que, segundo eles, está “matando” o comércio local, já que os clientes não tem onde estacionar.
Um verdadeiro teste de paciência. É o que os pedestres estão enfrentando para atravessar a avenida Anhaia Mello no cruzamento com a rua Ibitirama, na Vila Prudente. Por conta do curto tempo semafórico destinado aos transeuntes, não é possível cruzar os dois sentidos da avenida de uma só vez e com a espera pela nova abertura, as pessoas estão gastando quase cinco minutos – tempo que vem sendo alvo de muitas reclamações.
No sábado, dia 30, as 31 subprefeituras da cidade, mais a Subprefeitura Sapopemba que começa a funcionar no ano que vem, receberam a apresentação da versão final do Programa de Metas 2013/2016 do governo do prefeito Fernando Haddad (PT). Na região, as devolutivas na Vila Prudente e na Mooca aconteceram no período da manhã, com baixa participação da comunidade. A proposta é uma exigência da legislação, que determina a listagem de projetos a serem realizados em São Paulo durante cada gestão. As obras e intervenções foram determinadas em conjunto com a população que, em audiências públicas ao longo do ano, puderam dar sugestões de prioridades e analisar os planos da Prefeitura.
Com o fechamento do Terminal Vila Prudente para reformas em março desse ano, a São Paulo Transportes (SPTrans) adaptou um ponto de ônibus na altura do 170 da rua Ibitirama. E não faltam reclamações sobre as condições do local, que não conta com cobertura e é mal sinalizado. Entretanto, além esperarem sob sol ou chuva, os usuários também sofrem com o desrespeito dos motoristas de alguns coletivos que, para fugir do trânsito dos demais coletivos, cortam pela faixa da esquerda da via e ignoram o sinal de parada.
Desde outubro do ano passado a Folha vem cobrando a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) sobre a instalação de semáforos no perigoso cruzamento das ruas Susana e Moisés de Chagas Lira, no Jardim Independência. Devido ao aumento de tráfego de veículos e a difícil visualização no trecho, os acidentes ocorrem quase que semanalmente.