Na noite da última quarta-feira, dia 10, o subprefeito da Mooca, Francisco Carlos Ricardo, esteve na Associação Comercial – Distrital Mooca, onde falou sobre vários assuntos, em especial sobre a Operação Urbana Mooca – Vila Carioca prevista para acontecer na região.
O estudante universitário Victor Hugo Deppman, de 19 anos, foi morto com um tiro na cabeça na noite da última terça-feira, dia 9, em frente ao portão de entrada do prédio onde morava, na rua Herval, no Belenzinho. Ele foi vítima de um latrocínio – assalto seguido de morte – cometido por um menor de 17 anos, que no dia seguinte se entregou à Justiça e completa 18 anos na sexta-feira, dia 12.
Na manhã da última quarta-feira, dia 10, a convite da Companhia do Metropolitano de São Paulo – Metrô, a equipe da Folha visitou as obras da Linha 15- Prata do monotrilho. O roteiro começou no canteiro da estação Vila Prudente, prosseguiu na estação Oratório, que está em fase de acabamento, e terminou no futuro pátio Oratório que terá capacidade para 30 trens. O chefe de gabinete da Secretaria dos Transportes Metropolitanos, Luiz Roberto dos Santos, e o engenheiro de Obra Civil da Linha 15, Cyro Mourão Filho, acompanharam a visita.
O Governo do Estado iniciou na última quarta-feira, dia 3, as mudanças no atendimento das 93 delegacias da Capital, além das delegacias de Defesa da Mulher e do Idoso. Com as alterações, os distritos policiais da cidade passam a registrar todos os tipos de ocorrência durante os dias úteis, das 8 às 20h, inclusive os flagrantes. Depois desse horário, o atendimento será nas 27 Centrais de Flagrante e de Polícia Judiciária, que também serão as responsáveis em registrar as ocorrências nos finais de semana.
A comunidade lituana de São Paulo, formada por lituanos nativos e descendentes, vem esclarecer aos moradores alguns pontos de vital importância para nós, para o bairro de Vila Zelina e para a cidade. A Vila Zelina ficou conhecida como bairro lituano pela sua história e tradição, história essa construída maciça e pioneiramente por lituanos e descendentes que se estabeleceram e formaram suas famílias nas terras do bairro.
Alguns fatos legitimam nossas palavras e, infelizmente, vêm sendo encobertos por motivos ainda não especificados. Eles comprovam a maneira como o bairro foi construído a fim de atender aos imigrantes, nossos antepassados, formando neste local um reduto, um pedacinho da Lituânia no Brasil. Uma maneira de transformar a dor em saudade, a saudade em boas lembranças. Dentre muitos fatos, citamos:
– A Igreja São José de Vila Zelina: construção liderada pelo padre lituano Benediktas Sugintas, inaugurada em 16/02/1936 com a colaboração braçal e financeira dos imigrantes lituanos que doavam não só suas economias, mas por vezes dinheiro do próprio sustento para erguê-la.
– O Colégio Franciscano São Miguel Arcanjo: fundado em 1938 por cinco irmãs franciscanas lituanas provenientes de Pittsburgh, nos EUA, especialmente para atender filhos de imigrantes lituanos do bairro.
– A Praça República Lituana e o monumento da Liberdade no centro da praça, réplica do monumento presente em Kaunas, na Lituânia.
– O legítimo pão preto lituano, receita original de família lituana.
Com o início do projeto de tematização do bairro proposto pela AMOVIZA, as informações que vêm sendo divulgadas não condizem com a realidade e prejudicam nossa dedicação em perpetuar a tradição não só do bairro, mas da comunidade lituano brasileira. O projeto, da maneira como vem sendo conduzido minimiza, e muito, todo o trabalho executado pela comunidade lituana em prol do bairro, ignorando por completo sua importância, desde a origem até agora.
O bairro é de todos, de quem lá está e de quem mais vier. Mas a história, a história da Vila Zelina, de sua formação e origem, seu passado, é imutável. Ela existe. É isso que queremos preservar e que queremos continuar contando. Não podemos, de maneira nenhuma, ignorar fatos. E o fato é que a formação da Vila Zelina se deu, majoritariamente, pelo desejo e união dos imigrantes lituanos. E nunca pensamos que alguém, algum dia, pudesse querer tomar isto de nós. Nunca, em todos esses anos, precisamos vir a público apontar o óbvio. A Vila Zelina sempre foi naturalmente reconhecida como o bairro lituano em São Paulo e nunca houve nenhuma dúvida disso.
