A chuva de pedras de gelo que atingiu São Paulo na tarde do domingo, dia 18, cobriu ruas e carros por toda cidade, causando prejuízo e cenas inusitadas. A tempestade foi forte e a Prefeitura precisou decretar estado de atenção em toda a Capital. Um dos bairros atingidos foi a Mooca. Carros ficaram amassados e cobertos de granizo. O gelo destruiu cadeiras, mesas e armários da escola estadual M. M. D. C., na rua Cuiabá. As janelas de prédios do bairro também acumulavam granizo. Muitas vias, como a Dias Leme, ainda estavam com o asfalto tampado pelas pedras na manhã desta segunda-feira, dia 19.
Enquanto os atrasos nas obras de infraestrutura e dos estádios para a Copa do Mundo no Brasil são destaques por todo o mundo, moradores da região resolveram se adiantar. Em um trabalho de meses, a vizinhança da rua Juliano Moreira, na Santa Clara, pintou o asfalto, as guias e os postes com desenhos da Copa e já deixou a via pronta para a competição que começa em 12 de junho.
A unidade Mooca da Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD) conta com um playground com brinquedos adaptados para as crianças que fazem atendimento no local. O espaço também fica aberto à comunidade com o objetivo de integrar os pequenos com e sem dificuldades motoras. É o primeiro parque infantil deste tipo na cidade de São Paulo. A iniciativa é do executivo Rudi Fisher, que após perder a filha Anna Laura, de três anos, viajou a Israel, onde conheceu projeto parecido e resolveu implantá-lo no Brasil. O parque na AACD Mooca ganhou o nome de Anna Laura.
Neste sábado, dia 17, o ginásio de esportes do Colégio João XXIII, na Vila Prudente, vai sediar uma grande homenagem para o tricampeão mundial de Fórmula 1, Ayrton Senna. O evento contará com quatro capacetes oficiais emprestados pelo Instituto Ayrton Senna, entre eles, o utilizado pelo piloto no último Grande Prêmio que disputou no Brasil, em 1994 (leia mais abaixo).
Começou a ser veiculada nesta semana campanha publicitária do Governo do Estado anunciando que o início da operação do monotrilho na avenida Anhaia Mello, entre as estações Vila Prudente e Oratório, será em junho. Mais uma vez, a notícia surpreendeu a população, pois até a semana passada, a Companhia do Metropolitano de São Paulo – Metrô afirmava que a entrega seria neste mês. Durante visita a uma estação de trem em Pinheiros, na última terça-feira, dia 13, o secretário estadual dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, foi questionado sobre o novo atraso no prazo e culpou a canadense Bombardier, responsável pela fabricação dos trens que atenderão a Linha 15. De acordo com Jurandir, a empresa ainda não conseguiu fazer os testes necessários para a inauguração.
Durante o pronunciamento de terça-feira, dia 13, o secretário estadual dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, também ressaltou que as obras civis do trecho inicial da Linha 15 – Prata do monotrilho “estão adiantadas”. A informação é muito diferente dos depoimentos dos operários do Consórcio Somague Engenharia/SA Paulista, responsável pela construção da estação Vila Prudente. A reportagem da Folha esteve no local nesta semana e conversou informalmente com os trabalhadores. Eles afirmaram que a inauguração do transporte em maio seria impossível, não apenas pelo atraso nos testes dos trens, mas também porque ainda há muito a ser feito na estação principal do transporte.
Há cerca de seis meses, a praça Gonçalo de Fonseca e Sá, na rua General Bagnuolo, Quinta das Paineiras, recebeu obras de revitalização da Subprefeitura de Vila Prudente. Foram investidos mais de R$ 147 mil na limpeza da área, corte do mato e implantação de brinquedos e aparelhos de ginásticas. A vizinhança, que sempre conviveu com os problemas causados pelo abandono do local, aprovou as melhorias. Mas, a alegria durou pouco. Devido à falta de manutenção, o mato está alto novamente, há muita sujeira e entulhos espalhados, principalmente no trecho que fica na esquina com a rua Junqueirópolis.
São Paulo vive uma epidemia de casos de Dengue. Em relatório oficial divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde na última quarta-feira, dia
Visitantes do cemitério São Pedro e do crematório Doutor Jayme Augusto Lopes, que ficam na avenida Francisco Falconi, na Vila Alpina, e são divididos por um gradil, estão inconformados com a realidade encontrada nas unidades. Os equipamentos estão com vários pontos onde o acúmulo de lixo é grande, muros estão desabando, telas de arame estão destruídas e até mesmo moradores de rua e usuários de drogas se abrigam nos espaços sem serem incomodados, aproveitando a ausência de seguranças.
