Na gestão do ex-prefeito Gilberto Kassab (PSD), a principal crítica da população sobre o serviço de recapeamento era a demora para a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) repintar as faixas de sinalização das vias atendidas. No dia 1º de janeiro deste ano, Kassab entregou o cargo para Fernando Haddad (PT), porém, após mais de cinco meses de gestão do petista, a falta de sincronia dos órgãos da Prefeitura continua evidente. O exemplo é a rua Costa Barros, que há cerca de um mês teve metade da sua extensão recapeada, entretanto, segue sem sinalização.
No dia 15 de maio completou 100 anos que o casal de espanhóis Maria e Aquilino Martins desembarcou no porto de Santos, no litoral de São Paulo, repleto de sonhos, esperanças e em busca de uma vida melhor. Para celebrar o centenário, além de resgatar e valorizar a história, treze pessoas da família se reuniram e trilharam o mesmo caminho realizado pelos antepassados no dia em que chegaram ao Brasil.
No dia 28 de abril, em assembléia realizada no Rio de Janeiro, José Amaury Russo, 58 anos, foi eleito presidente da Federação Internacional de Esportes Para Pessoas com Deficiência Intelectual, órgão ligado ao Comitê Paralímpico Internacional (IPC), responsável por organizar as Paralímpiadas, evento que acontece após os Jogos Olímpicos. Russo é o primeiro presidente não-europeu da entidade que tem 27 anos de existência.
Desde
Na primeira visita oficial como prefeito na área da Subprefeitura de Vila Prudente/Sapopemba, Fernando Haddad (PT), acompanhado de secretários e de vereadores, esteve na terça-feira, dia 28, na obra de um conjunto habitacional no Jardim São Roberto, na unidade básica de saúde (UBS) Vila Prudente, no Clube Escola Vila Alpina e no Parque de Vila Prudente. Os temas abordados por Haddad foram a criação da Subprefeitura do Sapopemba e de um Centro Educacional Unificado (CEU) no Clube Escola Vila Alpina, além do piscinão na avenida Anhaia Mello.
Os residentes da rua Francisco Rett, na Água Rasa, são obrigados a conviver com a rotina de falta de água em seus imóveis. Segundo eles, há seis meses, todos os dias, da manhã até o início da noite, o abastecimento é interrompido, o que acarreta uma série de transtornos. Os moradores sofrem para lavar roupa, louça, fazer comida e até para tomar banho. “Precisamos nos programar para realizar nossos afazeres domésticos à noite, quando a água é disponibilizada com maior volume”, conta o aposentado Armando Sacchetto que reside no número 41 da via.
Criados em 10 de maio de 1985, os Conselhos Comunitários de Segurança (Consegs) se transformaram em uma das principais ligações entre a população e as autoridades policiais de cada região. Em reuniões mensais, abertas ao público, os moradores têm a oportunidade de apontarem os problemas encontrados em seus bairros diretamente aos responsáveis pelo Distrito Policial e pelo Batalhão de Polícia Militar. Os encontros também costumam contar com a presença de representantes da subprefeitura local.
Nesta semana mais um incêndio classificado como de grande porte pelo Corpo de Bombeiros atingiu um galpão comercial na Mooca. Na madrugada da terça-feira, dia 21, as chamas tomaram conta de um antigo prédio de três andares na esquina das ruas Madre de Deus e Visconde de Inhomerim. Foram necessárias 18 viaturas do Corpo de Bombeiros para combater o fogo, que só foi controlado três horas depois. Ninguém ficou ferido. Este foi o terceiro grande incêndio no bairro em cerca de dois anos.
A reclamação já é antiga na Folha. Desde o recapeamento da rua Baía Grande, na Vila Bela, há três anos, os moradores da via, assim como os pedestres e os motoristas, cobram a instalação de um semáforo ou de uma lombada eletrônica ao longo da rua, que liga a rua Giestas até a avenida do Estado. Enquanto a autoridade de trânsito não toma uma providência, o local acumula acidentes automobilísticos.
