A área reservada para vegetação ao lado do ponto de ônibus do Largo de Vila Prudente está causando problemas aos usuários do transporte público e aos pedestres que trafegam pelo local. Ao invés de verde, o espaço é um buraco com muita lama.
A própria Prefeitura assumiu em seu Programa de Metas, apresentado no último mês, que a cidade precisa de reformulação no sistema semafórico. Além dos constantes apagões durante e após as chuvas, com o aumento do tráfego em algumas vias, os antigos faróis implantados já não atendem mais a demanda. Esse é o caso dos semáforos instalados no cruzamento da avenida Sapopemba com as ruas Solidônio Leite e Pedro Vigorato, no Jardim Colorado. Motoristas que utilizam o trecho pedem que a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) reveja a sinalização.
Na semana passada, a Folha mostrou a obra da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) na rua João Pedro Lecor, na Vila Alpina, próximo ao parque de Vila Prudente. Os trabalhos interditavam a via, gerando grande trânsito na região no final da tarde, quando muitos motoristas utilizam o trecho como rota de fuga da avenida Anhaia Mello.
Um fato que chama a atenção de quem passa pela avenida Anhaia Mello é que, apesar de a inauguração do monotrilho entre as estações Vila Prudente e Oratório estar prometida para o próximo mês, as obras de paisagismo ao longo do canteiro central da via, assim como a implantação de ciclovia, ainda não começaram.
Moradores da rua Lavínia Ribeiro, na Santa Clara, estão indignados com um buraco que existe há cerca de três anos na altura do número 50. Segundo eles, já foram feitas várias solicitações na Prefeitura e na Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), mas, embora prazos de execução de reparo tenham sido estipulados, nenhum deles foi cumprido.
