Mão única na rua das Heras e reclamações na Giestas

Desde o último dia 9, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) alterou a circulação na rua das Heras, na Vila Prudente. Foi implantada a mão única de direção, no sentido da rua Ibitirama para a rua das Giestas.

De acordo com o órgão, a mudança tem como objetivo melhorar as condições de segurança de pedestres e de fluidez no trânsito local. Moradores desse trecho da rua das Heras comemoram a alteração, afirmando que a via não suportava mais a mão dupla.

A CET deu alternativas para o tráfego na região, a maioria envolvendo a rua das Giestas, o que tem provocado muitas reclamações desde o sábado. “A Giestas ficou com uma fila interminável. Que mudança mal pensada: juntar nessa rua todos que querem sair do bairro”, escreveu Patrícia Wissinievski.

“Se fosse para ficar mão única, que fosse para descer sentido à Ibitirama. Seria pelo menos uma fluidez maior no trânsito. Ficou horrível na Giestas, principalmente em horário de pico”, comenta Gustavo Cypriano. “Foi péssima essa mudança. O trânsito nesse pedaço triplicou. A rua das Giestas está um caos”, reclama Andréa Peceguini.

Questionada sobre as reclamações, a CET informou que desde a alteração, são feitos acompanhamentos operacional e semafórico, para eventuais ajustes e monitoramento pela equipe técnica, em todo o entorno, inclusive com ênfase no cruzamento da rua das Giestas com a rua Ibitirama. A CET também afirmou que divulgou a alteração com antecedência aos usuários com a colocação de banners na região.

Obra rompe tubulação de gás de rua duas vezes

Vizinhos de uma obra para melhorar a captação de águas pluviais executada na esquina da avenida Alberto Ramos com a rua General Irulegui Cunha, no Jardim Independência, levaram mais um grande susto na tarde da última segunda-feira, dia 11. Houve o rompimento da rede de gás encanado praticamente no mesmo trecho de outro vazamento ocorrido na semana passada, em 3 de março.

À distância era possível ouvir o barulho do gás escapando da tubulação e os moradores deixaram as casas às pressas por causa do forte cheiro dentro dos ambientes.

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) chegou a interditar o primeiro quarteirão da avenida e viaturas do Corpo de Bombeiros e da Comgás foram acionadas novamente. A obra acontece ao lado da Subprefeitura Vila Prudente.

De acordo com a Prefeitura, o serviço de melhoria de drenagem iniciado no ano passado é necessário devido à construção de um empreendimento residencial da EZTEC, com 39 andares. O grande prédio está sendo erguido no antigo terreno da Eletropaulo, justamente na esquina onde ocorreram os vazamentos de gás.

Desde o início dos trabalhos na via pública, operários com uniformes da Prefeitura, além de caminhões e tratores com adesivos do governo municipal, foram vistos atuando no local. Muitos moradores acreditam que a execução da obra de drenagem é da Prefeitura. A reportagem não encontrou placas com dados da obra, como valor, engenheiros responsáveis e prazo de execução.

A Subprefeitura Vila Prudente reafirmou ontem, dia 14, que no local “ocorre uma obra de canalização de galerias de águas pluviais, realizada por duas empresas contratadas pela EZTEC”. Através da Secretaria das Subprefeituras, foi ressaltado que “a vistoria foi intensificada”. Não houve explicação sobre o maquinário da Prefeitura visto no local.

Questionada pela Folha, a EZTEC chegou a afirmar por e-mail no último dia 13, que “a obra que acontece em via pública, localizada na avenida Alberto Ramos, não é de responsabilidade da Companhia”. No entanto, na manhã de ontem, através de sua assessoria de imprensa, informou que houve um equívoco interno e encaminhou nova resposta: “a obra de canalização de águas pluviais é de responsabilidade da companhia, sendo executada por uma empresa contratada”. Ressaltou ainda que o supervisionamento foi intensificado.

