Levantamento da Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente aponta que remanescentes da Mata Atlântica cobrem cerca de 30% de todo o território da cidade de São Paulo. A maior parte está nas zonas periféricas do município, mas um trecho dessa vegetação nativa está na área de 16.804 m² entre a avenida Vila Ema e as ruas Batuns, Manoel Vieira Pinto e Travessa São Frederico. Por essa razão, o terreno na Vila Ema consta no novo mapa do Plano Municipal de Mata Atlântica (PMMA) anunciado pela Prefeitura no último dia 30, após mais de um ano e meio de trabalho de equipe especializada da Secretaria e de pesquisadores parceiros do município que mapearam mais de quatro mil fragmentos de vegetação.

Levantamento da Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente aponta que remanescentes da Mata Atlântica cobrem cerca de 30% de todo o território da cidade de São Paulo. A maior parte está nas zonas periféricas do município, mas um trecho dessa vegetação nativa está na área de 16.804 m² entre a avenida Vila Ema e as ruas Batuns, Manoel Vieira Pinto e Travessa São Frederico. Por essa razão, o terreno na Vila Ema consta no novo mapa do Plano Municipal de Mata Atlântica (PMMA) anunciado pela Prefeitura no último dia 30, após mais de um ano e meio de trabalho de equipe especializada da Secretaria e de pesquisadores parceiros do município que mapearam mais de quatro mil fragmentos de vegetação.
O universitário Julio César Alves Espinoza, 24 anos, morreu na última terça-feira, dia 28, baleado na cabeça após ser seu carro ser alvejado por 16 tiros em uma perseguição policial que começou em São Caetano do Sul e terminou em Vila Prudente, na madrugada da segunda-feira, dia 27. Guardas civis do município vizinho e policiais militares do 21º e 46º Batalhões, que participaram da ocorrência, alegam que revidaram os disparos efetuados pelo jovem. O caso gerou muita polêmica e a Corregedoria da Polícia Militar e a Guarda Civil Metropolitana do ABC investigam a ação. Os policiais envolvidos foram afastados de suas atividades e as armas usadas na ação foram apreendidas.
Moradores das ruas Domingos Afonso e São João Evangelista, na Santa Clara, viveram momentos de pânico na noite da terça-feira, dia 28, ao constatarem que, mais uma vez, a adutora na altura do número 130 da Domingos Afonso havia rompido. O medo é justificado. Em abril de 2001, a pouquíssimos metros desse ponto, outro estouro da mesma adutora causou enorme prejuízo à vizinhança e é considerado o pior já ocorrido na região.
O último final de semana foi complicado para os vizinhos de uma confecção na rua Itaperima, na Santa Clara. O estabelecimento promoveu um megasaldão que atraiu milhares de pessoas, formando imensa fila dia e noite em frente aos imóveis da redondeza. O evento começou na tarde de sexta-feira, 17, e terminou no domingo, 19, durando mais de 48 horas.
Desde o último dia 9, está em funcionamento na cidade o 92º ecoponto. A nova unidade foi instalada na esquina da rua Mendes Caldeira com a rua Monsenhor Andrade, no Brás, região sob responsabilidade da Subprefeitura Mooca. Das 32 subprefeituras, 30 contam com os equipamentos. A região da Mooca possui oito unidades espalhadas pelos distritos sob suas jurisdições e da Vila Prudente três.
Depois de um mês e meio paralisadas, as obras de construção da Unidade Básica de Saúde (UBS) Vila Ema foram reiniciadas na última segunda-feira, dia 20. De acordo com o engenheiro Rodrigo Cassiano, da Guerrero Construtora, responsável pelos trabalhos, a Prefeitura pagou os valores pendentes, o que possibilitou a retomada dos serviços.
Após ser obrigado a deixar no final do ano passado o tradicional campo de gatebol que foi destruído no Clube Escola Vila Alpina para a construção do CEU Vila Prudente, o grupo de japoneses e descendentes que há cerca de 40 anos pratica o esporte na região inaugurou na manhã da última quarta-feira, dia 15, o novo campo em trecho do Parque Ecológico de Vila Prudente. A cerimônia oficial contou com a presença do vereador George Hato (PMDB), que intermediou diversas reuniões com órgãos municipais em busca de autorizações para a construção do equipamento.
Usuários do ponto de ônibus na rua Correa Barros, esquina com a rua Ibitirama, na Vila Prudente, estão indignados e preocupados com a situação da calçada no local. De acordo com eles, a parada foi substituída por uma nova estrutura há cerca de dois meses, mas o serviço foi mal executado, deixando o passeio destruído.