Liberdade, bairro japonês. Mooca, bairro italiano. Brooklin, bairro alemão. Vila Zelina, bairro lituano.
É comum ouvirmos os moradores não descendentes falarem sobre a Lituânia, contarem sobre as festas típicas, sobre os hábitos, a culinária. Isso apenas mostra que estas pessoas vieram somar esforços em manter a cultura lituana. Respeitamos a todos e agradecemos imensamente sua contribuição.
O que pretendemos aqui é única e exclusivamente proteger a verdade.
Não somos desfavoráveis às atividades da associação de bairro que visam melhorar a qualidade de vida dos moradores, divulgar seus profissionais, atrair novos investimentos e coisas afins. Discordamos da maneira como isso vem sendo desenvolvido. Queremos e podemos participar. Só não podemos deixar nossa história de lado. Não podemos deixá-la escapar de si mesma. Não podemos aceitar que esta parte tão importante de nossas vidas, da vida de nossas famílias, e da sua também e dos moradores da cidade de São Paulo, nos seja subtraída.
Comunidade Lituano Brasileira, Comunidade Lituana Católica Romana de São José, Sajunga Aliança Lituano Brasileira, Consulado Honorário da Lituânia e Consulado Geral da Lituânia em São Paulo.
A previsão da Companhia do Metropolitano de São Paulo – Metrô é que o trecho inicial da Linha 15-Prata comece a operar comercialmente em abril de 2014, mas, a partir de dezembro deste ano passará a atender à população em horários reduzidos, sem cobrança de tarifa, em operação semelhante ao que ocorreu na inauguração da estação Vila Prudente do Metrô. Neste período serão realizados os últimos testes necessários para o pleno funcionamento do trecho de 2,4 km entre as paradas Vila Prudente e Oratório.
Durante a reunião com a Folha na quarta-feira, dia 3, o gerente da Linha 15-Prata do monotrilho, Paulo Sérgio Meca, e o chefe do Departamento de Obra Civil do empreendimento, José Arapoty Prochno, também falaram sobre as atuais intervenções no viário da Vila Prudente. Eles garantiram que a capacidade de tráfego na avenida Anhaia Mello será restabelecida ao final das obras.
Inaugurada em 1892 e um dos símbolos do crescimento industrial da Mooca e da cidade, a antiga fábrica de cervejas da Antarctica, na avenida Presidente Wilson, passa por processo de tombamento histórico. Desativado desde 1995, o enorme espaço está ocioso desde então. Porém, em 2010 a área foi vendida para um grupo de investidores moradores do bairro, que busca entendimento com o Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (Conpresp), sobre o que deve ser mantido no terreno. A ideia dos novos proprietários é de preservar a história e construir na área um complexo cultural, comercial e um hotel.
Indignação! Essa é a palavra que resume o sentimento dos familiares de Gertrudes Hermann Flaig, falecida no último dia 25. A aposentada passou mal no dia 21 de março e foi levada ao hospital estadual de Vila Alpina pelo Sistema de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). Na unidade foi informado que a paciente apresentava principio de pneumonia e, após, fazer inalações, ela recebeu alta e foi orientada a se medicar em casa. Porém, no dia seguinte, o quadro de Gertrudes piorou e a família voltou a acionar o SAMU, que desta vez levou a aposentada para o hospital municipal de Heliópolis, onde ficou internada e veio a falecer.
Na segunda-feira, dia 1º, equipe da Força Tática do 21º Batalhão de Polícia Militar/Metropolitano conseguiu prender dois homens que assaltaram um comércio no número 2355 da avenida Vila Ema. Um dos detidos, de 18 anos, havia saído da Fundação Casa (antiga Febem) há apenas uma semana e chegou a acumular dez passagens por roubo enquanto era menor. O outro infrator, de 19 anos, também já tinha passagem por receptação e tráfico.
