Por volta das 9h30 de ontem um caminhão desgovernado invadiu a calçada na altura do número 3.000 da rua do Oratório. Na sequência o veículo derrubou um poste e capotou. Ninguém se feriu, mas, por conta do acidente, parte da Vila Prudente e da Mooca ficaram sem energia elétrica durante todo o dia. De acordo com a AES Eletropaulo, o poste precisou ser substituído e, por questões de segurança, a energia dos imóveis da região foi cortada, com previsão de volta somente às 19h em alguns trechos.
Na terça-feira, dia 25, a Escola Técnica Estadual (ETE) José Rocha Mendes, na rua Américo Vespucci, completou 50 anos. Para comemorar a data, ocorreu cerimônia na sede do Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza, na Santa Efigênia, que festejou também o cinquentenário da ETE Martin Luther King, no Tatuapé, inaugurada na mesma data da escola da Vila Prudente.
Há cerca de um mês, a empresa responsável pela segurança do Clube Escola Mooca, que fica dentro do complexo da Subprefeitura na rua Taquari, teve o contrato suspenso. Desde então a unidade não tem vigias para garantir a segurança dos equipamentos e usuários. Duas semanas atrás, o ginásio de judô foi invadido por homens que furtaram uniformes e um notebook. Outro problema é que o espaço virou abrigo de moradores de rua.
Por cerca de 10 dias, a Via Sul, empresa responsável pela maioria das linhas de ônibus da região, se apossou de um trecho da avenida Jacinto Menezes Palhares, no Jardim Independência. Coletivos eram enfileirados em uma pista marginal da via, onde permaneciam parados dia e noite. O que revoltou ainda mais a vizinhança é que a empresa chegou a demarcar ilegalmente no chão as vagas para os ônibus.
No dia 30 de março de 1964, eu tinha acabado de fazer 15 anos. O rádio anunciava plantões dia e noite. Eu sabia que a situação era péssima. Depois do comício da Central do Brasil, que ouvi na íntegra a fala do presidente João Goulart, a perseguição começou de uma forma impressionante, amedrontando a todos. Eu morava na Mooca, um bairro de italianos e espanhóis operários. Todos os dias atravessava as fábricas para chegar à escola. Estudava no Colégio Estadual Antônio Firmino de Proença, onde também participava do Grêmio estudantil. O diretor da escola, o coronel Alfredo Gomes, não me via com bons olhos. E o professor de geografia, coronel Silvio Correia de Andrade, também chefe da Polícia Federal em São Paulo, não me suportava. Desde que participei da organização dos jogos Pan Americanos, em agosto de 1963, comecei a ser perseguido.
De quarta a domingo o despertador toca à 0h45, duas horas depois ele já está no Ceasa em busca de mercadorias frescas, às 4h estaciona seu caminhão na feira e inicia a montagem da barraca para começar a receber os primeiros clientes às 6h. Esta é a rotina de Francisco D’Elia, 76 anos, que há seis décadas exerce a profissão de vendedor de peixes e frutos do mar em tradicionais feiras da cidade, como a da rua José Zappi, na Vila Prudente, que acontece aos domingos, e a da rua Madre de Deus, na Mooca, às quartas-feiras.
Na próxima terça-feira, 25 de março, a Escola Técnica Estadual (ETE) José Rocha Mendes, na rua Américo Vespucci, 1241, Vila Prudente, chega aos 50 anos. Para comemorar a data, acontece evento festivo no próprio dia de aniversário, às 16h, na sede do Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza, que fica na rua General Couto de Magalhães, 145, na Santa Efigênia, Centro. Está prevista homenagens aos professores mais antigos, aos familiares do patrono José Rocha Mendes, depoimentos de ex-alunos, além da apresentação da história da unidade.
Na tarde da sexta-feira passada, dia 14, durante assinatura de convênio com a Prefeitura para repasse de R$ 360 milhões para as obras das linhas 15-Prata e 17-Ouro de monotrilho, o governador Geraldo Alckmin anunciou o que já era aposta na região e só faltava mesmo oficializar: a entrega do trecho de
Em entrevista à Folha, o arquiteto urbanista formado pela USP, Moreno Zaidan Garcia, especialista em transporte público, se mostrou pessimista com a opção pelo monotrilho na cidade. Ele afirma que o sistema não pode ser comparado ao metrô convencional, já que a capacidade é inferior e o uso para condução de massas ainda é uma novidade em todo o mundo.

No início da noite da sexta-feira passada, dia 21, usuários que embarcaram na estação Vila Prudente, da Linha 2-Verde, levaram um grande susto ao chegarem à próxima parada, a Tamanduateí. Conforme relatos, houve pânico e correria, pois acreditaram que o trem estava pegando fogo.