A Comgás informou que disponibilizou um técnico de prevenção de danos da Companhia que ficará em campo junto com a equipe da construtora, dando orientações durante as obras de infraestrutura. (Kátia Leite)

Protesto em escola estadual após caso de assédio

Cerca de 200 pessoas, entre pais e alunos da escola estadual (EE) Carolina Galvão, na Vila Prudente, realizaram protesto na tarde ontem, dia 14, em frente à escola pedindo segurança e providências sobre um professor que teria assediado alunas da 6ª série durante aula.

O caso ocorreu na última terça-feira, dia 12. Quando os pais das alunas tomaram conhecimento, se dirigiram à escola. Acionada, a Polícia Militar conduziu todos ao 56º Distrito Policial, onde foi lavrado Boletim de Ocorrência. Após colher os depoimentos, com as mães das alunas relatando detalhes das ações do professor, o delegado responsável decretou prisão preventiva do acusado.

Durante o protesto ontem, a direção da escola recebeu uma das lideranças e informou que deverá convocar reunião na próxima semana do conselho escolar e pais de alunos para abordar a ocorrência.

Em nota à Folha, a Secretaria de Estado da Educação afirmou que repudia toda e qualquer forma de assédio dentro ou fora do ambiente escolar. Foi esclarecido que a direção da escola, assim que soube do ocorrido, tomou todas as providências cabíveis. O professor será substituído e seu contrato, extinto. A Secretaria informou ainda que na quarta-feira, dia 13, as alunas e os responsáveis foram acolhidos pela equipe do Conviva e pelo psicólogo da unidade, que seguem acompanhando o caso. O Conselho Tutelar também foi acionado. A escola segue à disposição da comunidade escolar e contribui com as investigações. (Colaboração André Kuchar)

 

 

 

 

Falta de ventilação na estação Vila Prudente

Não bastassem as altas temperaturas em ambiente externo, usuários das linhas 2-Verde e 15-Prata, de metrô e monotrilho respectivamente, estão enfrentando muito calor dentro da estação Vila Prudente.

Os passageiros da integração entre as duas linhas reclamam de falta de ventilação adequada e calor excessivo nesse trecho. Além de tapumes por causa das obras de ampliação em andamento, relatam que da plataforma do monotrilho é possível ver que lonas cobrem a passagem, deixando o ambiente bastante abafado.

“Quando acaba a travessia estou suada e tenho receio até de passar mal, devido ao mormaço que fica, especialmente nos períodos de pico”, comenta uma estudante que usa a interligação diariamente no final da tarde.

Através da assessoria de imprensa, o Metrô respondeu que as alterações foram necessárias para os trabalhos de ampliação e melhorias no complexo da Vila Prudente. De acordo com a Companhia, as lonas e os tapumes serão retirados apenas em abril, quando termina uma etapa da obra.

Foi esclarecido ainda que um novo sistema de ventilação está sendo instalado em substituição ao anterior, que foi retirado para a colocação de parte da infraestrutura da ampliação.

A previsão é que o projeto total seja concluído no terceiro trimestre do ano. Por fim, o Metrô lamentou os transtornos aos passageiros, lembrando que foram necessários para melhorias que vão trazer mais conforto no uso do complexo.

Obra rompe tubulação de gás em avenida

A tarde do último domingo, dia 3, foi bastante tensa para os moradores do início da avenida Alberto Ramos, no Jardim Independência. Uma obra de drenagem causou o rompimento da tubulação de gás. Viaturas do Corpo de Bombeiros, da Polícia Militar e da Comgás foram acionadas.

Neste trecho da avenida acontecem obras desde o ano passado, para melhorar a captação de águas pluviais. Segundo a Prefeitura, a execução dos trabalhos de drenagem foi necessária devido à construção de um grande empreendimento particular, de 39 andares, na esquina com a rua General Irulegui Cunha.

Por conta das duas obras simultâneas, o local acumula muitos problemas e o perigo do último domingo deixou os moradores ainda mais nervosos. “Colocaram nossas vidas em risco. Moro no condomínio em frente e depois do estouro do cano, o odor de gás se alastrou super rápido. Não dava para ficar dentro do apartamento por causa do cheiro forte”, relatou Paula Rodrigues. “Passamos momentos de desespero”, comentou Samara Ribas.

“É inadmissível a forma como estão agindo nessa obra pública. Funcionários sem supervisão, não tem sinalização adequada para pedestres e veículos. Pois é, tivemos um domingo bem ‘emocionante’ por aqui”, reclama Vanessa Viotto. A maioria dos moradores faz questão de ressaltar que o trecho que acumula problemas é ao lado da Subprefeitura Vila Prudente.

Questionada pela Folha, a assessoria de imprensa da Comgás informou que às 14h23 do domingo houve o chamado sobre dano na rede de gás natural encanado, causado durante obras de infraestrutura na avenida Alberto Ramos. A equipe chegou ao local às 14h51 e eliminou o vazamento.

Através da Secretaria Municipal das Subprefeituras, a Subprefeitura Vila Prudente informou “que monitora e fiscaliza toda obra que acontece em seu território. Entre elas, a obra da avenida Alberto Ramos”. A nota diz que “as vistorias são periódicas”.

Sobre o rompimento na rede de gás, a Prefeitura não explicou o ocorrido. Afirmou apenas que “a Comgás foi acionada e realizou o reparo nas instalações”. E reforçou que as obras em execução neste momento, são para melhorias na captação das águas da chuva e drenagem do local.

No ano passado, a Prefeitura informou que a previsão de término dos trabalhos de drenagem na avenida Alberto Ramos era em dezembro. Mas, as obras ficaram paradas e foram finalizadas apenas no início de fevereiro. Há cerca de duas semanas, a via foi esburacada novamente na esquina com a General Irulegui Cunha e segundo moradores, o trabalho deve se estender pela rua. Não foi informado o novo prazo de conclusão.

 

 

Tatuzão aponta na futura estação Vila Formosa

A maior tuneladora em atividade na América Latina chegou na manhã de hoje, dia 29, à futura estação Vila Formosa do Metrô, que integra o trajeto do prolongamento da Linha 2-Verde. O percurso do tatuzão começou em novembro, com a escavação de 654 metros de via até o momento.

Já foram retirados 70 mil m³ de terra e instalados 436 anéis de concreto para revestimento do túnel. Agora, a tuneladora passará por um período de manutenção antes de retomar a escavação até a futura estação Anália Franco.

A tuneladora em operação na Linha 2 tem cerca de 100 metros de comprimento, 500 toneladas e capacidade de escavar e revestir com anéis de concreto até 15 metros de túnel por dia. Possui roda de corte de 11,66 metros de diâmetro. Cerca de 150 pessoas, entre engenheiros, mecânicos, técnicos e eletricistas, trabalham na máquina em três turnos diários.

Até 2026

O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) acompanhou as escavações do tatuzão na Vila Formosa. O Estado investe R$ 13,4 bilhões no projeto de expansão da Linha 2, que vai ganhar mais 8,4 km (8 km operacionais) de vias e oito novas estações entre a Vila Prudente e a Penha. O cronograma prevê que a primeira etapa da expansão, de Vila Prudente a Vila Formosa, deve ser concluída até 2026. A segunda fase, de Vila Formosa até a Penha, no ano seguinte.

Avenida Adutora do Rio Claro é liberada ao trânsito

A Companhia de Engenharia de Trafego (CET) informou que desde o sábado, dia 24, ocorreu a liberação ao trânsito da avenida Adutora do Rio Claro, rua Rhone e da avenida Sapopemba, na região da Santa Clara, onde ocorrem as obras de expansão da Linha 2-Verde do Metrô. No local está sendo construída uma nova estação.

A avenida Adutora do Rio Claro foi liberada no sentido bairro, em a toda extensão. A rua Rhone, no sentido bairro, entre as ruas Orfanato e São Maximiano. A avenida Sapopemba voltou a receber tráfego no sentido bairro, entre as ruas Caxiúna e Bernarda Paulista.

Algumas vias tiveram a mão de direção restabelecidas: rua Itiúba está operando em sentido único de circulação da praça Adolfo Cavalcante para a rua Orfanato; rua Gopiara voltou a ter sentido duplo de circulação entre as ruas Caxiúna e Bernarda Paulista; rua Caxiúna tráfego em sentido único de circulação da rua Gopiara para a avenida Sapopemba; rua Mandiúba voltou a operar em sentido único de circulação da avenida Sapopemba para a rua Gopiara; rua Bernarda Paulista retorno do tráfego em sentido duplo de circulação entre a rua Gopiara e a avenida Sapopemba.

Ônibus
Com a liberação ao trânsito da avenida Adutora do Rio Claro, a São Paulo Transportes (SPTrans) informa que dez linhas voltaram a circular pela via, entre as ruas do Orfanato e Bernarda Paulista.

Confira as linhas:
3134/10 Shopping Aricanduva – Metrô Tamanduateí
3161/10 Jd. Colorado – Terminal Pq. D. Pedro II
573H/10 Hospital Sapopemba – Metrô Bresser
5145/10 Terminal Sapopemba – Praça Almeida Jr.
407Y/10 Parque Savoy City – Metrô Vila Prudente
4729/10 Parque Bancário – Metrô Belém
3141/10 São Mateus – Terminal Pq. D. Pedro II
5141/10 Terminal Sapopemba – Praça do Correio
N503/11 Terminal São Mateus – Terminal Pq. D. Pedro II
574J/10 Metrô Conceição – Terminal Vila Carrão

A SPTrans alerta que, com a alteração de itinerários, serão desativados os pontos provisórios localizados na rua Itiúba, altura do número 222, esquina da rua São Maximiano; e na rua Gopiara, altura do número 5, esquina da rua Bernarda Paulista.

 

Novo pároco assume na Paróquia de Santo Emídio

No domingo, dia 25, aconteceu na Paróquia de Santo Emídio a cerimônia de posse canônica do novo pároco, padre Rodrigo Thomaz. Também assumiu o vigário, padre José Geraldo.

Eles foram designados pela Arquidiocese de São Paulo, que passou a administrar a igreja com a saída da Congregação dos Sagrados Corações.

A solenidade de posses foi presidida pelo bispo auxiliar da Arquidiocese na Região Belém, Dom Ângelo Ademir Mezzari. Durante a homília, o bispo agradeceu o trabalho de 84 anos dos Sagrados Coração à frente da igreja cujo santo é o padroeiro de Vila Prudente.

Saiba mais

O pároco Rodrigo Thomaz completa 42 anos no próximo dia 19 e é padre há 13 anos. Ele é paulistano da Zona Norte. O vigário José Geraldo tem 66 anos e já é conhecido da comunidade de Vila Zelina pelos anos na Paróquia São José.

Fotos: Maurício Antunes e Silva / CTC-VP

Alagamentos fora e dentro do Museu da Imigração

Quem estava no Museu da Imigração, na Mooca, na tarde do último domingo, dia 18, viveu momentos de muita apreensão durante a forte chuva que atingiu a cidade. Além da enorme enchente na rua Visconde de Parnaíba, que inundou veículos parados nas vagas demarcadas pela Prefeitura em frente ao museu, os visitantes relatam problemas e cheias dentro do equipamento cultural do Governo do Estado.

Apesar de na rua Visconde de Parnaíba não constar placas de “área sujeita a alagamentos”, os visitantes afirmam que, durante a chuva, não houve alertas por parte do museu sobre os riscos, para que tentassem sair a tempo. Muitos veículos na rua precisaram ser guinchados e houve casos de perda total.

Outro problema foi que o jardim principal do museu e várias rotas de passagem ficaram alagados, deixando os visitantes ilhados. “Quando a enchente na rua baixou e as pessoas estavam ansiosas para ir embora ou pedir socorro para os veículos inundados, a saída do museu pela bilheteria estava fechada e a única opção era o portão principal – cujo acesso continuava cheio. Mesmo assim, os seguranças do local teimavam que as pessoas deveriam se dirigir ao portão alagado, inclusive idosos e crianças. Somente após protestos, reabriram a outra saída. Faltou muito bom senso e cuidado com quem visitava o museu”, comenta uma das visitantes. Por fim, as pessoas relatam que o espaço fechou as portas às 18h, com várias famílias na rua aguardando os guinchos para seus veículos. “Não houve sequer a preocupação da direção do equipamento de pedir apoio da PM ou GCM”.

A Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado lamentou o ocorrido e informou que o Museu da Imigração revisará e reforçará os protocolos das equipes nesses cenários e novos treinamentos serão realizados. Foi explicado ainda que os procedimentos de levantamento de comportas e controle da movimentação dos visitantes são acordados com o Corpo de Bombeiros para evitar que o público tenha exposição a situações de risco. Foi ressaltado ainda que a instituição está em constante contato com a gestão pública para tentar sanar ou amenizar os problemas das cheias.

A Prefeitura, através da Subprefeitura Mooca, respondeu que “não há problemas de drenagem na Rua Visconde de Parnaíba”. O acúmulo de água observado no domingo “ocorreu devido às fortes chuvas que alcançaram 36,9 mm em um curto período de tempo”. Ainda segundo a nota, “uma das razões para a água ter subido tão rapidamente, é devido a região do Museu ser baixa, pequena bacia, o que facilita o escoamento de águas de locais mais altos, após superar a capacidade de drenagem e chegarem até a rua Visconde de Parnaíba após as chuvas fortes terem passado, por exemplo. O escoamento superficial (enxurrada) dos locais mais altos levam mais tempo para chegar ao local mais baixo, justificando a continuidade da inundação mesmo após as chuvas perderem a intensidade”. Foi informado ainda que “a manutenção do sistema de drenagem está em dia e a subprefeitura da região afetada ressalta que, após a ocorrência, uma equipe foi até ao local para verificar as passagens de águas pluviais e todas estavam sem acúmulo de lixo ou resíduos. As duas últimas ações de limpeza, utilizando o sistema de hidrojato para drenagem das bocas de lobo, foram nos dias 9 e no dia 19 após as chuvas do dia anterior”.

A Prefeitura informou também que a Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras executou a recuperação das galerias do córrego Maranhão, entre as ruas Icaraí e Urumajó, e a recuperação das galerias de águas pluviais nas ruas Canuto Saraiva e Visconde de Cairu. Já na rua Carneiro Leão, os serviços de recomposição das galerias estão em andamento, com previsão de conclusão no próximo mês.

Imóvel da Imprensa Oficial na Mooca será leiloado

O prédio na rua da Mooca onde funcionou por anos a Imprensa Oficial do Estado será colocado à venda. O espaço de 22.600 m² de terreno está desocupado e foi incorporado em 2021, ao patrimônio da Prodesp – Empresa de Tecnologia do Governo de São Paulo.

Apesar de ser referência e um símbolo na Mooca, de acordo com a Prodesp, o imóvel não consta no rol de bens preservados a título de Patrimônio Histórico.

A Prodesp informou que o modelo de venda será o de alienação predial, por licitação do tipo maior oferta de preço. O lance mínimo será de R$ 130 milhões, conforme laudos de avaliação. A primeira sessão pública do certame está marcada para 2 de abril.
Com valor alcançado, a Prodesp afirma que investirá mais na transformação digital do Estado.